Chassi da Lazareth LM 410 se inclina nas curvas, mas mantém as quatro rodas perpendiculares ao solo
O francês Ludovic Lazareth costuma transformar suas ideias inusitadas em curiosas motocicletas que levam seu sobrenome. O mais recente modelo, a LM 410 da Lazareth Motorcycles, tem quatro rodas, usa motor da superesportiva Yamaha R1 e é chamada pelo seu criador de “moto pendular”. Além de sua proposta, digamos, “revolucionária”, a LM 410 tem um preço exorbitante: custa 110 mil dólares, ou seja, cerca de R$ 500 mil. Motor de quatro cilindros e 1.000 cc é herdado da superesportiva Yamaha R1 e, certamente, tem mais de 200 cv
Apesar das quatro rodas, a LM 410 é considerada tecnicamente uma motocicleta. Ela se inclina nas curvas, porém de um jeito curioso. O chassi é que se move, enquanto as quatro rodas mantêm-se perpendiculares ao chão. Diferentemente de “motos de duas rodas”, nas quais rodas, pneus e quadro se inclinam ao mesmo tempo. E distinto da tecnologia de inclinar as rodas, usada em modelos de três rodas, como a Yamaha Niken. LM 410 é mais uma das criações “malucas” de Ludovic Lazareth
O curioso sistema de contornar curvas e o desenho ousado foram herdados de outra criação insana de Ludovic, a LM 487. O modelo, apresentado em 2016, usava o motor V8 da Maserati de 4,7 litros de capacidade e 476 cv de potência máxima. Mais insano do que sua motorização era o preço de cerca de 220 mil dólares, mais de R$ 1 milhão.Marca francesatambém criou a LM 487, com motor Maserati V8 de 476 cv
Mas, segundo Ludovic, a nova LM 410 é uma moto mais leve que qualquer outro modelo já fabricado pela Lazareth, e que poderia levar a marca para um público maior. Mas, por esse preço? (por Arthur Caldeira)
Quantas vezes você já não se perdeu em meio às planilhas do excel e aos diversos relatórios que os canais digitais oferecem? Quando falamos da venda de veículos, então, pode ser ainda mais complicado definir métricas para concessionárias e como acompanhá-las.
É fato que a mensuração de resultados é a principal vantagem do marketing digital, mas se você não sabe quais são suas metas, é difícil fazer com que os números traduzam o status da estratégia do seu negócio na internet.
O ponto de partida, nesse caso, sempre é o showroom digital da concessionária. Como já falamos algumas vezes aqui no Blog da AutoForce, o showroom digital é tão importante quanto sua loja física.
Se você mensura o fluxo de loja diariamente, faz sentido fazer o mesmo com o tráfego que chega ao showroom digital!
Ao monitorar as métricas para concessionárias certas, você pode descobrir qual a origem do tráfego dos usuários no showroom digital perceber que tipo de conteúdo os atraiu, além de saber a partir de qual mídia eles interagiram.
Com essas informações, sua concessionária tem mais segurança para planejar as ações de marketing digital. O acompanhamento e a otimização do site devem ser atividades frequentes e usuais da equipe de marketing e vendas da sua loja.
Não há mais dúvida que, com o novo modelo de negócios que a Era Digital trouxe, tomar decisões baseadas em dados vai sempre ser mais seguro do que seguir instintos.
Por outro lado, com tantos dados disponíveis, é difícil escolher que métrica faz sentido para o negócio. Muitas empresas falham na estratégia justamente neste ponto, por darem mais atenção às métricas para concessionárias que não representam relevância no que mais importa: aumentar a receita.
Se esse é um problema para sua concessionária, ele acaba agora!
Neste post, vamos falar sobre quais métricas para concessionárias ajudam a analisar o desempenho do seu showroom digital e a descobrir se sua estratégia de venda de carros pela internet está dando certo.
Fonte: Dealer Teamwork
O que são métricas?
As métricas são dados passíveis de serem expressos em números ou percentuais.
Mais do que trabalhar com métricas, é importante saber quais métricas utilizar. E essa não é uma resposta padrão, na verdade tudo depende da estratégia de marketing da concessionária.
Quando olhamos para o showroom digital, por exemplo, as métricas para concessionárias mais importantes são aquelas que trazem informações sobre a jornada de compra e comportamento do consumidor de carros.
Analisar o tráfego dos usuários da página da concessionária pode revelar a qualidade dos acessos.
Ou se, em outras palavras, você está falando no megafone sobre carros para uma pessoa que quer comprar roupas.
É por isso que, às vezes, nos deparamos com a expressão “métricas da vaidade” em oposição à ideia de utilizar métricas que realmente fazem diferença para o negócio.
O ponto aqui é não se confundir métricas significativas para a estratégia de marketing com métricas que, mesmo apresentando números expressivos, não trazem informação alguma para impactar a tomada de decisões.
Como exemplo, vamos imaginar uma plataforma de bate-papo de mídia social que esteja com o uso em alta. Por mais que tenha a preferência dos usuários seja uma plataforma moderna e interativa, será que acompanhar a métrica das interações com ela é realmente algo prático e relevante para as concessionárias?
Outro exemplo são os likes de redes sociais. Acompanhar variações no número de likes da página da loja é mesmo um diferencial para o negócio de revenda de carros?
Por que devemos mensurar os resultados do showroom digital?
Sem acompanhar as métricas, como saber se os visitantes estão interagindo com o showroom digital? Ou ainda, como entender por que a página não está bem posicionada no ranking de resultados de buscas do Google?
Acompanhar as métricas é conseguir respostas para a estratégia de marketing digital que a concessionária colocou em curso. Mais do que isso, é ter controle financeiro dos investimentos feitos pelo marketing.
Vale lembrar que tráfego qualificado é o principal para o marketing, porque significa tráfego de usuários que realmente estão envolvidos no processo de compra de carros.
Nesse sentido, acompanhar determinadas métricas é o que vai esclarecer se o tráfego atraído para a página da loja pode realmente impactar nos resultados de vendas.
Começar com poucas métricas
O melhor é começar com poucas métricas e ir ajustando esse acompanhamento conforme o trabalho de marketing digital vai avançando. Dessa forma, é possível descobrir quais dados são importantes e quais são irrelevantes para o ajuste da estratégia.
Ter um número maior de usuários do que de novos usuários na página, por exemplo, pode significar que os usuários visitantes são sempre os mesmos. Esse dado é interessante para a estratégia atual da loja?
Monitorar as métricas vai permitir entender a forma como os visitantes chegam ao site, o local de origem do acesso, quais páginas e conteúdos acessaram e, ainda, quais dispositivos foram mais efetivos.
Conhecer o que os compradores procuram na área de atuação da concessionária alerta as lojas sobre que tipo de ofertas deve ser criadas e divulgadas.
Outro ponto é que, se uma concessionária decidiu contratar uma agência de publicidade que prometeu gerar muito tráfego, é possível monitorar se isso de fato aconteceu, ou se, mesmo acontecendo, a demanda resumiu-se a uma grande taxa de rejeição.
Ambas são gratuitas e acessíveis on-line, embora tenham enfoques diferentes quando se trata de compreender o fluxo de visitas no site.
A proposta do Google Analytics é a análise de dados em painel de visualização. Além de rastrear o tráfego, revela informações sobre o comportamento de navegação dos visitantes na sua página.
Já o Google Search Console mostra o que pode ser feito para que a performance da página seja melhor nos resultados de pesquisa do Google. Isso porque é uma ferramenta que revela como a página é vista pelos robôs do mais famoso mecanismo de busca da internet. Por isso, é uma ferramenta essencial para o SEO dos sites das concessionárias.
Dados desse tipo permitem o monitoramento do site da concessionária, por isso são bastante relevantes em análises aprofundadas. Mas tudo isso só pode funcionar bem se você conhecer as métricas e souber manusear as ferramentas.
1. Google Analytics
Funciona quando você insere um código de acompanhamento em suas páginas. A partir de então, a ferramenta passa a coletar os dados dos visitantes e traduz tudo em relatórios que, inclusive, podem ser visualizados em forma de gráficos.
Já existe uma plataforma de gerenciamento de conteúdo, específica para o mercado automotivo, que pode ser integrada ao Google Analytics para conseguir análises mais aprofundadas de desempenho da página da concessionária: a plataforma Autódromo, da AutoForce.
Esse tipo de solução tecnológica, com expertise no segmento de automóveis, tem potencial para atender todas as demandas do trabalho com métricas de tráfego e de usuários em sites de lojas revendedoras de carros.
Embora não tão popular quando o Google Analytics, essa ferramenta tem um potencial tremendo para otimizar qualquer página on-line.
Antes chamava-se Google Webmaster Tools e parecia estar mais voltada para profissionais especializados, mas recentemente foi atualizada e está mais acessível para quem se dedicar a entender o seu uso.
Dentre as melhorias, a ferramenta já é compatível com dispositivos móveis, gera relatórios melhores e possui funcionalidades importantes para quem deseja que ter um melhor desempenho do site nos resultados das pesquisas Google.
Para uma estratégia de marketing que implica o acompanhamento de métricas é um instrumento essencial, pois exibe as informações exatas sobre como o site aparece nos resultados de busca.
Entre as principais informações estão as palavras-chave que garantem as melhores posições do seu site no ranking dos mecanismos de busca.
É possível filtrar e agrupar dados conforme a categoria, seja por data, por dispositivo ou por tipo de consulta. Então, se você passa a conhecer a demanda por visitas feitas a partir de smartphones, já pode otimizar o seu conteúdo para esses dispositivos.
O relatório do Search Console também mostra com que frequência o seu site aparece nos resultados de pesquisa do Google. Caso o desempenho não esteja satisfatório, a ferramenta pode indicar caminhos para corrigir. Aliás, quase tudo pode ser ajustado, desde dados estruturados até problemas com spam.
Fonte: CTB Automotive
Quais métricas para concessionárias são essenciais?
Vamos supor que você deseja começar hoje a analisar os resultados do seu showroom digital. Quais métricas serão realmente importantes? Vamos começar com as mais básicas:
a) Usuários, sessões e visualizações
Para mensurar o desempenho online do showroom digital, é essencial ficar de olho em três métricas: usuários, sessões e visualizações (visitantes).
As visitas, ou visualizações, são o número de páginas do seu site que foram visitadas. Embora sejam consideradas uma métrica de vaidade, devem ser acompanhadas, pois dão uma ideia sobre os conteúdos que estão sendo mais visualizados. No entanto, sozinha ela não contribui muito para a percepção do ROI (retorno sobre investimento) da sua estratégia digital.
Já os usuários são os visitantes que interagiram com o showroom durante um determinado período de tempo. É alguém que chegou ao site e navegou por pelo menos uma página. Esses usuários podem ser recorrentes (ou seja, retornaram ao seu site) ou novos usuários (chegaram ao showroom digital pela primeira vez)
Por fim, temos as sessões, que são o conjunto de ações que os usuários executam dentro da página. É essencial para descobrir se o seu showroom realmente é atrativo e pode gerar conversões.
Uma sessão é encerrada a cada 30 minutos. Se o usuário visitou apenas uma página nesse período, é contabilizada como uma sessão, mas o mesmo acontece se ela visitar diversas páginas no mesmo período de tempo. Apenas uma sessão será contabilizada.
b) Conversões
Há algumas formas de mensurar as conversões do seu showroom digital. A mais importante, claro, são as conversões de usuários em leads.
Quantificar os leads é uma forma de saber se a estratégia de atração está funcionando bem.
Sabemos que leads são potenciais clientes, portanto converter visitantes em leads é mais um passo no caminho de fechar vendas. O melhor é que o tráfego gerado para o site seja de leads qualificados, porque aí as chances de venda são potencialmente maiores.
É importante observar que gerar uma grande quantidade de leads pode não significar um impacto proporcional nas vendas. Há todo um trabalho a ser feito depois da conversão do visitante em lead para que ocorra um avanço nas etapas do funil de vendas.
No entanto, conhecer os números de leads gerados por serviço, por campanha ou por mês será importante no momento de analisar a estratégia de marketing por inteira.
Melhor ainda seria conhecer os leads que vieram organicamente e os que foram oriundos de campanhas pagas. Monitorar a origem do lead vai esclarecer melhor alguns resultados.
c) Horários de visita
Esse indicador vai revelar em que etapa do dia os usuários normalmente realizam suas pesquisas no site da concessionária. Com posse dessa informação, você pode programar, por exemplo, a ativação de banners de ofertas ou outro recurso de interação.
d) Perfil demográfico do público
Acompanhar os dados demográficos do fluxo de visitantes é sua chance de conhecer melhor o seu público. É mais fácil produzir conteúdo quando se tem essa informação.
No mercado automotivo, grande parte do conteúdo é voltado para homens, mas sabemos que, atualmente, as mulheres não apenas consomem mais produtos e serviços automotivos, como têm um papel importante no processo de decisão de compra de um carro.
Algumas páginas rendem mais cliques, ou seja, algo nelas atraiu os visitantes. É preciso conhecer esse indicador para entender as preferências dos visitantes e que tipo de conteúdo estão consumindo. Assim você pode otimizar todo o site.
f) Tempo de carregamento desktop
Uma página que demora a ser carregada é abandonada pelo visitante. As estimativas de tempo limite para carregamento são de 0,5, 2 ou até 3 segundos. Isso quer dizer que se a página não for carregada dentro dessa estimativa, perde-se o visitante.
Os compradores que pesquisam on-line têm pressa e estão habituados à velocidade, então o que foge dessa dinâmica perde audiência.
g) Tempo de carregamento mobile
Por meio dos dispositivos móveis é mais importante ainda que a página tenha carregamento rápido, pois as possibilidades de distração do usuário são muito maiores.
O melhor é monitorar esse dado e garantir que as páginas da loja abram corretamente, otimizadas para mobile, dentro do tempo mínimo possível.
h) Taxa de rejeição
Se existir uma grande quantidade de visitantes que abandona a página em menos de 5 segundos, é preciso descobrir o motivo e ajustar o que for necessário. Por isso conhecer a taxa de rejeição é importante.
O tempo de carregamento da página, o aspecto visual, ou até mesmo o excesso de mensagens que deslizam sobre a tela principal podem ser elementos a ajustar.
i) Origens do tráfego
Como dissemos no tópico sobre a métrica leads, a origem do tráfego é uma informação bastante útil para determinar quais são de fonte orgânica e quais os de fonte pagas. É um dado que orienta o investimento.
Conclusão
Como vimos, trabalhar com métricas para concessionárias é saber utilizar o que há de melhor no marketing digital: conhecer os resultados e ter certeza sobre o retorno do investimento.
Mesmo que não seja complexo, analisar bem as métricas para sites de concessionárias implica ter mais intimidade com algumas ferramentas gratuitas que apoiam essa prática. Além delas, não deixe de conhecer a possibilidade de visualizar as métricas em um único dashboard, saiba mais sobre a plataforma Autódromo.
Alagamentos, buracos e enxurradas são perigos nessa época do ano
Todo começo de ano é a mesma coisa. O verão traz sol e céu azul, mas junto vêm as chuvas torrenciais, como as que caíram sobre a Grande São Paulo e o interior do Estado na última semana. Mesmo que evite andar de moto nesses dias, inevitavelmente você terá de enfrentar uma tempestade. Além do piso molhado, as chuvas de verão trazem outros riscos para os motociclistas. Confira cinco dicas para evitar problemas para você e para sua moto.
Reduza a velocidadeChuva forte prejudica a visibilidade
Uma dica unânime é que com chuva a velocidade precisa ser reduzida. Quando a chuva começa toda a sujeira do asfalto se mistura com a água, formando uma “pasta” que aumenta o risco de derrapagem. Acelere com cautela e freie suavemente.
Na tempestade pare a moto
Quando a chuva vira tempestade, estacione a moto e espere passar. Além de dificultar a visibilidade de todos os motoristas e motociclistas, uma chuva muito forte pode esconder os perigos do asfalto. Uma poça pode ter 7 cm ou 70 cm de profundidade.
Cuidado ao estacionarForça da água pode derrubar sua moto
Evite estacionar em ladeiras, pois a força das enxurradas pode derrubar a moto e arrastá-la causando prejuízos. Não pare embaixo de árvores e nem em locais de risco de alagamento. Na cidade de São Paulo, há sinalização nas áreas que tenham histórico de enchentes.
Não enfrente alagamentos
Pior ainda é tentar passar em uma área alagada. Quando o nível da água está alto o piloto pode cair em um buraco ou em um bueiro destampado. Também há o risco de bater com a moto em obstáculos, ou até na calçada, encobertos pela água.
Quando a água subirÁreas alagadas podem esconder bueiros destampados e buracos
O orientação é nunca cruzar áreas alagadas, mas, se for inevitável meça os riscos e o nível da água, que não pode passar do eixo da roda. Acima disso, existe o risco de a moto afogar e morrer, e a água entrar no filtro de ar ou escapamento podendo até estragar o motor.
Caso você veja que o alagamento não é tão profundo, mantenha a moto em aceleração constante, usando uma marcha mais reduzida, para evitar que a água entre pelo escapamento. Porém não não vá muito rápido, pois há risco de derrapar e cair. Muitos seguem veículos maiores, como ônibus ou caminhões, para cruzar um ponto de alagamento. Mas existe o perigo de ser derrubado pela onda formada pelo veículo. Portanto, evite. (Texto Arthur Caldeira / fotos Agência INFOMOTO, Tomaz Silva e Fernando Frazão/Agência Brasil)
O marketing digital para concessionárias está sempre mudando. Não poderia ser diferente quando a ideia é lidar com o comportamento pouco previsível dos novos consumidores.
Mas nem sempre foi assim.
Há 25 anos, quando o varejo brasileiro ainda nem pensava a sério nas empresas ponto.com, uma concessionária não tinha muito com o que se preocupar. O mix de marketing estava baseado em comprar anúncios impressos, comerciais de TV, outdoors e alguns anúncios de classificados. O tão conhecido Kelley Blue Book (KBB), guia de referência para avaliação de seminovos no exterior, ainda era um impresso no início da década passada.
Avance rapidamente para os dias de hoje e você perceberá a diferença: 96% dos brasileiros percorrem boa parte da jornada de compra de um carro na internet. Em geral, o comprador de carros visita apenas uma concessionária.
E, como os dealers começaram a perceber isso, a corrida para conquistar a atenção na internet fica mais acirrada a cada dia.
4,7% foi o percentual de aumento dos gastos globais com anúncios on-line em 2019, isso quando a expectativa de 4%;
Até 2021, 49% de todos os gastos globais serão só com publicidade on-line.
Sim, os profissionais de marketing continuam investindo em mídias sociais e publicidade digital. E fazem isso porque gera resultado — inclusive no setor automotivo.
De acordo com um estudo recente da Car Sales Statistics, o mercado de automóveis no Brasil foi o único de grande porte que continuou com crescimento em vendas. A expansão foi contínua até o terceiro trimestre de 2019.
8,8% foi o aumento de registros de veículos leves no Brasil no primeiro trimestre de 2019, isso quando as vendas de carros foram menores em todos os principais mercados de automóveis do mundo, como na Europa e Estados Unidos, de janeiro a setembro.
A própria Fenabrave divulgou boletim recente afirmando a tendência de crescimento das vendas em 2020, a despeito da leve retração do mês de janeiro.
É preciso tirar vantagem desse cenário, mesmo se o comportamento do consumidor parecer tão difícil de ser desvendado.
Para ajudar os dealers nesse novo cenário é que surgem e se consolidam diariamente novas tendências de marketing digital para concessionárias. Esta é uma estratégia adaptável e mensurável, que permite às lojas acompanharem a velocidade e diversidade das transformações no ambiente digital.
O que não pode acontecer mesmo é que, apesar da grande mudança nas compras de carros, sua concessionária continue comercializando como em 1995. Os dealers que se adaptarem às novas regras do marketing digital automotivo continuarão se destacando e conquistando mais clientes por causa disso.
Se você está preparado para se comprometer com um novo modelo de negócios para sua concessionária, continue lendo este post. Vamos nos aprofundar no que é o marketing digital para concessionárias e quais são as 8 maiores tendências dessa estratégia para 2020!
É o conjunto de atividades que uma concessionária ou revendedor pode executar no ambiente digital para criar, aprimorar e otimizar as relações com os consumidores de veículos, gerando novas oportunidades de negócios.
Aplicativos de mensagens instantâneas (WhatsApp, Telegram);
Chats;
Chatbots;
Produção de conteúdo;
Anúncios online…
Não significa que tudo isso vai estar incluso na sua estratégia, mas que será possível escolher quais canais digitais fazem mais sentido para a concessionária, considerando os hábitos e preferências do seu público.
Temos que pensar no comportamento do comprador de carros. Ele começa a interagir em um canal, em seguida passa para outro e o resumo dessa navegação deixa uma impressão sobre a concessionária.
No setor automotivo, o consumidor é curioso, impaciente e exigente, então o marketing digital para concessionárias volta-se cada vez mais para a otimização da experiência de compra.
Não há como ignorar que a tomada de decisão do consumidor ocorre no ambiente digital. Não faz sentido, portanto, não traçar estratégias para conquistar esse ambiente também.
Apressado e exigente, o comprador quer facilidades e um atendimento que faça sentido para suas dúvidas. Não se satisfaz com um tratamento robotizado, que pouco responde suas necessidades particulares. Não é à toa que a personalização do atendimento é uma das tendências para 2020.
Com o marketing digital é possível identificar o que traz, ou não, bons resultados. Isso permite que os profissionais possam fazer alterações efetivas e melhorar a performance da concessionária. O resultado final é o cliente na loja, fechando negócio ou voltando para novos negócios.
Já não podemos dizer que o marketing digital para concessionárias, embora tenha uma prática mais recente no Brasil, seja algo novo. Passamos dessa fase e estamos cada vez melhores.
A estratégia mostrou o seu valor à medida que o cenário foi sendo modificado. Já em 2017, Guy Schueller, Diretor da Indústria Automotiva no Google, apresentava os seguintes dados:
95% dos compradores de veículos utilizam o digital como fonte de informação;
60% de todas as pesquisas automotivas vêm de um dispositivo móvel e as principais delas relacionam-se a concessionárias;
Cerca de 25% de todas as pesquisas automotivas são sobre peças, serviços e manutenção;
Mais de 40% dos compradores que assistiram a um vídeo sobre carros ou caminhões visitaram uma concessionária como resultado.
Então, como sobreviver a um mercado nesse contexto se não adotando estratégias voltadas para o digital?
Quanto custa investir em marketing digital para concessionárias?
Tudo depende, claro, do plano de marketing que você traçou para sua concessionária. Esse plano envolve suas metas SMART e os recursos que você dispõe.
No entanto, as estimativas de referência do mercado americano são:
de 12% a 20% do faturamento para concessionárias que atuam há pouco tempo no mercado;
de 6% a 12% do faturamento para lojas revendedoras que atuam há mais tempo.
A questão aqui é o trabalho inicial que deve ser feito para construir uma base de clientes e uma reputação online. Em razão disso, concessionárias iniciantes no mercado precisam investir mais nessa etapa.
No primeiro momento, o foco deve estar sobre os objetivos que a concessionária quer alcançar (fortalecimento da marca, aumento das vendas de seminovos, fidelizar clientes, melhorar o pós-venda, entre outros possíveis), tendo atenção especial sobre quanto pode comprometer do seu faturamento para investir.
É essencial conhecer bem o público da concessionária para saber quais canais a estratégia de marketing deve envolver. É por isso o marketing digital trabalha com representações de clientes chamadas “personas”, ricas em detalhes, e não com o conceito de público alvo, mais abrangente e pouco assertivo.
No entanto, por o marketing digital ser uma estratégia tão rica e que se renova a cada dia, os riscos de investir nos canais errados é mais presente do que se imagina.
O melhor é levantar dados sobre o cliente, acompanhando o seu comportamento on-line.
Descobrir o que movimenta mais cliques; se é um vídeo da montadora da marca ou um vídeo informal de um influenciador digital; que tipos de propostas interativas geram mais envolvimento; que tipo de linguagem faz com o que cliente sinta-se mais próximo da loja, e outros.
Desvendar as preferências do comprador de carros pode ser desafiador, mas o marketing digital tem as ferramentas adequadas para monitorar dados desse tipo. Esses dados devem, sem dúvida, fazer parte da tomada de decisão da concessionária acerca de suas estratégias e da configuração de um plano de marketing digital.
Agora que você já entendeu a importância de ter essa estratégia como parte da renovação da sua concessionária, vamos conhecer as 8 maiores tendências de marketing digital para concessionárias para 2020 (e quem sabe para os próximos dez anos)?
As 8 maiores tendências de marketing digital para concessionárias para 2020
Para 2020, esse tipo de estratégia vai se mostrar mais madura, embora não se torne mais simples, nem menos desafiadora.
A ideia central é a melhoria da experiência do cliente, daí a necessidade de articular uma mensagem mais coesa, que não apresente falhas ou deixe lacunas na comunicação.
A ideia do ominichannel é fazer a integração entre canais, transmitindo uma só mensagem.
Colocar em prática uma abordagem omnichannel significa fazer trabalhar o marketing digital em várias plataformas, permitindo que a empresa conecte-se ao cliente em diferentes pontos de contato, mas entregando o mesmo atendimento de qualidade.
Embora não pareça difícil, grande parte das concessionárias enfrenta dificuldades na execução de uma abordagem omnichannel. Afinal é preciso conseguir apresentar uma mensagem mais consistente em todos os meios de contato com o cliente disponíveis. A própria vinculação desses canais implica mudança para uma estratégia mais abrangente.
Pensando nisso, alguns recursos vêm sido desenvolvidos e podem permitir o melhor funcionamento do atendimento por múltiplos canais: inteligência artificial e BIG DATA.
O aprimoramento da IA equivale à melhoria do aprendizado das máquinas a partir de experiências, levando-as a realizar performances mais ajustadas e fazendo com que se tornem mais aptas à execução de tarefas com um desempenho mais próximo do desempenho humano.
Já quando se trata de BIG DATA, a ideia é que os dados fundamentem mais as decisões, impedindo que critérios abstratos e “achismos” estejam presentes nesse processo.
É claro que com a nova Regulamentação Geral de Proteção de Dados (GDPR, General Data Protection Regulation), prevista para entrar em vigor a partir de 2020, os profissionais de marketing devem ficar mais cautelosos quanto à utilização das informações. Mas tendência é que não seja abandonado esse recurso, principalmente quando se trata do aprimoramento da experiência do cliente.
Inteligência Artificial e BIG DATA serão cada vez mais importantes na compreensão do comportamento do consumidor, trazendo mais pistas para uma abordagem omnichannel e tornando possível a personalização da experiência em escala individual. Só com conhecimento aprofundado da jornada de compra do cliente é possível colocar em prática uma estratégia omnichannel eficaz.
Claro que BIG DATA e IA parecem conceitos muito abstratos ou muito distantes para quem está começando. Mas há maneiras simples de iniciar. Olhe para os dados da sua empresa: quais são as vendas, as origens dos clientes, os dados de tráfego? Será que você está analisando os números com a frequência que deveria?
2. Busca por voz
A pesquisa por texto vem abrindo espaço para as buscas por voz. Sendo um recurso prático, aos poucos os usuários vão se dando conta das possibilidades de uso.
Segundo a publicação do portal Single Grain, que referiu as tendências de marketing digital com base no comportamento da sociedade norte-americana:
50% de todas as pesquisas serão por recurso de voz até 2020;
72% das pessoas que possuem alto-falantes ativados por voz dizem que seus dispositivos são usados como parte de suas rotinas diárias.
Quanto se trata de discutir a tendência no campo do marketing digital para concessionárias, as buscas por voz podem significar que as revendedoras tenham de otimizar o conteúdo digital para corresponder a esse comportamento dos clientes.
Embora, hoje em dia, ainda não seja possível comprar um carro 100% on-line, a tendência das buscas por voz poderá estar consolidada quando a transação de automóveis on-line acontecer de fato.
Então, teremos compradores de carro pesquisando, especificando suas dúvidas e preferências, via comando de voz.
Mais uma vez, também neste ponto, a importância de proporcionar uma experiência do usuário mais qualificada está presente. Há indícios de que IA e buscas por voz vão consolidar mecanismos mais avançados na compreensão de falas complexas, fazendo a tecnologia ainda mais presente na rotina das pessoas.
Vale lembrar que uma pesquisa por voz é algo conversacional. Por isso, exige o uso de mais palavras-chave de cauda longa. Então, de toda forma as técnicas de SEO é que vão garantir o recebimento de tráfego nas páginas da concessionária.
Nem todos os entusiastas do marketing acreditam que a experiência de fazer pesquisas por voz deslanche definitivamente em 2020, mas é certo que vão aumentar. Realmente a experiência, hoje, ainda não é boa e muitos usuários são surpreendidos com o Google Assistance, por exemplo, abrindo de surpresa em meio a conversas pessoais.
No relatório da Deloitte, o Global Marketing Trends 2020, a humanização é citada de forma geral em meio às tendências, embora com enfoques diferentes. Isso nos dá pistas sobre a expansão na utilização de aplicativos de mensagens ser um passo no sentido da humanização da abordagem.
Cultivar o contato, entregar informação personalizada e manter o foco na experiência humana deve estar no centro do trabalho dos profissionais de marketing.
Neste ano, é importante que as marcas naveguem pelos negócios preservando e cultivando as conexões humanas. Menos abordagens mecânicas, mais tratamento humanizado. Afinal, os clientes estão ainda mais atentos aos detalhes e isso requer um modelo de atendimento orientado ao feedback.
4. Conteúdos interativos
A interatividade é um forte atrativo para usuários que passam grande parte do tempo conectados. Além disso, é memorável e aumenta a probabilidade de motivar ações que resultem em avanços na jornada de compra.
Embora os vídeos sejam a oferta mais evidente de conteúdo interativo nos dias de hoje, para 2020 é possível pensar também em:
promoção de testes, enquetes e pesquisas;
calculadoras incorporadas à página;
anúncios de realidade aumentada;
vídeos de 360 graus.
A oferta de experiências mais imersivas é bem-vinda para 2020. No marketing digital para concessionárias, já podemos contar com o showroom virtual e o test drive virtual, ambos contribuindo para melhorar a experiência do cliente.
Outra alta perceptível, e que está prevista para continuar crescendo, é no consumo de conteúdo em áudio, seja como alternativa à leitura, seja como podcast, Afinal, casam bem com as rotinas corridas dos indivíduos.
Videomarketing
Não resta dúvida de que o recurso de vídeo é a forma mais popular entre os clientes quando querem explorar novos produtos ou serviços.
No marketing digital para concessionárias, o vídeo funciona bem para gerar envolvimento quando um influenciador, ou outro indivíduo qualquer com o qual o cliente identifique-se, apresenta opiniões sobre um produto.
É preciso ter atenção em apresentar no vídeo as informações que também estariam presentes numa página. E garantir que a página de veiculação do vídeo esteja em um formato que permita seu perfeito funcionamento, independentemente do dispositivo utilizado pelo usuário.
Quando um site inclui um vídeo, as chances de gerar resultados em pesquisa orgânica aumentam significativamente. Outra possibilidade atrativa são também os vídeos em 360 graus, que ficam cada vez mais populares.
5.Comunicação personalizada
A personalização é citada em quase todos os resumos sobre tendências de marketing digital dos principais portais. No entanto, para as concessionárias de automóveis, faz mais sentido analisar essa tendência na comunicação.
Conteúdo personalizado agrada o usuário e contribui para a sua experiência com a marca. Dados mostram que:
63% dos usuários estão muito irritados com a publicidade genérica;
80% dizem que são mais propensos a fazer negócios com uma empresa se ela oferecer experiências personalizadas;
90% afirmam que a personalização é atraente.
Além disso, segundo uma pesquisa da Accenture Interactive, 91% dos consumidores se declaram mais propícios a comprar com marcas que trazem ofertas e recomendações relevantes aos seus interesses.
Mesmo quando se trata da potente ferramenta de marketing digital como é o envio de e-mails, a ideia é que a personalização desse conteúdo fique sempre em primeiro plano.
Mensagens com respostas prontas ou mecanismos de resposta automática são mal vistos e, muitas vezes, insuficientes para solucionar problemas dos usuários.
Dados dos perfis dos clientes em plataformas de interação social com o Facebook podem ser utilizados para articular campanhas mais personalizadas e direcionadas, aplicando segmentação por idade, interesses ou localização. Isso potencializa as taxas de cliques e de conversão.
6. Notificaçõespush up
As notificações do tipo push up dos navegadores estão ficando mais sofisticadas e são personalizáveis. As pessoas inscrevem-se para receber notificações desse tipo mais do que para receber boletins informativos.
Dado o contexto do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, que possui filtros mais rigorosos, a expectativa é que o e-mail marketing diminua e as notificações push up ganhem mais espaço.
Podem ser mensagens curtas, objetivas, que notificam a chegada de produtos, a abertura de períodos promocionais ou o abandono de um processo de compra, por exemplo. E tem se mostrado eficiente na adesão pelos consumidores.
A taxa de abertura desse tipo de notificação é de 7%, em comparação com a taxa de 3% das mensagens genéricas. Os percentuais são do portal Single Grain.
Além disso, 54% dos usuários convertem de uma notificação push up segmentada, em comparação com apenas 15% de conversão por mensagens comuns.
7. Tecnologia 5G
É uma das tendências mais comentadas, não apenas pelo impacto que se prevê nas vidas das pessoas, mas também por levantar discussões e gerar polêmicas.
Trata-de da quinta geração da tecnologia em dispositivos móveis, é um novo divisor de águas e pode transformar significativamente a forma como as pessoas utilizam a internet, além do poder de ampliar a quantidade de usuários conectados.
Vista como uma “nova era das comunicações digitais”, certamente vai afetar todos os segmentos do mercado. Serão muito mais dados em movimento, resultando em uma sociedade mais conectada, incluindo aqueles indivíduos que habitam regiões mais remotas.
Com isso, o marketing digital para concessionárias vai ficar mais afiado e as possibilidades de interação vão ser mais plurais. As empresas revendedoras de carros precisam pensar sobre essas mudanças, em como afetam o público consumidor e também os próprios profissionais de marketing.
8. Escrever para pessoas, não para o Google
É importante entender como posicionar o conteúdo para consumo do público. E o que as tendências de marketing digital apontam nesse sentido é desenvolver uma escrita mais humanizada.
O conteúdo deve continuar sendo preditivo e se antecipar ao próximo passo do usuário na jornada de compra. Vale orientar as publicações pelas perguntas do usuário, não apenas pelas palavras-chave.
Os mecanismos do Google estão cada vez mais sofisticados, então para que um conteúdo apareça no ranking dos resultados de buscas ele realmente tem que fazer sentido para o usuário.
É preciso pensar e publicar conteúdos como um editor, passando credibilidade e facilitando a compreensão. Os e-mails também precisam ser desenvolvidos com uma escrita mais humanizada, com base em personalização.
Há outros aspectos envolvidos nesta tendência, por isso mais uma vez temos de observar IA e BIG DATA. Automatização com inteligência artificial e processos decisórios baseados em dados vão fazer diferença para a estratégia de marketing digital da concessionária, refletindo também sobre a qualidade do conteúdo publicado.
Com IA o padrão de comportamento e de pesquisa do comprador pode ser analisado e, assim, ajudar a concessionária a entender seus clientes. Isso pode significar mudanças na linguagem, na abordagem e a decisão sobre investir em determinado canal.
Chatbots
Chatbots mais assertivos são mais um passo na direção do desenvolvimento da linguagem humanizada, por isso resolvemos falar deles dentro desse tópico de tendência.
Para 2020, o chatbot não é propriamente uma nova tendência, mas vai continuar avançando. Em 2019 comentamos aqui no blog da AutoForce um exemplo da marcar Citroën, que vendeu um carro utilizando o chatbot do Facebook.
Como sabemos, um chatbot é um programa de computador que tenta simular uma interação humana via chat. Eles já fazem orçamento sozinhos, aproximam o contato com o cliente e, à medida que forem aperfeiçoados com IA, vão trazer novos benefícios.
Podem vender produtos ou serviços, com a vantagem de fornecer assistência 24H. Além disso, poupa a realização de tarefas repetitivas e alivia a carga interna de atendimento das empresas. Ou seja, são verdadeiramente úteis para consumidores imediatistas, que esperam respostas rápidas e as querem a qualquer tempo.
Conhecer as tendências do marketing digital para concessionárias é importante para orientar líderes de negócios sobre estratégias no campo digital.
Afinal, não é possível simplesmente ignorar que o comportamento do comprador de carros muda com a chegada da tecnologia, transformando-se ano a ano.
Sabemos que a tecnologia pode evoluir mais rapidamente do que a capacidade de explorá-la. Porém isso não impede acompanhar as principais tendências, desde que observado o contexto do mercado em que a loja atua.
No Brasil, de forma surpreendente as vendas de carro continuaram a crescer quando em outros mercados estavam estagnadas.
Por outro lado, os preços caíram e o comportamento de pesquisa on-line dos consumidores continua em alta. Ou seja, cada interação com a concessionária tornou-se mais crítica do que nunca e pode ser determinante nos resultados do negócio.
Não limite suas leituras e pesquisas a este post, entenda melhor sobre marketing digital para concessionárias baixando nosso Guia Completo e saiba de uma vez como organizar sua estratégia digital para concessionária ou montadora.
Superesportiva de 234 cv de potência terá apenas 500 unidades fabricadas e vendidas sob encomenda
“A moto dos sonhos torna-se realidade”. Com esse slogan a Ducati anunciou o lançamento da nova Superleggera V4, um edição exclusiva e limitada da superesportiva Panigale V4. A mais potente e avançada moto já construída pela fábrica italiana será vendida no Brasil sob encomenda por R$ 700 mil. As entregas começam em junho deste ano, mas é preciso um sinal de “apenas” R$ 100 mil para reservar uma das 500 unidades produzidas em todo o mundo.Com o kit de corrida, Superleggera V4 pesa apenas 152,2 kg e tem uma relação peso/potência de 1,54 cv por quilograma
Quadro, subquadro, balança traseira e rodas feitas em fibra de carbono são alguns dos motivos para o preço exorbitante e a incrível relação peso/potência de 1,54 hp/kg, maior até mesmo do que a versão de Superbike, a Panigale V4R. Na configuração racing, com escapamento Akrapovic, o motor de quatro cilindros em V, 998 cm³, produz 234 cv de potência máxima – e excelentes 224 cv com o escapamento homologado para as ruas. O peso do conjunto é de 159 kg – 16 kg a menos do que a Panigale V4 – mas cai para 152,2 kg com o kit de pista.Quadro, subquadro, balança traseira e rodas são feitos em fibra de carbono
Com uma eletrônica reformulada para quem quer acelerar na pista, a Superleggera V4 também conta com as “asas” da Ducati de MotoGP que geram uma downforce de 50 kg a 270 km/h e mantêm a superesportiva no chão.Superesportiva tem asas na carenagem que produzem downforce de 50kg a 270 km/h
Os privilegiados que adquirirem uma das 500 unidades poderão pilotar a Panigale V4 R, que compete no Campeonato Mundial de Superbike , na pista de Mugello. Ainda mais surpreendente, 30 proprietários da Superleggera V4 terão a oportunidade exclusiva de testar a Desmosedici GP20 usado por Andrea Dovizioso e Danilo Petrucci no Mundial de MotoGP, com o apoio dos engenheiros e técnicos da Ducati Corse. (por Arthur Caldeira)
Um dos grandes lançamentos do Salão Duas Rodas 2019, e antigo desejo dos consumidores, a Yamaha XMax 250 chega ao Brasil com diversos itens de série para mudar o panorama das scooters, como meio de transporte simples e baratas. Com design moderno, sistema de iluminação de LED, chave de presença, os obrigatórios freios ABS e até controle de tração, a scooter de 250 cc será vendida por “salgados” R$ 21.990 – valor superior até mesmo às motos de 250cc da marca, como Fazer (R$ 16.100) e Lander (R$ 18.000).
Embora só chegue às lojas em abril, tivemos o primeiro contato com o modelo no final de janeiro. Por uma semana, rodamos com a nova scooter de 250 cc pelo trânsito da capital paulista e na Rodovia dos Imigrantes. Confira se vale a pena pagar tudo isso pela nova XMax.
Quase uma maxiscooterCom mais de 2 metros de comprimento e design imponente, XMax parece ser maior do que uma 250cc
O XMax 250 impressiona pelo porte imponente e bom acabamento das peças plásticas. Os faróis em LED e as linhas angulosas da dianteira, complementadas por um para-brisa, são inspiradas no TMax, scooter esportiva que é sucesso de vendas na Europa. A traseira robusta traz uma bela lanterna, também de LEDs, e contribui para que a XMax, embora tenha apenas 250cc, pareça maior, quase uma maxiscooter.
O assento em couro, com costuras aparentes, traz o nome do modelo em baixo relevo. A pintura fosca e a mescla de partes em preto com outras pintadas, como no paralama dianteiro, completam o visual sofisticado da XMax.
Se, por um lado, as dimensões generosas – 2,19 m de comprimento – e as rodas de liga-leve – aro 15, na dianteira, e aro 14, na traseira – fazem do XMax quase uma maxiscooter, também podem dificultar a vida dos mais baixos. O assento fica a 79,5 cm do solo – eu, com 1,71 m, apoiava as pontas do pé no chão. Nada que comprometa o uso por motociclistas mais experientes, mas pode complicar a vida dos iniciantes, principalmente em manobras.
Desempenho e consumoMotor tem 22,8 cv e consumo gira em torno de 29 km/litro, na cidade
Um dos destaques da XMax 250, principalmente para quem procura uma scooter maior, é seu motor. Com um cilindro, 250 cm³ e arrefecimento líquido, produz 22,8 cv de potência máxima a 7.000 rpm, além de um torque máximo de 2,5 kgf.m a 5.500 giros.
Em conjunto com o câmbio CVT (automático) é o suficiente para arrancar na frente até mesmo de motos maiores no semáforo. Rapidamente, atinge-se 80 km/h – o que, em uma cidade como São Paulo (SP), onde os limites são de 60 km/h, exige certo cuidado para não levar multas. Ou seja, o desempenho da XMax 250 “sobra” no trânsito urbano.Botão no punho direito permite “navegar” no painel e desligar o controle de tração
Para evitar derrapagens em pisos de baixa aderência – uma rua de paralelepípedos molhados, por exemplo – a Yamaha equipou o modelo com controle de tração. Apesar de ter entrado em funcionamento apenas em uma situação, é um importante e confortável item de segurança.
Alimentado somente por gasolina, fez uma média de 28,7 km/litro no uso urbano, segundo o computador de bordo que fica na tela de LCD do painel, que ainda informa o consumo instantâneo, carga da bateria, tem dois hodômetros, marcador de combustível e temperatura do motor – e um útil relógio para quem usa a scooter no dia-a-dia.
Na estrada, o desempenho também agrada. A aceleração é vigorosa até os 100 km/h e o motor é capaz de chegar a 145 km/h – mais até do que os modelos de 250cc da marca.
Estável e confortávelAssento amplo e plataforma proporcionam conforto ao motociclista
Mesmo em velocidades mais altas, a nova scooter da Yamaha mantém-se estável e transmite confiança ao piloto. Muito graças às rodas maiores e ao bom conjunto de suspensões. Na traseira, a XMax tem o tradicional sistema bichoque com dois amortecedores, porém na frente, a marca inovou. O garfo telescópico convencional conta com duas mesas – inferior e superior -, como uma moto “de verdade”. Com curso, as suspensões também absorvem muito bem as imperfeições do piso.
Com isso, o piloto tem bastante conforto mesmo nas mal-cuidadas ruas e avenidas da capital paulista, sem sentir que o conjunto de amortecimento chegou ao fim do curso. Em curvas, o trem dianteiro transmite confiança ao condutor – até mesmo no meu caso, que estou mais acostumado a motos do que a scooters.Suspensão dianteira “funciona” como o de uma moto
Vale destacar ainda a boa posição de pilotagem e o amplo assento da XMax. O piloto vai com o tronco bem ereto e a plataforma oferece espaço para mudar os pés de posição, na estrada, por exemplo. O para-brisa, que pode ser ajustado, com auxílio de ferramentas, me protegeu bem do vento e também da chuva, que insiste em cair no úmido verão paulistano.
Para parar com segurança os 179 kg (em ordem de marcha), há discos de freio com sistema ABS em ambas as rodas.
PraticidadeXMax 250 absorve as imperfeições do piso e dá confiança nas curvas
Mas de nada adiantaria a nova Yamaha XMax 250 ter bom desempenho e ciclística, não fossem os itens de praticidade. A começar pela Smart key (chave de presença): basta colocar no bolso, ou na mochila, girar o botão para liberar a ignição, abrir a tampa de combustível e um dos dois porta-luvas ou destravar o assento.Bocal do tanque fica no túnel central
Sob o banco, o espaço disponível (razão de ser de toda scooter) é impressionante. Ali cabem dois capacetes integrais e uma capa de chuva – ou um capacete e uma grande mochila. Em resumo, para meu uso, eu não precisaria comprar um bauleto: o espaço de carga sob o assento é mais que suficiente para o que eu carrego no dia-a-dia. E, de qubra, ainda há uma luz de LED para facilitar encontrar objetos à noite.
Por falar em noite, os bons faróis de LED merecem elogios: tem uma luz branca forte e ampla que ilumina o caminho à frente e deixa a scooter visível aos outros motoristas. Cavalete central e lateral são itens de série.
Mas vale tudo isso?Elegante e prática, XMax 250 veio incomodar a concorrência
Com tantos itens de série e até uma dose de tecnologia embarcada, a XMax 250 não é uma scooter “barata”. Afinal, o preço sugerido é de R$ 21.990, que deve chegar aos R$ 23 mil para o consumidor final. Apesar de alto, o valor é equivalente às concorrentes da categoria, porém com muito mais equipamentos.
A Honda abaixou o preço da sua SH 300i para R$ 20.990, pois sabe que a nova scooter da Yamaha é superior – e deve também lançar a Forza 300 em breve. A Dafra fez o mesmo com a veterana Citycom 300i, que caiu de R$ 19.900 para R$ 17.900. Ou seja, mesmo mais cara a nova scooter da Yamaha chegou para incomodar a concorrência.
Mas vale a pena pagar tudo isso por uma scooter? A resposta vai depender do seu uso. Se você usa a scooter apenas na cidade e não liga tanto para o desempenho, modelos com a Honda PCX 150 ou a Yamaha NMax 160 são suficientes – e até mais econômicas.
Mas se você não tem outra moto, ou carro, a moderna scooter da Yamaha pode ser uma boa opção. Elegante, prática no dia-a-dia e com fôlego para pegar a estrada, a XMax 250 eleva o patamar da categoria. (texto Arthur Caldeira / fotos Renato Durães)
Os avanços tecnológicos aperfeiçoaram não só os automóveis, mas também a forma de vender carros. Isso não significa apenas digitalizar o processo de compra — criar um botão de “compre agora” no seu site” –, mas sim repensar toda a experiência do cliente com a concessionária, algo que por vezes é negligenciado.
Essa nova realidade é tão importante que já tem sido motivo de ações recentes por grandes fabricantes do setor automotivo.
A estrutura ficou lá por um final de semana completo, ofereceu ao público test drive em um modelo de carro recém lançado e a possibilidade de explorarem outros modelos por meio de tour virtual, utilizando óculos especiais.
Já a proposta da FIAT com o Fiat Live Experience foi de disponibilizar, em regime de plantão, profissionais especialistas de produtos da marca, e assim atender seus clientes por videoconferência, que chegavam encaminhados pelo site ou por anúncios on-line.
Esses exemplos mostram que as novas preferências e os novos hábitos dos consumidores norteiam as grandes fabricantes, que colocam a experiência do cliente em foco quando implementam novas estratégias, as quais estão cada vez mais voltadas para fazer a ponte entre o on-line e o offline.
A experiência do cliente é a percepção geral que o consumidor tem do atendimento que recebeu da empresa, que neste caso é a concessionária de veículos.
Essa impressão é construída a partir de cada interação, seja física ou virtual, por telefone ou pela internet, desse comprador com um profissional da concessionária.
Como sabemos, o contato com o cliente se dá em diferentes momentos, mas a síntese dessa experiência é o resultado final. Não é um processo único e instantâneo. Na verdade, a concessionária tem várias oportunidades, em pontos de contato diferentes, para entregar um atendimento de qualidade ao cliente.
E, hoje em dia, a maior parte desses pontos de contato ocorrem na internet. É o que chamamos de micromomentos de interação com o consumidor.
Em média, 69 micro interações são realizadas entre o consumidor e a concessionária durante a jornada de compra de um carro. Você ainda tem dúvida de que precisa cuidar da experiência que entrega ao cliente em cada uma delas?
A experiência do cliente no mercado automotivo
O estigma que as concessionárias possuem não é uma realidade apenas do mercado brasileiro. Problemas não resolvidos, clientes pouco satisfeitos, falta de respostas, táticas agressivas de negociação e um pós-venda problemático não são incomuns em outros mercados automotivos, inclusive no norte-americano.
Em publicação do portal V12, um estudo da Total Dealer Compliance (TDC) revelou que mais de 55% dos consumidores que apresentaram uma reclamação na concessionária estavam insatisfeitos com a resolução fornecida.
Quando questionados sobre o motivo de reclamarem da concessionária, mais de 50% afirmaram que havia uma óbvia falta de desejo da loja em resolver o problema.
Isso nos mostra como ainda falta mais comprometimento e dedicação no atendimento, ou seja, há um longo caminho a percorrer para melhorar a experiência do cliente no setor automotivo.
Mas, fique atendo: o padrão mudou!
Outro fator importante é que o padrão para o que significa uma boa experiência do cliente mudou.
O foco deixou de estar apenas no produto e passou a estar no cliente. Isso significa acompanhar toda a jornada de compra e ter atenção redobrada ao ambiente de atendimento, seja o espaço físico ou on-line.
É fundamental aumentar o tempo de interação com o comprador para conseguir compreender melhor suas necessidades e preferências.
Também não podemos esquecer que há uma nova geração de indivíduos, compradores de carro, mais interessados em viver experiências diferenciadas. Eles evitam visitar a concessionária e entendem ser mais conveniente utilizar ferramentas on-line. Para esse novo perfil, o futuro mais próximo é o de comprar ou vender um carro sem precisar sair de casa, então as lojas precisam caminhar nessa direção.
Segundo a publicação, 54% dos consumidores comprariam de concessionárias que oferecem melhores experiências, quando comparado a concessionárias que ofertam preços mais baixos.
Além disso, 72% dos consumidores visitariam concessionárias com mais frequência se o processo de compra fosse melhorado.
Saber que os compradores de carro estão dispostos a gastar mais com a experiência é um importante indicativo.
Fica evidente que as concessionárias são devem se conformar com o atendimento que entregam. Em vez disso, é preciso buscar alternativas para tornar o processo rápido, fácil e conveniente.
O cliente precisa perceber quando existe um esforço para agilizar o atendimento e melhorar a sua experiência com a marca. Para isso, ações de marketing digital, metodologias de venda inovadoras e a prática de um atendimento integrado em múltiplos canais podem fazer a diferença. Então, vamos falar disso adiante.
Como as concessionárias podem melhorar a experiência do cliente?
O primeiro passo é entender do que cliente precisa. E conhecer as necessidades dele pode não ser tão óbvio quanto parece. Então, o melhor é acompanhar o comportamento on-line dos compradores.
Mas o que queremos dizer com isso?
Significa que se a concessionária tiver um showroom digital, se investir em anúncios e conteúdo direcionado para o seu público, vai conseguir monitorar o que seus clientes acessam mais, que tipo de fotos, vídeos ou imagens os atraem e como costumam interagir on-line.
Nesse ponto, já estamos falando propriamente de ações de marketing digital, cuja principal vantagem é a possibilidade de analisar dados de comportamento do consumidor por meio de números, índices e percentuais, com base em cliques, acessos e interações na internet.
Outra possibilidade é de utilizar dados demográficos para segmentar o público e direcionar as campanhas de marketing digital. Detalhes como estado civil, ocupação, hobbies e idade são exemplos de informação útil para ações na esfera digital.
O marketing de conteúdo, uma estratégia do marketing digital, atualmente é visto como um item fundamental para a experiência do cliente. Isso porque produzir e publicar conteúdo útil é a melhor forma de se comunicar com os clientes de hoje.
Vamos lembrar que os cliente da ação Fiat Live Experience, direcionados para falar com um especialista de produtos, eram pessoas que interagiam com páginas e anúncios on-line.
O próprio conceito de “público alvo” já tornou-se abrangente demais para o marketing de conteúdo. Para ações mais eficazes na promoção de conteúdo é preciso trabalhar com perfis fictícios chamados de “personas”, pois são representações ricas em detalhes e mais aproximadas do perfil de um comprador real.
2 Use dados de tráfego para entender o resultado de suas campanhas
Com planejamento e uma estratégia de marketing digital ajustada aos objetivos da concessionária, é possível monitorar cada ação no universo on-line e descobrir que dados elas geram.
Dados analisados podem ser convertidos em informação e, a partir dela, fazer ajustes nas campanhas para comunicar melhor com o público consumidor e, assim, gerar experiências positivas com a loja.
O monitoramento dos dados também é extremamente útil em processos decisórios e na determinação de metas ou da abordagem das vendas.
Considerando a forma como os consumidores utilizam a internet hoje, é impossível para os profissionais de venda tentar conhecê-los da maneira antiga. Novos comportamentos de consumo demandam novas ferramentas e um treinamento profissional específico para atrair os clientes, gerando experiências significativas e positivas.
3 Entenda e aplique a metodologia Encantamento de Leads
O profissional de atendimento, ou encantador, tem a competência e o treinamento necessário para isso. É sua função compreender, ajudar, contatar, qualificar o lead e monitorar o seu nível de satisfação ao longo da jornada de compra.
Vale lembrar que a experiência do seu cliente não termina com conversão em lead, ou do lead em venda. Utilizando um sistema de CRM para gerir os dados dos clientes, a relação pode ser perpetuada até que se conquiste lealdade aos serviços ou produtos da concessionária.
A manutenção da satisfação gera uma experiência diferenciada que se estende até o fim do funil de vendas e início de um próximo ciclo. Isso garante o impacto nos resultados da loja.
4 Entregue assistência omnichannel
Só faz sentido ter um volume considerável de leads se isso refletir nos resultados das vendas, certo? Ou seja, a conversão não está no topo das prioridades.
Essa integração de todos os canais de atendimento implica que cada ponto de contato na jornada de compra seja observado e que funcionem juntos. Não pode existir uma lacuna entre a dinâmica das ações digitais e o ambiente físico.
Proporcionar uma verdadeira experiência omnichannel significa fazer, efetivamente, com que o cliente evolua na jornada de compra a partir da interação com os diferentes canais.
A tecnologia disponível hoje permite que isso seja feito, validando e produzindo momentos singulares dos clientes com as marcas.
Nas experiências de test drive também é possível praticar abordagens mais educativas e menos voltadas apenas para a venda, integrando a linguagem on-line ao momento real de dirigir um carro pela primeira vez. É importante ter bons profissionais preparados para responder dúvidas nesses momentos.
Conclusão
Como vimos, não basta ter bons produtos, um showroom físico ou digital impressionante. É necessário ter controle sobre o nível de satisfação do cliente na construção da experiência de compra dele com a concessionária.
Mais do que um boa estrutura física ou virtual, a mentalidade precisa ser diferente quando o objetivo é impressionar. Ainda mais quando o setor tem exemplos de práticas frustrantes ou agressivas.
A construção de um relacionamento sólido com o cliente, por meio de uma experiência satisfatória com a loja, não apenas fideliza como impacta a receita da empresa.
Entenda melhor esse novo modelo de negócios para as concessionárias da Era Digital em nossa Webinar Concessionária 2.0 e conheça a relação entre o marketing digital e a experiência do cliente.
Naked inglesa de 123 cv tem o mesmo motor de três cilindros e 765 cm³ do Campeonato Mundial de Moto2
O grupo de vigilantes de Gotham City “Aves de Rapina” é velho conhecido dos fãs de quadrinhos da DC Comics. Mas chega hoje (6 de fevereiro) aos cinemas em uma nova versão contada pela personagem Arlequina, protagonizada por Margot Robbie, liderando a equipe. No longa“Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o grupo formado apenas por mulheres ainda conta com Jurnet Smollet-Bell no papel da Canário Negro, Rosie Perez como Renee Montoya, Ella Jay Basco na pela de Cassandra Cain e Mary Elizabeth Winstead, vivendo a Caçadora. Gangue de vigilantes, liderada pela Arlequina (ao centro), estreia hoje nos cinemas
A nova geração da Triumph Street Triple RS, mostrada no Salão Duas Rodas 2019 é destaque no filme, pilotada pela misteriosa especialista em bestas, a personagem Caçadora, que une forças com Arlequina, Canário Negro, Renee Montoya e Cassandra Cain para formar uma gangue de garotas vigilantes.Personagem Caçadora é vivida pela atriz Mary Elizabeth Winstead
No filme “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, a Caçadora utiliza a Triumph Street Triple RS em busca de vingança contra aqueles que prejudicaram sua família. Como um bom longa de ação, não faltam cenas com performances explosivas de moto, acrobacias e pilotagem dinâmica.
Motor de “pista”
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A naked Street Triple RS foi lançada em 2017 com o novo motor de três cilindros e 765 cm³ da Triumph – o mesmo que equipa as motos do Campeonato Mundial de Moto2. Leve, com 166 kg a seco, e potente, com 123 cv, a naked tem ainda ciclística precisa e um bom pacote eletrônico.Belo painel com tela colorida de TFT é um dos destaques da moto naked
Destaque para o belo painel de TFT com tela colorida de 5” e seis modos de exibição. Cinco modos de pilotagem, controle de tração, freios ABS e quickshifter fazem da Street Triple Rs uma naked esportiva e devoradora de curvas. A nova geração não tem data definida para chegar ao Brasil, mas isso deve acontecer ainda neste ano. A marca comercializa por aqui o modelo 2019 por R$ 51.000. (texto Arthur Caldeira / fotos Divulgação)