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sábado, 30 de novembro de 2019
Ducati Diavel 1260 tem conforto de moto custom com desempenho de esportiva
Novo motor de 1262 cm³ tem 162 cavalos de potência
Com a proposta de ser uma moto com visual custom, mas o desempenho de uma naked esportiva, a Ducati Diavel surpreendeu a todos desde o seu lançamento, em 2011. A nova geração do modelo chega agora ao Brasil, com um novo motor, de maior capacidade, alterações na parte ciclística e melhorias ergonômicas. A Diavel 1260 desembarca no Brasil apenas em sua versão “S”, topo de linha, que será vendida por R$ 94.900.
Preço sugerido é alto: R$ 94.900
Difícil de definir, a Diavel tem o porte imponente de uma custom, a posição de pilotagem relaxada de uma naked e, agora, o motor esportivo da marca italiana, o mesmo que equipa a Monster 1200 e a Multistrada 1260. Com dois cilindros em “L”, 1262 cm³ e arrefecimento líquido, o propulsor produz 162 cv (159 hp) a 9.500 rpm, além de bons 13,6 kgf.m de torque máximo a 7.500 giros. Destaque para o comando de válvulas variável, que melhorou o torque em baixo regimes, mas sem prejudicar a potência em altos giros.
Motor de 1262 cm³ com comando de válvulas variável é principal novidade da Diavel
Dotado do mais moderno pacote eletrônico disponível no mercado, com três modos de pilotagem, controle de tração, freios ABS, sistema anti-derrapagem, enfim… todo controle que você pode imaginar, o motor é fácil de domar e casa muito bem com a power cruiser. Proporciona acelerações vigorosas, que fazem o piloto se segurar no guidão, e mantém o fôlego para rodar em velocidades bem mais altas do que o permitido.
Diavel é até ágil e fácil de pilotar, apesar do porte avantajado e entre-eixos longo
No trajeto para conhecer o novo modelo, pela Rodovia dos Bandeirantes, a diversão era acelerar tudo na saída do pedágio, enquanto trocava as marchas do câmbio de seis velocidade, com quick-shift, sem o uso da embreagem. A aceleração lembra muito de uma superesportiva – tanto que a Diavel 1260 S tem até controle de largada, como uma ‘drag bike’.
Painel tem tela colorida de TFT, mas é difícil de visualizar sob a luz solar
Mas o bom desempenho cobra seu preço com um alto consumo de combustível. O computador de bordo indicava 16 km/litro de combustível no painel, que também é novo e completo, com tela colorida de TFT, mas dependendo da luz solar é difícil de visualizar.
Confortável
Assento largo e pedaleiras centralizadas garantem uma boa posição de pilotagem
Mas em cerca de 100 km de avaliação, a Diavel 1260 S mostra seu lado custom. O assento baixo (a apenas 780 mm do solo) também é bastante confortável. O modelo ganhou até mesmo um Cruise Control (piloto automático) no punho esquerdo. Pode ser uma boa companheira de viagem, ao menos para o piloto. A garupa fica com as pernas bem flexionadas e sem apoio – mas para isso, a Ducati vende uma grande variedade de acessórios que vão de sissy-bar (encosto para garupa), malas laterais e até um útil para-brisa, para desviar o vento.
Mas, embora seja longa – com 1,6 metros de distância entre-eixos – e muito estável nas retas, a nova Diavel 1260 S teve uma redução no ângulo de cáster, que a deixou mais ágil nas mudanças de direção. Nem parece que o pneu traseiro tem 240 mm de largura, tamanha a facilidade para ziguezaguear entre as faixas de rolagem.
Farol de LED tem novo formato
Nas curvas, o modelo mostra sua “versão” naked, com uma posição de pilotagem ereta, em função do guidão largo e das pedaleiras centralizadas. Segundo a marca, a ergonomia foi um dos pontos que mereceram atenção dos engenheiros da marca nessa nova geração. Em uma posição de ‘controle’ da moto, o piloto mal percebe que ela pesa 244 kg em ordem de marcha.
Ciclística aprimorada
Geometria do quadro foi revista e suspensões são novas
Vale destacar também as melhorias na parte ciclística da nova Diavel 1260, ainda mais na versão “S”. Com garfo telescópico invertido, na dianteira, e um belo monobraço traseiro – ambos da grife Öhlins e totalmente ajustáveis, a Diavel, apesar de seu DNA custom, é ágil nas curvas e transmite segurança. Impressiona como uma moto desse porte é tão fácil de pilotar e “deita” com tanta facilidade.
Nos freios, A Diavel não fica devendo em nada aos modelos esportivos da marca italiana. Dois discos de freio de 320 mm de diâmetro são mordidos por pinças radiais monobloco Brembo, na dianteira. E, na traseira, um disco de 265 mm com pinça de dois pistões, também da grife Brembo. Com uma frenagem eficaz e a ajuda do ABS Bosch otimizado para as curvas, o sistema para essa “diabólica” Ducati com muita segurança.
Design inconfundível
Traseira minimalista e pneuzão traseiro de 240 mm são marcas da Diavel
Além de divertida de pilotar, moderna e com bom desempenho, a Diavel 1260 S se destaca por seu design inconfundível. Difícil quem não torce o pescoço para ver essa Ducati passar. Musculosa na parte dianteira, com um grave ronco saindo pela ponteira de escapamento, e uma traseira minimalista, que lhe rendeu o apelido de moto do Batman, a Diavel chama a atenção.
Mas, apesar das belas formas, a Ducati não esqueceu de torná-la uma moto funcional. Pode não ser versátil como uma bigtrail e nem esportiva como uma naked, mas deve agradar quem quer uma moto diferente e fácil de tocar para umas voltas no fim de semana. Até encara uma viagem mais longa, com os devidos equipamentos, com conforto e desempenho.
Sem concorrentes diretas, por sua proposta inusitada, a Ducati Diavel 1260 S tem tudo para repetir o sucesso de sua antecessora no Brasil – já foi um dos modelos mais vendidos da marca por aqui. Só esbarra no alto preço – R$ 94.900 – e no alto custo de manutenção da marca no Brasil. (texto Arthur Caldeira / fotos Mario Villaescusa)
Ducati Diavel 1260 S
Motor Dois cilindros em “L, 8 válvulas, comando desmodrômico, e refrigeração líquida
Diâmetro x Curso 106,0 X 71,5 mm
Taxa de compressão 13:1
Capacidade 1.262 cm³
Potência Máxima 162 cv a 9.500 rpm
Torque Máximo 13,1 kgf.m a 7.500 rpm
Alimentação Injeção Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio 6 velocidades com quickshift
Embreagem Multidisco banhada a óleo
Transmissão final Corrente
Suspensão
Dianteira Garfo telescópico Öhlins com tubos de 48 mm, totalmente ajustável
Traseira Amortecedor Öhlins totalmente ajustável
Freios
Dianteiro Disco duplo flutuante de 320 mm, com pinça radial monobloco Brembo de quatro pistões e ABS
Traseiro Disco simples de 265 mm com pinça flutuante de dois pistões e ABS
Rodas e Pneus
Dianteiro 120/70- ZR17
Traseiro 240/45- ZR17
Quadro Treliça em aço tubular
Altura do Assento 780 mm
Distância do Solo não disponível
Distância entre-eixos 1.600 mm
Tanque de combustível 17 litros
Peso (em ordem de marcha) 244 kg
Cor Preta
Preço R$ 94.900
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sexta-feira, 29 de novembro de 2019
Yamaha XMax 250 já está em pré-venda com preço sugerido de R$ 21.990
Nova scooter chega às lojas, porém, só em abril de 2020
A Yamaha XMax 250, principal lançamento da marca no Salão Duas Rodas 2019, já está em pré-venda nas concessionárias da marca pelo preço sugerido de R$ 21.990 (sem frete). A nova scooter de 250cc chega às lojas só em abril nas cores azul, preta e vermelha, com quatro anos de garantia e revisão a preço fixo.
Motor a gasolina tem arrefecimento líquido e produz 22,8 cv de potência
Equipada com um motor de um cilindro, 250 cm³, SOHC, e arrefecimento líquido, a XMax 250 produz 22,8 cv de potência máxima e tem câmbio CVT. O modelo conta com controle de tração de série, iluminação em LED e painel com dois mostradores analógicos e uma tela digital com diversas informações, inclusive um pequeno computador de bordo, que indica consumo médio e instantâneo.
XMax tem rodas aro 15, na dianteira, e 14, na traseira; freios são a disco com ABS em ambas
Na parte ciclística, destaque para a roda aro 15, na dianteira, e aro 14 , na traseira, calçadas com pneus sem câmara, nas medidas 120/70-15 (diant.) e 140/70-14 (tras.). Os freios são a disco nas duas rodas com sistema ABS de dois canais, ou seja, nas duas rodas.
Painel tem dois mostradores analógicos e uma tela digital de LCD ao centro
No quesito praticidade, destaque para a chave presencial (smart key), além de uma tomada 12V em um dos dois porta-luvas, localizados na parte traseira do escudo frontal. Outra característica interessante da XMax 250 é o amplo espaço sob o assento, que comporta até dois capacetes integrais. 
A XMax 250 chega para disputar mercado com a Honda SH 300i, que tem motor maior e mais potente (25,9 cv), mas fica devendo no controle de tração e custa R$ 23.590. Outra forte concorrente da scooter Yamaha é a Dafra Citycom 300i S, vendida por R$ 19.990. (por Arthur Caldeira)
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
Ligações de vendas: o guia definitivo para concessionárias
Tempo de leitura: 11 minutos
Vender carros, nos dias de hoje, é um trabalho que começa muito antes da negociação do cliente com o vendedor no showroom. Com tantos canais e fontes de informação disponível, ficou mais fácil para o comprador barganhar sem precisar fazer uma visita à loja. Nesse novo cenário, as ligações de vendas surgem como a principal aliada da concessionária na prospecção e venda pela internet.
É nessa hora que a maioria dos leitores vai parar de ler, pensando: telemarketing na minha loja? Nem pensar!
Muita gente olha torto para as ligações de vendas, mas essa antipatia toda é justificável. Afinal, quem já não recebeu uma ligação de telemarketing oferecendo um serviço que você não quer em um momento totalmente inoportuno?
Eu já! Mas também já converti em um formulário no site de uma empresa pedindo contato e nunca recebi a ligação. E isso, sim, foi o mais frustrante.
Vender é sobre dominar a interação entre você e o cliente. E fazer isso independe do canal. O mais importante, sim, é oferecer ao consumidor o que ele precisa, no momento em que ele precisa.
É assim que as ligações de vendas estão se tornando as principais aliadas das concessionárias nas vendas online. Elas complementam o processo de venda iniciado pela internet, pois é quando os profissionais de atendimento, os chamados encantadores de leads, vão qualificar o lead e prosseguir com a negociação.
Parece fácil, mas isso envolve mais que o simples uso de scripts de vendas frios e vazios. No texto de hoje vamos detalhar como um vendedor de carros pode usar as ligações de vendas para aumentar os resultados da loja.
Transforme o CRM da concessionária em uma máquina de oportunidades
O CRM é uma ferramenta tradicional e bastante conhecida em empresas de diversos segmentos. O problema é quando o seu potencial fica restrito ao entendimento de que serve apenas para o armazenamento de dados dos clientes.
No segmento automotivo, nem toda concessionária percebe, imediatamente, que existem diferenças marcantes entre simplesmente guardar dados de leads e acompanhar leads pela jornada de compra.
É pouco útil acumular informações sem um propósito. Para o marketing digital e as vendas online, dados só fazem sentido se puderem ser usados de forma estratégica.
1. Compreenda o comportamento do lead
Explorar as funcionalidades de um bom sistema CRM para transformar ligações em vendas é dar um passo adiante. Na verdade, recorrendo às funcionalidades da ferramenta é possível descobrir como avançar com o lead no funil de vendas.
Um exemplo de bom uso é a consulta ao histórico de registros para verificar a condição e classificação do lead. Essa é uma forma que os encantadores de leads têm para identificar as necessidades e desejos dos potenciais clientes antes de fazer a ligação.
A ideia é utilizar o sistema de gerenciamento de contatos de clientes para analisar as interações já realizadas e tentar compreender o comportamento do lead; quais os seus interesses, dúvidas que já teve, bem como relutâncias e objeções.
2. Monitore os leads
Como saber quantos leads se tornaram oportunidades de venda? Monitorando essa demanda com a ajuda do CRM.
Por meio de monitoramento, a concessionária vai ter controle sobre quantos leads visitaram a loja para fechar negócio. O primeiro passo para isso é definir como e quando responder ao visitante que converteu em lead.
Esse atendimento inicial, respeitando um processo pré-definido, vai permitir que o encantador descubra qual a maturidade do lead e, com isso, que tratamento dar a ele.
Vale lembrar que os canais de atendimento são variados e a própria escolha do lead por um ou outro já é um fator determinante de suas necessidades.
Um comprador que telefona para a concessionária tem grandes chances de estar mais maduro para negociar. Já um lead que concorda em receber informações por e-mail pode estar apenas na fase inicial de sua jornada de compra. Cada qual deve receber do encantador a atenção correspondente.
3. Faça follow-up
Um dos principais diferenciais para atender esse perfil de cliente atual é a personalização do atendimento. Com os dados organizados de forma categórica pelo CRM fica mais fácil, por exemplo, dar follow-up e manter os leads dentro de um campo de monitoramento.
Boa práticas de follow-up são importantes para trabalhar o relacionamento com leads e clientes, pois mostram que a loja preocupa-se com ele e têm práticas comunicativas bem ajustadas.
O encantadores podem utilizar o sistema tanto para efetuar os registros relativos às interações com o lead quanto para consultar a base antes de efetuar um novo contato. Na prática de follow-up, o encantador pode se preparar utilizando o CRM para definir um objetivo, formular um roteiro de diálogo e listar perguntas, tudo baseado no histórico de informações do lead.
Para evitar mal entendidos, na equipe de encantadores, sobre quais leads ou clientes devem receber follow-up, é preciso determinar critérios como, por exemplo, voltar a contactar leads inativos, ou ainda acionar apenas clientes que acumulam certas características.
Aplique as noções de marketing digital automotivo
Mesmo com tantos processos digitais e tecnologias em vigor, uma parte significativa das concessionárias do mercado nacional mostra-se ainda preparada apenas para o atendimento na loja física.
O fato da revendedora de automóveis ainda não estar à altura para lidar com clientes que chegam pelas vias do digital representa um problema para o seu resultado em vendas.
Perceber como o marketing digital funciona é exercitar uma tentativa de compreensão mais ampla do mercado atual. O atendimento por intermédio dos canais digitais é o que faz mais sentido para o consumidor de hoje, portanto trabalhar a construção do relacionamento com o cliente a partir do ambiente on-line é o melhor caminho para mudar os resultados.
1. Saiba quais são os leads prontos para a compra
A concessionária, por meio de seus times de marketing e vendas, deve conseguir entender quais iscas de conversão e canais representam interesses dos leads. Isso é possível por meio de análises dos fluxos de página e do desempenho das campanhas de marketing.
Sabendo as diferenças entre os tipos de leads que chegam à concessionária é que se pode perceber que nem todos estão prontos para realizar uma compra e, por isso, não devem receber o mesmo tratamento.

2. Ligações ou mensagens pelo Whatsapp?
As chamadas telefônicas, por exemplo, têm alto percentual de conversão, apesar de serem um primeiro passo. O contato imediato com o lead, tão logo ele fez a conversão, aumentam as chances de fechar negócio. É também o momento em que o encantador deve levantar informações relevantes sobre os interesses do lead e entregar conteúdo adicional sobre o produto que o atraiu.
Apesar do poder de transformação das ligações em vendas, não podem ser ignorados os outros canais disponíveis. A melhor postura do encantador é justamente sondar se o lead prefere algum meio comunicação, seja e-mail ou mesmo Whatsapp.
O aplicativo de mensagens instantâneas, por sinal, tem crescido na preferência do público consumidor brasileiro. Tornou-se, cada vez mais, uma via de interação entre consumidores e empresas, pois permite o contato em tempo real, além do envio de imagens, áudios e outros tipos de arquivos de conteúdo.
A prática ajuda a contornar objeções
A prática faz o encantador tornar-se melhor no que faz, pois passa a conhecer as objeções mais frequentes dos leads, desenvolve formas de contorná-las e deixa a comunicação mais polida, com menos entraves.
Os profissionais de atendimento têm desenvolvido maior consciência sobre a necessidade de serem rápidos no retorno a um lead convertido. Esse o caminho no contexto do marketing digital, com uso de conteúdo e técnicas de atração.
Sabemos que o objetivo da ligação é classificar o lead e não propriamente vender. Porém, é esse início do processo que pode fazer toda a diferenças nos resultados.
Encantadores são profissionais treinados e capacitados para dar assistência ao lead, percebendo o que realmente pode ajudá-lo. Dessa forma, geram uma proposta de valor e avançam o comprador no funil de vendas, amadurecendo a negociação.
1. Compreenda os pilares da negociação
O tempo, sem dúvida, é um deles. Para transformar ligações em vendas é preciso paciência e avanço gradual, no entanto se a negociação prolonga-se demais é pior para ambas as partes.
Outro aspecto é o esforço dedicado a um lead. Quando ultrapassa muito a estimativa média, torna-se cansativo. Se o diálogo já se desdobrou em diversos aspectos e mesmo assim não dá sinais de progresso, a perda de recursos deve ser levada em conta.
O envolvimento emocional do profissional é também um pilar da negociação. Acaba sendo uma motivação extra para o fechamento e dá mais desenvoltura para articular a conversa com o cliente.
2. Aplique técnicas de venda
Já que a interação do encantador com o lead caracteriza uma pré-venda, cabe aplicar algumas técnicas já conhecidas. O intuito é facilitar a comunicação e contribuir para a conversão do lead em agendamento.
Planejar antes de iniciar a conversa é muito importante, seja o diálogo via telefone, chat ou mensagens instantâneas. Para o caso de envio de e-mails, é fundamental personalizar o conteúdo com foco no perfil do lead, ou de um grupo de leads.
Nas conversas por chat ou chamada telefônica o melhor é preparar um roteiro, incluindo perguntas para flexibilizar o diálogo. Embora não exista uma única fórmula para roteirizar a conversa, alguns aspectos pontuais deve ser observados. Veja alguns deles:
- Introduza a fala
Abordar sempre com educação, pedindo permissão para continuar, aguardando realmente que o lead, ou cliente, consinta. Nesse início, é bom esclarecer como conseguiu o contato, apontando que se deve ao preenchimento do formulário de conversão. Vale a pena agradecer ao lead pela iniciativa.
- Classifique o lead
Isso pode ser feito por meio de perguntas que ajudem a entender o perfil do lead. Questões sobre quando ele pretende adquirir um veículo, qual carro possui no presente e qual o motivo para buscar um novo vão ajudar a identificar o progresso do lead na jornada de compra, o tipo de veículo de preferência e as motivações que o levaram a pesquisar. Depois, podem ser feitas outras perguntas, relacionadas a características do carro de preferência e a forma de pagamento, por exemplo. Tudo depende da fluência da conversa.
- Defina o próximo passo
Seja o agendamento de uma visita à loja, ou de um test drive, o ponto aqui é não desperdiçar esforços e garantir que haja um avanço, sem permitir evasivas do cliente. Marcar um outro dia ou horário para a ligação, ou mesmo o envio de um e-mail também é válido. Até mesmo saber que o lead não quer mais ser contactado é importante.
Conclusão
Não é tão simples pensar na conversão de ligações em vendas quando o contexto real ainda demonstra existirem situações em que clientes mal recebem retorno de suas solicitações, ou não recebem dentro de tempo aceitável, longe do ideal.
No texto de hoje, falamos sobre jamais fazer chamadas sem planejamento. Mas a questão principal é saber utilizar cada canal de forma adequada.
O marketing digital apresenta um leque de oportunidades para além das chamadas telefônicas, então é preciso conhecer o seu público para eleger uma estratégia de comunicação mais alinhada aos interesses dele.
Um recurso que vem se destacando é o e-mail marketing, ainda assim pode ser facilmente associado pelo cliente à prática de SPAM. Isso mostra o quanto uma estratégia de comunicação precisa ser bem elaborada, sob o risco de acabar em desperdício de tempo.
Agora que você sabe mais dos aspectos envolvidos nas ligações de vendas, conheça os fundamentos da metodologia capaz de modificar a dinâmica da sua concessionária on-line: o curso do Encantamento de Leads no AutoForce Academy.
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Conheça a moto Yamaha de três rodas que deve vir ao Brasil
Niken chamou atenção no Salão Duas Rodas 2019
Posicionada estrategicamente na entrada do estande da Yamaha no Salão Duas Rodas 2019 estava a Niken, a revolucionária moto de três rodas da marca japonesa. Vendida na Europa desde 2018 por 15 mil euros (cerca de R$ 75 mil), a Niken pode vir também para o mercado brasileiro.
Motor e o sistema de escapamento são os mesmos da MT-09: três cilindros, 847 cc e 115 cv
A Niken é a aposta da Yamaha para atrair novos condutores para o mundo das motos. De acordo com a fábrica, o modelo “é um dos conceitos mais radicais do mundo do motociclismo, e representa o início de uma nova era no controle das máquinas”.
A Niken tem duas rodas na dianteira dotadas da tecnologia Leaning-Multi-Wheel, da Yamaha, na qual as duas rodas dianteiras se inclinam nas curvas como em uma moto de verdade, ou seja, uma moto de duas rodas. O sistema já faz sucesso nas scooters Tricity de 155 e 300cc, esta última lançada recentemente na Europa.
As duas rodas dianteiras se inclinam como em uma moto de “verdade”
Como se equilibra quase que sozinha, a Niken – e os outros triciclos da Yamaha – atraem pretendes a motociclistas que tenham receio de andar em “apenas” duas rodas. Como utiliza o mesmo motor de três cilindros e 900 cc da MT-09, que produz 115 cv de potência, a Niken já tem até um sistema de escapamento homologado para o mercado brasileiro – e que equipava o modelo exposto no Salão Duas Rodas 2019. Mais um indício de que o modelo futurista está mais perto do Brasil do que pensamos. (Por Arthur Caldeira)
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terça-feira, 26 de novembro de 2019
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
sábado, 23 de novembro de 2019
Salão Duas Rodas: cinco motos imperdíveis para ver no fim de semana
Evento acontece até domingo (24), no SP Expo, Zona Sul da capital paulista
Otimista com a alta nas vendas – a produção de motos deve crescer 6,6% neste ano e atingir 1.105.000 unidades -, a indústria de duas rodas apresentou poucos, porém bons lançamentos no Salão Duas Rodas 2019. Se você não conseguiu visitar a feira neste ano, não se desespere: ela vai até este domingo (24), e ainda dá tempo de passar no São Paulo Expo neste fim de semana para conferir as atrações.
Fizemos uma lista de cinco grandes estrelas do evento para você não perder tempo, e ver de perto os cinco destaques mais imperdíveis. Tem scooter com controle de tração, esportivas de quatro cilindros, clássicas modernas por um preço acessível e naked com painel “conectado”. Confira:
Honda CBR 650R
Além da CB 650, que nós já avaliamos, a Honda trouxe a CBR 650R para o Salão. Assim como a naked, a versão carenada ganhou design novo, que remete à CBR 1000RR Fireblade, e melhorias mecânicas e ciclísticas que a deixaram mais esportiva. Com linhas mais radicais que a comportada CB 650F, a nova CBR 650R também traz embreagem deslizante e controle de tração no motor de quatro cilindros e 649 cm³, que manteve a potência de 88 cv, mas ganhou suspensão invertida e pinças radiais na dianteira. Se for à feira, experimente também a nova posição de pilotagem: as pedaleiras estão mais recuadas e os dois semi-guidões agora são fixados abaixo da mesa de direção. Não chega a ser uma RR, mas a nova CBR 650R deve se sair muito bem em uma pista. Os modelos chegam ao mercado no primeiro trimestre do próximo ano.
Yamaha XMax 250
Com o segredo bem guardado, a Yamaha surpreendeu a todos com o lançamento de mais uma scooter, a XMax 250, um antigo pedido de clientes e concessionários da marca. Equipada com um motor de um cilindro, 250cc e 23 cv de potência, a XMax 250 tem um porte imponente e conta ainda com controle de tração e chave presencial (Smart Key). Vale destacar também o grande compartimento sob o banco, que comporta dois capacetes fechados. O modelo começa a ser fabricado em março e deve chegar às lojas em abril, mas você já pode vê-lo de perto no estande da Yamaha.
Triumph Rocket 3 R
Completamente renovada, a Triumph Rocket 3R é uma gigante em duas rodas: seu motor de três cilindros e 2.500 cc é o maior a equipar uma moto de série em todo o mundo. Capaz de gerar 167 cv de potência máxima, ele se destaca por produzir 22 kgf.m de torque máximo, mais que muito carro 1.0 por aí. Seu desempenho deve ser ressaltado ainda mais por conta da redução de peso – cerca de 40 kg mais leve – em relação à geração anterior da moto. De tão grande, a Rocket 3 tem lugar de destaque no estande da marca inglesa e merece ser vista de perto.
Royal Enfield Interceptor 650
Tão aguardada pelos fãs de motos com visual clássico e mecânica moderna, a Royal Enfield Interceptor 650 – e sua irmã Continental GT 650 – finalmente é lançada no Brasil e chegam às lojas em janeiro do próximo ano. Equipadas com um novo motor de dois cilindros e 650cc, capaz de gerar 47 cv de potência máxima, as bicilíndricas da marca indiana devem mexer com o segmento de “clássicas-modernas” no país. Com bom nível de acabamento e ciclística acertada, a naked Interceptor e a cafe racer Continental GT 650 chegaram com preços competitivos, que surpreenderam até mesmo os concessionários: R$ 24.990 e R$ 25.990, respectivamente. Um valor relativamente baixo para modelos de 650cc com tanto estilo.
Kawasaki Z 900
Em voo sem escalas entre Milão e São e Paulo, a Kawasaki trouxe diretamente do EICMA 2019 a nova geração da Z 900. A naked de quatro cilindros ganhou um visual mais refinado, além de melhorias na suspensão e uma eletrônica avançada, com controle de tração e modos de pilotagem. Destaque para o novo painel com tela colorida, que permite conectar o smartphone por meio de um aplicativo para receber informações sobre o trajeto e o veículo e ainda fazer ajustes na moto. Como ela é uma estreia mundial e ainda vai demorar para chegar às lojas – a previsão é final de 2020 – vale a pena passar no estande da marca verde para ver de perto essa naked de 125 cv de potência. (por Arthur Caldeira)
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sexta-feira, 22 de novembro de 2019
Honda expõe scooters Forza 300 e ADV 150 para testar reação do público
Forza 300 pode ampliar o line-up de scooters da marca
Entusiasmada com o aumento das vendas de scooter no Brasil, segmento que teve alta de 27% nos primeiros nove meses de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado, a Honda expôs, no Salão Duas Rodas 2019, dois modelos inéditos – a Forza 300 e a ADV 150 – para testar a receptividade do público. Segundo a marca japonesa, “procedimento sempre importante para definir estratégias futuras e satisfazer plenamente os clientes deste segmento cada vez mais aquecido”.
ADV 150 tem até acessórios para ficar ainda mais “off-road”
Isso significa que Forza 300 e ADV 150, embora esteja expostas no estande da Honda no evento, ainda não estão confirmadas para o mercado brasileiro. São apenas estudos da reação do público para, quem sabe, lançá-las no mercado nacional. Em nota, a empresa afirma que “Forza 300 e ADV 150 compartilham da melhor tecnologia disponível no segmento e de acordo com a receptividade obtida no Salão Duas Rodas, são candidatas a futuramente integrar o line-up da Honda no Brasil.” Conheça um pouco cada uma delas e deixa sua opinião nos comentários.
Forza 300
Scooter de 300 cc tem iluminação full-LED e parabrisa com ajuste elétrico
Antigo pedido dos motociclistas brasileiros, em comentários nas redes sociais, a Forza 300 foi lançado em 2000 no exterior e caiu no gosto dos europeus. Aperfeiçoada ao longo dos anos, em 2018, a Forza 300 foi renovada e ficou mais leve (12 kg), mais compacta e ágil, melhorando em itens como consumo, aceleração e velocidade máxima.
Forza 300 tem rodas aro 15 (diant.) e 14 (tras.), e vem com controle de tração
Equipada com um motor monocilindro arrefecido a líquido de 279 cm³ e transmissão CVT, dispõe de sistema de controle de tração, freios a disco com ABS em ambas rodas, de 15 polegadas na dianteira, e 14 polegadas atrás.
Destaque para o grande compartimento sob o banco, capaz de abrigar dois capacetes, além de seu parabrisa regulável em altura com comando elétrico, smart-key, iluminação full-LED e completo painel que concilia instrumentos digitais à uma tela LCD.
Honda ADV 150
Motor da ADV 150 é o mesmo da PCX 150, scooter mais vendido do Brasil
Inspirada na X-ADV, a scooter que tem pneus mistos e até encara um off-road, a Honda lançou recentemente no exterior, a ADV 150, que compartilha o mesmo conceito de design e a devida robustez que se espera de uma scooter capaz de breves incursões em terrenos ruins.
A ADV 150 compartilha com a PCX a mesma mecânica, o consagrado motor monocilindro arrefecido a líquido de 150 cc com dispositivo Idling Stop. A ADV 150 traz rodas de liga (14”na frente, 13”atrás) calçadas com pneus 110/80 e 130/70, suspensão telescópica convencional na dianteira e bichoque na traseira, com amortecedores de reservatório em separado. Os freios são a disco em ambas as rodas, com ABS. Sob o assento, são 28 litros de capacidade.
Inspirada na X-ADV, ADV 150 tem pneus de uso misto e suspensões reforçadas
Algumas características da ADV 150 são idênticas aos da PCX, como chave presencial smart-key, iluminação full-LED e tecla para abertura do tanque/banco ao lado do botão de ignição. Um grande diferencial da ADV 150 é, porém, o painel de instrumentos, completamente digital, que segue o padrão “blackout”, cujo design remete ao X-ADV. (por Arthur Caldeira)
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Vespa lança Club 125 scooter de entrada por R$ 14.980 no Salão
Modelo tem motor de 125cc e acabamento sem cromados
Com um estande na entrada do Salão Duas Rodas 2019, a Vespa, embora pouco representativa no Brasil, chamava a atenção dos visitantes com seus charmosos scooters. Além dos modelos de 150cc, a marca apresentou o Club 125, que tem motor de menor capacidade cúbica e acabamento mais simples.
Club 125 tem rodas de 12 polegadas e freio a disco na dianteira
A nova Club 125 quer ser a porta de entrada para as scooters da marca. Equipada com motor monocilíndrico de 125 cm³ refrigerado a ar, que alcança potência máxima de 9,5 cv a 7.250 rpm e torque de 9,9 Nm a 6.250 rpm, a scooter vai custar R$ 14.980. O valor é mais baixo em relação a outros modelos da marca, que custam em torno de R$ 19 mil, mas ainda assim é superior aos concorrentes Yamaha Neo 125 (R$ 8.490) e Honda Elite 125 (R$ .
Disponível em quatro diferentes cores – azul, cinza, amarelo e vermelho -, a nova Vespa Club 125 mantém o mesmo design de outros modelos, mas com espelhos e frisos laterais na cor preta, abrindo mão dos cromados. A novidade possui suspensão dianteira de braço único, rodas de liga-leve 10 polegadas e freio a disco, na dianteira, e a tambor, na traseira, com CBS (Combined Braking System). A nova Club 125 começa a ser vendida ainda neste ano nos revendedores da marca – há um em São Paulo (SP) e outro em Belo Horizonte (MG) (por Arthur Caldeira)
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Chinesa Haojue lança moto street de 160cc novo scooter e trail de 150cc
Haojue e Kymco dividiam o estande com a Suzuki J.Toledo no Salão Duas Rodas 2019
Em um estande conjunto com a Suzuki e a Kymco, representadas no país pela J.Toledo, a Haojue, marca de origem chinesa, mostrou três novos modelos no Salão Duas Rodas 2019: a nova street DR 160 FI, o scooter VR 150 e a trail urbana NK 150.
Nova DR 160 tem suspensão invertida na dianteira e monochoque na traseira por R$ 12.295
Equipada com um novo motor injetado de 162 cm³, que produz 15 cv de potência a 8.000 rpm, a nova DR 160 tem uma “pegada” mais esportiva. Além do design, a suspensão dianteira é invertida e a traseira, monoamortecida. Os freios são a disco nas duas rodas com sistema CBS (combinado). As rodas são de liga-leve. Destaque para o painel com tela de LCD. O modelo chega às lojas em fevereiro e tem preço sugerido de R$ 12.295.
Novo scooter tem roda aro 21 na dianteira e vai custar R$ 9.740
O scooter VR 150 tem roda dianteira de 12 polegadas (10′ na traseira) com um motor de 149,5 cm³, 10,8 cv, e câmbio CVT. Com preço sugerido de R$ 9.740, o scooter da Haojue também chega ao mercado em fevereiro e já vem com baú de 16 litros de série.
Primeira trail da Haojue, NK 150 só chega em julho e preço ainda não foi definido
Já a primeira trail urbana da marca no Brasil, a NK 150 só começa a ser vendida em julho de 2020, e seu preço ainda não foi definido. Com rodas raiadas, 19 polegadas na dianteira, a NK 160 tem freio a disco na frente e tambor, atrás, com sistema ABS, mas só na dianteira. Seu visual se assemelha à Bros, com bagageiro integrado às alças da garupa, mas suas linhas são mais angulosas. O motor de 149 cm³ produz apenas 12 cv de potência.
Maxiscooter Kymco
Em um dos cantos do estande, estavam expostos as scootes da taiwanesa Kymco
Na outra ponta do estande, o scooter Kymco AK 550 chamava a atenção do público. O maxiscooter tem motor de dois cilindros, 550,2 cm³, que produz bons 51 cv de potência máxima. Com um design agressivo, o AK 550 tem faróis de LED e painel interativo, além de Smart Key. Destaque para os dois modos de pilotagem – standard e chuva – e os freios a disco com sistema ABS.
AK 550 tem motor de 51 cv, dois modos de pilotagem e vai custar R$ 44.900
O Kymco AK 550 só chega às lojas em julho do próximo ano com preço sugerido de R$ 44.900, nas cores preta e cinza fosco. (Por Arthur Caldeira)
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quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Suzuki mostra nova versão mais aventureira da antiga V-Strom no Salão
Estande da Suzuki exibiu diversas motos, mas pouca novidade
No Salão Duas Rodas 2019, a Suzuki, representada no Brasil pela J.Toledo, repetiu a escassez de lançamentos da marca em edições anteriores e outros salões internacionais. Mostrou apenas uma nova versão Adventure da “antiga” V-Strom 1000 XT.
Antiga, entre aspas, porque é o modelo vendido atualmente no país, mas no Salão de Milão deste ano, a marca apresentou a nova geração da bigtrail, que manteve o nome, mas ganhou visual novo e eletrônica mais avançada, além de um motor renovado.
V-Strom 1000XT Adventure sai de fábrica mais equipada: preço sugerido é de R$ 58.900
A V-Strom 1000 XT Adventure nada mais é do que uma versão mais equipada: além das rodas raiadas com pneus sem câmara, traz acessórios, como protetores de cárter e motor, iluminação auxiliar em LED e malas laterais para longas viagens. O preço promocional anunciado no Salão é de R$ 58.900 – mais alto que os R$ 50.900 pedidos pelo modelo standard.
A V-Strom 650 XT Adventure (em segundo plano) traz os mesmo acessórios
A marca também apresentou a V-Strom 650 XT Adventure, que traz basicamente os mesmos acessórios do modelo de 1.000 cc e sai por R$ 44.900. (por Arthur Caldeira)
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Novas Royal Enfield de 650 cc chegam em janeiro; preço parte de R$ 24.990
Interceptor 650 e Continental GT 650 são as grandes atrações do estande da marca no Salão Duas Rodas 2019
Finalmente as novas Royal Enfield Interceptor 650 e Continental GT 650 já tem data para chegar ao Brasil: os modelos equipados com o inédito motor bicilíndrico de 650 cm³ começam a ser vendidos em janeiro nas concessionárias da marca no país. Os preços partem de R$ 24.990 para a clássica naked Interceptor e de R$ 25.990 para a cafe racer Continental GT. As Twins 650cc já estão disponíveis para a pré-venda no site da marca.
Ambas são os primeiros modelos globais da marca de origem inglesa, que desde 1994 pertence ao grupo indiano Eicher Motors, e mantém a estratégia de focar em motos de média cilindrada e ampliar sua participação mundial. Mas, até então, a empresa vendia concentrava grande parte das vendas na Índia. “Acreditamos que as novas motos são tanto um upgrade para nossos clientes como uma forma de atrairmos novos motociclistas para a marca”, afirmou o CEO do Eicher Group e da Royal Enfield, Siddhartha Lal, à época do lançamento mundial das motos.
Os modelos chegam às lojas em janeiro, mas já estão em pré-venda no site da marca
Nenhuma peça sequer dos novos modelos é compartilhada com as atuais motos vendidas pela Royal Enfield. Ambas foram desenvolvidas no Centro Técnico da marca, localizado no Reino Unido e inaugurado em 2017. As motos levaram cerca de três anos para serem concluídas. Portanto, elas não têm nada a ver, exceto pelo estilo clássico, com as motos Royal que você já conhece.
Apesar do estilo distinto, Interceptor e a nova Continental GT compartilham quadro, rodas, freios, motor e câmbio. Apenas o tanque, o acerto das suspensões, a posição das pedaleiras e o guidão são diferentes. A “cereja do bolo” é o motor com o clássico desenho inglês: dois cilindros paralelos com refrigeração mista, ajudada por um pequeno radiador de óleo. O virabrequim foi forjado em uma única peça e o intervalo de ignição é de 270° para aproveitar melhor o torque do bicilíndrico. O comando é simples (SOHC), mas há quatro válvulas por cilindro.
Novas motos compartilham o motor de dois cilindros paralelos, 650 cc, capaz de produzir 47 cv de potência
Alimentado por injeção eletrônica, o motor produz bons 47 cv de potência máxima a 7.100 rpm – bem mais do que os 27,5 cv dos modelos monocilíndricos. O torque máximo é de 5,3 kgf.m já a 4.000 giros. Em conjunto com o câmbio de seis marchas e embreagem assistida, os números de desempenho são suficientes para arrancadas vigorosas ou para rodar a 120 km/h na estrada.
Mas o mais importante é que o bicilíndrico não vibra como os monocilíndricos atuais da Royal. Além de a arquitetura de dois cilindros paralelos ajudar nisso, a marca adotou um eixo balanceiro que reduziu as vibrações ao mínimo.
Naked clássica
A Interceptor 650 foi inspirada em um modelo de mesmo nome construído nos anos de 1960 que fez muito sucesso nos Estados Unidos. A Interceptor é uma naked com visual clássico, cheia de cromados e guidão alto. O preço será a partir de R$ 24.990 para a cor regular da Interceptor 650, já as cores custom e chrome custarão, respectivamente, R$ 25.990 e R$ 26.990.
Cafe Racer
Já a Continental GT 650 segue o estilo cafe racer, nascido na Inglaterra no final dos anos de 1950. Mas o modelo que inspirou a nova Continental GT tinha o mesmo nome, motor de 250cc, e saía de fábrica com semi-guidões e pedaleiras recuadas em 1965. A cor regular vai custar R$ 25.990 na Continental GT 650cc, enquanto as versões custom e chrome sairão por R$ 26.990 e R$ 27.990.
Himalayan ganha edição especial
Himalayan Sleet tem pintura diferenciada, protetor de motor e malas laterais de série
Em sua segunda participação no maior evento do setor motociclístico da América Latina, a marca traz ainda mais uma novidade para Brasil, a Himalayan Sleet, uma edição especial do modelo mais vendido da Royal Enfield no país. Já disponível nas cinco concessionárias, localizadas em São Paulo, Brasília, Curitiba, Campinas e Ribeirão Preto, e a partir de 30 de novembro na nova loja da marca em Belo Horizonte, o modelo tem preço sugerido de R$ 22.990,00.
Além da pintura clamufada, a Himalayan Sleet já vem com protetor de motor e duas malas laterais em alumínio. (por Arthur Caldeira)
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Como e por que automatizar processo de vendas em concessionárias?
Tempo de leitura: 11 minutos
Melhorar a performance do processo de vendas deveria ser um objetivo de toda concessionária. Porém, muitos dealers ainda não perceberam que a saída para aumentar o desempenho do time comercial está em automatizar o processo de vendas na concessionária.
Por mais organizados que estejam os fluxos de trabalho de uma revendedora de carros, a tecnologia tem sempre um impacto positivo na dinâmica do negócio. Isso se desdobra em aumento na produtividade do time, na redução do ciclo de vendas e na melhoria da satisfação do cliente.
Você pode achar que a automatização do processo de vendas é algo muito distante da necessidade atual dos revendedores, mas se enganou. O surgimento de ferramentas digitais que já fazem parte do dia a dia da maioria dos revendedores, como sistemas DMS e CRM, são um exemplo disso.
No entanto, essas ferramentas digitais não conseguirão atuar sozinhas se sua loja não tiver processos de venda bem organizados, que consigam reunir setores, profissionais e canais em prol de um único objetivo: criar uma experiência de compra mais simples para o consumidor.
Então, que tal explorarmos mais, no material de hoje, sobre como automatizar o processo de vendas pode trazer benefícios para sua loja? Leia até o final e entendas todos os porquês da automação.
O que significa automatizar o processo de vendas?
Significa otimizar o trabalho da equipe, agilizando tarefas rotineiras, que não geram valor, ao permitir que softwares e sistemas as executem.
E por que isso é importante? Porque tempo economizado nessas tarefas pode ser destinado a aumento no tempo dedicado ao fechamento de vendas.
Em 2017, uma pesquisa da HubSpot forneceu um dado bem alarmante. Apenas ⅓ do dia de trabalho de um vendedor era dedicado ao fechamento de uma venda.
O resto do tempo estava desaparecendo em tarefas administrativas, como redigir e-mails, agendar ligações, organizar planilhas…
De certa maneira, essa organização de tempo mudou porque a organização do processo de vendas também deu uma virada vertiginosa.
Se, antes, o processo de venda era dividido em:
- 10% do tempo para quebrar o gelo com o cliente em potencial;
- 20% do tempo para mostrar o catálogo de produtos/serviços;
- 30% chegar a um acordo
- 40% fechar a venda (e toda a burocracia envolvida nisso)
Hoje, o esquema precisa ser completamente diferente. Isso porque não só a forma de compra mudou (e já falamos bastante sobre a nova jornada de compra de carros), como a disputa pela atenção do cliente está maior, assim como a necessidade de integrar canais online e offline. (Omnichannel é uma tendência crescente)
Agora, essa organização do processo está dividida em:
- 40% do tempo para criar relações de confiança;
- 30% do tempo em detectar um problema/necessidade;
- 20% do tempo a oferecer um produto/serviço baseado na necessidade;
- 10% do tempo focado no fechamento.
Ao automatizar o processo de vendas, a concessionária pode organizar esse processo melhor e aumentar a eficiência dele.
Ações de automação permitem que canais de comunicação da concessionária sejam monitorados, que contatos de potenciais clientes sejam centralizados em um banco de dados único, disponível para todas as equipes.
Com automações de e-mail, por exemplo, o envio de conteúdo fica programado como consequência de um comportamento do lead: abertura do e-mail, cliques, inatividade, tudo tem um significado e desencadeia uma ação específica.
Automatizar o processo de vendas não significa ligar um piloto automático e deixar de lado. É preciso observar, analisar os fluxos e fazer ajustes.
Quando tarefas onerosas, repetitivas e improdutivas passam a um esquema operacional automatizado, os profissionais podem dedicar esforços a tarefas que realmente façam diferença nos resultados em vendas.
Quais os benefícios de automatizar o processo de vendas?
O ganho principal é em produtividade, mas os impactos se refletem até mesmo no fluxo de clientes da loja. Também como consequência, as equipes tornam-se mais enxutas e as chances de melhorar a performance da concessionária aumentam bastante.
Como a tecnologia jamais fica estagnada, os avanços fazem surgir cada vez mais possibilidades de configuração dos softwares. Com isso, as empresas passam a contar com mais mecanismos de ajuste para adequar os sistemas aos seus fluxos de trabalho internos.
As concessionárias podem tirar proveito da automação para aprimorar seus processos de venda, usando sistemas para gerenciar conteúdo on-line, administrar leads e monitorar os resultados online.
Powered by Rock ConvertQuais ferramentas usar para automatizar o processo de vendas?
Separamos algumas ferramentas que já são adotadas por concessionárias brasileiras para automatizar o processo de vendas e melhorar os resultados. Veja algumas delas!
1. Plataforma CMS (Content Management System)
Uma plataforma de gerenciamento de conteúdo auxilia na gestão do conteúdo online da concessionária. Assim, é possível cadastrar ofertas de veículos rapidamente, substituir banners, incluir serviços, tudo por conta própria e sem depender de programação.
Esse tipo de ferramenta pode auxiliar muito os gestores de vendas e pós-vendas, que precisam manter sempre o site atualizado com relação às ofertas e oscilações nos preços.
Com uma plataforma CMS, a concessionária também pode desenvolver e administrar páginas especificamente voltadas para a conversão: as landing pages, ou “páginas de pouso”, feitas para receber todo o tráfego de anúncios na internet. Isso significa poder inserir fotos e vídeos, editar textos, determinar os campos do formulário de conversão e fazer ajustes no layout da página.
É também por meio da plataforma que a concessionária pode criar e configurar uma página de showroom virtual. Nela podem ser inseridos banners, links, informações sobre os veículos, carrossel de ofertas e iscas de conversão.
Também podem ser criados canais para a comunicação do visitante com a equipe de tratamento das oportunidades geradas pela internet, que chamamos por aqui de encantadores de leads. Isso pode ser feito pelo chat ou WhatsApp da concessionária, integrados ao showroom, permitindo o início imediato de uma conversa pelo aplicativo (você pode ver mais no post sobre técnicas para vender carros pelo WhatsApp).
2. E-mail autoresponder
São e-mails enviados para o lead no momento da conversão, tornando o ponto de contato com o lead mais eficaz.
Trata-se de um exemplo de automação capaz de transformar completamente a rotina da loja. Em vez de um profissional do atendimento elaborar um e-mail e enviar para o lead, o disparo do e-mail é programado para acontecer em decorrência da interação do usuário com a página.
A confirmação de um usuário que converte em lead é o tipo de disparo mais necessário, pois não só garante o recebimento do pedido do consumidor como indica que ele terá retorno.
Geralmente, esse tipo de e-mail é oferecido ou pela plataforma CMS na qual você gerencia o showroom digital, ou de plataformas de automação de e-mail marketing, como MailChimp e RD Station.
3. Integradores de anúncios
São softwares que permitem à concessionária publicarem, de uma só vez, o seu estoque de veículos em portais de classificados on-line.
A integração com os sites de anúncios ajuda com o giro de estoque da loja e gera leads para os times de marketing.
A automação ocorre nesse processo tanto no momento de cadastrar um grande volume de ofertas de uma vez, como quando elas são alteradas e, consequentemente, são atualizados os anúncios nos sites de classificados.
A economia de tempo que esse processo gera é significativa, e as chances de erro no cadastro diminuem. Além disso, com ofertas atualizadas a concessionária inibe a frustração de quando o usuário solicita informações sobre uma carro que já foi vendido.
4. Gerenciador de leads
São softwares de gerenciamento da relação com leads e permitem armazenar um histórico das interações já realizadas com cada lead, informações referenciais, dados de contato e outros registros, tudo concentrado no mesmo lugar.
Existem versões de CRM com foco em diferentes funcionalidades. Esses softwares ajudam a automatizar o processo de vendas quando emitem notificações sobre novas conversões de leads ou alertas para o profissional de atendimento executar alguma ação específica com o lead que avançou na jornada de compra.
As ações desencadeadas por um tipo de gatilho tornam o processo de venda mais dinâmico e ágil, dando mais chances aos profissionais de se concentrarem no atendimento e nas vendas.
Além disso, o CRM movimenta dados que permitem a geração de relatórios para decisões de gestão da concessionária.
Como a AutoForce pode ajudar a automatizar o processo de vendas?
Como vimos, automatizar o processo de vendas depende de três aspectos:
- Organização do processo de venda, considerando interações online e offline com o consumidor, canais de comunicação e atribuições para os envolvidos (vendedores, profissionais de marketing, encantadores de leads e até mesmo o comercial);
- Adoção de ferramentas digitais que mudam a dinâmica de funcionamento e otimizam os fluxos de trabalho;
- Integração das ferramentas digitais.
A AutoForce é especializada no segmento automotivo e utilizou a tecnologia para desenvolver uma plataforma de gerenciamento de conteúdo especificamente voltada para as necessidades da concessionária: a plataforma Autódromo.
Mas não parou por aí. Foi também desenvolvida uma metodologia de Encantamento de Leads que orienta e estrutura toda a metodologia de vendas de veículos no ambiente on-line.
Com a combinação Autódromo e Encantamento de Leads, a concessionária consegue implementar modificações em seu modelo de negócio, voltando objetivos, metas e atuação para a realidade digital do mercado automotivo atual, construindo o que chamamos por aqui de Concessionária 2.0.
Por meio do sistema CMS, a concessionária pode administrar completamente toda a informação no universo digital: conteúdo da página de showroom virtual, landing pages, conteúdo do site, cadastro de ofertas, imagens, vídeos, divulgação de campanhas, links ativos, CTAs.
Inclusive a plataforma Autódromo já se desenvolveu ao ponto de oferecer integração com alguns dos principais sistemas de CRM do setor automotivo, como Salesforce, RD Station CRM e Followize. E como já sabemos que o CRM é determinante para o alcance de processos automatizados na concessionária, poder contar com essa integração faz toda a diferença.
Também vale a pena considerar recursos que já são oferecidos pela Autódromo, como e-mails de autoresponder, que podem agilizar bastante a interação com os leads. Outro ponto é a vinculação automática de showroom e portal de classificados, com a possibilidade de implementação de integradores de anúncios.
Conclusão
Automatizar o processo de vendas é o que vai impedir que os profissionais da concessionária passem boa parte do tempo em tarefas como agendamento, análises ou elaboração de e-mail.
Vimos que significa encadear os processos do fluxo de trabalho da concessionária de forma programada e com apoio em ferramentas de tecnologia.
Como soluções com expertise no segmento automotivo, vimos que tanto a metodologia Encantamento de Leads, quanto a plataforma CMS Autódromo foram desenvolvidas para permitir que a concessionária faça a transposição para o modelo digital de funcionamento, o que implica lidar com processos de venda automatizados e conseguir melhores resultados em vendas.
Mas se você realmente quer aprimorar a performance da concessionária e impactar o fluxo de clientes da loja, vale a pena conhecer curso do Encantamento de Leads do AutoForce Academy e apresentá-lo à sua equipe. Clique abaixo e acesse agora o curso gratuito:
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