sábado, 31 de agosto de 2019

Ph - CORSA 1.4 PREMIUM 2009 - 40 MIL KM: VOCÊ COMPRARIA?

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Conheça as novas motos superesportivas que chegam ao Brasil

Entre as novidades está a Ducati Panigale V4S que tem 214 cavalos de potência

Se você é fã de motos superesportivas, uma boa notícia para você. Uma não, quatro. Quatro novidades do segmento acabam de desembarcar no Brasil. Honda CBR 1000RR e Kawasaki Ninja ZX-10R SE receberam atualizações importantes, mas os destaques vão para a Ducati Panigale V4S e BMW S 1000RR que fazem sua estreia, literalmente, nas pistas do Brasil.

Os modelos estão expostos no autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), onde acontece a 1ª edição do Festival Duas Rodas, que começou na quinta (29 de agosto) e vai até domingo (1º de setembro). Alguma delas você pode, inclusive, pilotá-las – acesse o site do evento para mais informações. Mas antes conheça os detalhes dessas novidades com mais de duas centenas de cavalos de potência em seus motores de quatro cilindros.

Ducati Panigale V4SNova superesportiva da marca italiana chega aqui por R$ 109.900

Primeira superesportiva de série da Ducati equipada com motor de quatro cilindros, a nova Panigale V4 chega ao País em sua versão mais esportiva, a “S”. Além de rodas de alumínio forjadas e uma bateria de íons de lítio, o que faz o peso dela ser menor do que a versão standard, a V4 S ainda conta com suspensões eletrônicas Öhlins de última geração.

Mas o destaque mesmo fica por conta do motor, que herda a arquitetura de quatro cilindros em “V” dispostos a 90° e também o diâmetro de 81 mm dos pistões da ducati de MotoGP. Mas ganhou um curso maior – 53,5 mm – para melhorar o torque em baixos e médios giros, além de ter sua rotação máxima reduzida de forma a tornar a potência mais “domável”.

Com 1.103 cm³ de capacidade, a Panigale V4 S entrega 214 cv de potência máxima a 13.000 rpm e 12,6 kgf.m de torque a 10.000 giros. Números que fazem dela a esportiva de série com a melhor relação peso/potência: 1,1 cv/kg, já que a V4 S pesa 195 kg em ordem de marcha.

Pacote eletrônico de última geração completam a ficha técnica da Panigale V4 S, que já está sendo montada em Manaus (AM) e já está à venda, apenas na cor vermelha, por R$ 109.900.

BMW S 1000RRSuperesportiva alemã ficou 11 kg mais leve e mais potente: agora são 207 cv

A superesportiva BMW S 1000 RR foi completamente renovada para 2019. Apresentada no Salão de Milão do ano passado, o modelo ganhou um novo design e ficou mais leve e potente. Para atingir seu objetivo a fábrica alemã começou pelo coração de uma superesportiva: o motor. Os quatro cilindros em linha ficaram quatro quilos mais leve e receberam comando de válvulas variável. A potência aumentou 8 cv: a nova S 1000 RR oferece 207 cv de potência máxima a 13.500 rpm. O sistema de escapamento também é 1,3 kg mais leve. Com novo quadro e suspensões, a esportiva “emagreceu” 11 kg: passou dos 208 kg da geração anterior para 197 kg no novo modelo.S 1000RR foi mostrada no Salão de Milão 2018 e deve chegar às lojas no Brasil até o final deste ano

O quadro redesenhado tem o motor fazendo parte da estrutura e novas suspensões garantindo melhor maneabilidade na estrada e mais agilidade na pista, segundo a marca. A posição de pilotagem também foi melhorada para proporcionar uma posição de pilotagem mais esportiva, garantindo mais controle. O tanque mais estreito e um design claramente mais compacto completam a ciclística da nova S 1000 RR. O conjunto óptico manteve os dois faróis, mas abandonou o desenho assimétrico.

Um novo painel digital com tela de TFT  e o que há  de mais moderno em termos de tecnologia embarcada completam a lista de alterações na superesportiva da marca alemã, que foi mostrada pela primeira vez no Festival Duas Rodas, mas ainda não está à venda no país e nem teve seu preço definido. Segundo informações da BMW Brasil, a nova S 1000RR deve chegar às lojas até o final do ano.

Kawasaki Ninja ZX-10R SENinja, derivada da moto de Superbike, também ganhou mais potência: agora são 213 cv 

Outro modelo que deu as caras no Festival Duas Rodas foi o modelo 2020 da Ninja ZX-10R Special Edition. A versão top de linha da superesportiva teve uma importante mudança no desempenho: a potência máxima passou de 210 cv para 213 cv a 13.500 rpm; e o torque máximo de 11,7 kgf.m agora é alcançado a 11.200 rpm (antes era a 11.500 rpm).

O principal fator que contribuiu para estes acréscimos foi uma mudança no sistema de ação das válvulas, entre outras atualizações. Projetado pelos engenheiros da Kawasaki do Campeonato Mundial de superbike, o novo sistema de atuação da válvula é um exemplo de tecnologia que saiu das competições direto para uma moto de fabricação em série. Contribui para alcançar mais desempenho, bem como maior confiabilidade durante o funcionamento em alta rotação.Ninja ZX10R SE tem preço sugerido de R$ 95.990

Outro destaque é o controle eletrônico de suspensão KECS (Kawasaki Electronic Control Suspension), desenvolvido recentemente pela marca, e que traz sensores e solenoides integrados às unidades de suspensão, garantindo que o sistema atue de maneira discreta e altamente eficiente.

Além das atualizações no motor, a nova Ninja ZX-10R SE possui quick-shifter bidirecional, controle de tração, controle de largada, sistema de freios ABS Kawasaki, pintura de alta durabilidade e rodas forjadas Marchesini.

O modelo chega à rede de concessionárias da marca nessa cor cinza carbono com detalhes em verde pelo preço sugerido de R$ 95.990.

Honda CBR 1000RRSuperesportiva da Honda recebeu eletrônica mais refinada; versão SP sai por R$ 81.590

Recém-atualizada pela Honda em 2019, a CBR 1000RR não sofreu mudanças no design e nem no motor, mas ganhou uma eletrônica mais refinada. Segundo a marca, as duas versões – standard e SP (acima) – agora têm o sistema de controle de empinadas (wheelie control) independente do HSTC, o controle de tração da marca. Isso permite ao piloto escolher um grau de ação baixo do controle de tração e selecionar o wheelie control mais apropriado, sem acontecer o levantamento exagerado da roda dianteira em aceleração.CBR 1000RR standard também traz mudanças; preço é de R$ 71.390

Outra novidade é que tanto a CBR 1000RR Fireblade quanto a CBR 1000RR Fireblade SP receberam uma alteração na versão 2019 que otimiza a ação do ABS em freadas extremas, reduzindo sua atuação e melhorando a estabilidade e performance. A superesportiva ainda conta com três modos de pilotagem pré-definidos e outros dois personalizáveis.

A Honda CBR 1000RR Fireblade tem preço público sugerido de R$ 71.390. Já a CBR 1000RR Fireblade SP, que se diferencia pela suspensão eletrônica, quick-shift e tanque de titânio, sai por R$ 81.590,00 (base Estado de São Paulo). (Por Arthur Caldeira)



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domingo, 25 de agosto de 2019

Ph - JÁ VIU COTONETE AUTOMOTIVO? 😎

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Novas Royal Enfield 650 cc só chegam ao Brasil em 2020

Interceptor e Continental GT usam motores bicilíndricos de 650 cc

Aguardadas para o segundo semestre deste ano, as novas Royal Enfield de 650cc só devem chegar ao mercado brasileiro no início de 2020, afirma Rod Copes, o novo presidente da Royal Enfield Americas. O executivo norte-americano visitou o Brasil para apresentar a nova estrutura da empresa focada na administração dos mercados norte e latino-americanos.

À frente da subsidiária norte-americana desde 2014, Rod Copes já trabalhou na Harley-Davidson Motor Company e tem mais de duas décadas de experiência no segmento de duas rodas. “A estrutura Royal Enfield Americas vem para suplementar o aumento das vendas globais da marca – que cresce 50% desde 2010 – e para garantir sua estabilidade nos mercados internacionais”, afirma Copes, agora presidente da Royal Enfield Americas, que engloba as duas subsidiárias da marca, Brasil e Estados Unidos, além de outros importantes mercados como Colômbia, México e a recém-inaugurada operação na Argentina.Interceptor tem estilo clássico dos anos de 1960 

Para o executivo, as duas novas “Twins” (bicilíndricas), Interceptor e Continental GT 650, são peças fundamentais no objetivo da Royal Enfield em liderar e expandir o segmento de motocicletas de média cilindrada, representado por modelos entre 250 e 750 cilindradas. “Nos últimos anos, a Royal Enfield vem passando por um processo de internacionalização. Hoje, está presente em mais de 50 países, todos de extrema importância para a nossa estratégia de expansão, que visa a liderança mundial no segmento de motocicletas de médio porte”, explica.

Primeiros modelos internacionais da marca, ou seja, produzidas pensando nos mercados externos, as motos de 650cc foram desenvolvidas em parceria entre a matriz indiana e o centro de desenvolvimento e pesquisa da Royal Enfield no Reino Unido. Os modelos tem motores mais modernos e potentes, mas mantêm o estilo clássico e a filosofia do “motopurismo”.  Continental GT 650 segue o visual cafe racer

Claudio Giusti continua no cargo de diretor geral da Royal Enfield Brasil e, assim como Copes, afirma que uma linha de produção da marca em Manaus (AM), para montar motos no Brasil, é parte da estratégia da empresa. “A subsidiária brasileira tem sido uma das grandes apostas da marca nos últimos anos, por isso estamos abrindo concessionárias em novas praças e estudando a possibilidade de iniciar, futuramente, uma operação CKD local. Temos e sempre tivemos um respaldo muito grande da liderança e acredito que isso deve aumentar sob a gestão do Rod. Sua expertise no mercado de duas rodas fará com que a Royal Enfield Americas alavanque as vendas nas regiões e, consecutivamente, as vendas da marca como um todo”, completou Giusti. (Por Arthur Caldeira)



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sábado, 24 de agosto de 2019

Kawasaki Versys 1000 GT tem conforto e desempenho para viajar no asfalto


Versão mais completa da aventureira custa R$ 66.990

Embora não tenha sofrido grandes mudanças na motorização e na parte ciclística, novos equipamentos e tecnologia mais moderna fizeram da nova Kawasaki Versys 1000 GT uma aventureira mais completa e confortável para longas viagens. Pelo asfalto.Malas laterais, baú e luzes auxiliares são de série na versão GT

A versão GT incorpora diversos itens de conforto, a começar pelas malas laterais e o top-case de série. Há ainda aquecedor de manoplas, luzes auxiliares, painel digital com tela colorida e faróis direcionais, que acendem conforme a moto se inclina nas curvas. Só os equipamentos já justificariam o preço mais elevado, de R$ 66.990 – enquanto a versão standard sai por R$ 55.490.

Aventureira esportivaMotor de quatro cilindros e 1.043 cm³ tem 120 cv

Longe de ser uma bigtrail, a Versys 1000 GT une o desempenho de uma sport-touring com a posição de pilotagem e o visual de uma aventureira. Afinal, o modelo é equipado com o mesmo motor de quatro cilindros em linha, e 1.043 cm³, da Ninja 1000, mas com suspensões de longo curso e uma posição de pilotagem mais ereta. As rodas de liga-leve, aro 17, entretanto, limitam incursões com a Versys 1000 GT no fora-de-estrada mais pesado. No máximo, uma estrada de terra batida.

A ciclística evidencia sua proposta mais voltada para o asfalto e vem desde a primeira geração do modelo, lançada em 2014. A Kawasaki afirma que apenas uma pequena parcela dos consumidores roda com essas motos na off-road.
Se esse for o seu caso, a nova Versys 1000 GT deve estar na sua lista de opções. O motor manteve o bom desempenho – 120 cv de potência e 10,4 kgf.m de torque máximo -, mas recebeu melhorias. A adoção do acelerador eletrônico deixou seu funcionamento (ainda) mais linear e trouxe o piloto automático (Cruise Control), item útil em uma moto feita para viajar.

Outra novidade interessante é o sistema quick-shifter bidirecional, que vem de série na versão GT. Ele permite subir ou reduzir as seis marchas do câmbio sem o uso da embreagem. Menos esforço e mais conforto para rodar muitos quilômetros. Mas o grande destaque vai para a nova tecnologia embarcada.

Eletrônica de última geração

Kawasaki Versys 1000 GT: conheça em detalhes a moto

Kawasaki Versys 1000 GT: conheça em detalhes a moto


Dispositivo comum em motos superesportivas, a unidade de medição inercial (IMU) agora está presente no modelo aventureiro. A IMU monitora os parâmetros do motor e do chassi, em seis eixos. Com isso, o controle de tração e os freios ABS – outros itens de série na Versys 1000 GT – funcionam de modo mais preciso.

Nem se preocupe em ajustar toda essa parafernália eletrônica: há quatro modos de pilotagem que integram e escolhem os melhores parâmetros de acordo com a situação – chuva, estrada, esporte e usuário, no qual é possível personalizar tudo ao gosto do piloto.

Os modos de pilotagem também ajustam a suspensões, que agora são eletrônicas e semiativas. Ou seja, regulam compressão e retorno de acordo com o modo selecionado e se adaptam em milissegundos de acordo com o piso. A pré-carga da mola é regulada eletronicamente para piloto, piloto e garupa, ou piloto, garupa e bagagem. Além de garantirem a segurança, as novas tecnologias tornam as viagens mais confortáveis.

Na estradaConsumo girou na casa dos 19 km/litro

Assim como outras motos da Kawasaki, a Versys 1000 GT tem um conjunto motriz muito bem acertado: o motor entrega potência de forma linear, sem sustos, e o câmbio tem engates precisos. Ao piloto só é preciso se acomodar no amplo assento em dois níveis, ajustar a altura do para-brisa que, apesar de ser manual, é bem prática e curtir a estrada.

O motor tem fôlego para acelerações dignas de uma esportiva, mas também oferece bom torque em baixos giros para rodar tranquilamente. O consumo ficou na casa dos 19 km/litro – informados no belo painel digital –, resultando em uma autonomia de quase 400 km com seu tanque de 21 litros.Rodas de 17 polegadas e pneus esportivos limitam uso off-road

Com rodas de 17 polegadas e o bom conjunto de suspensões, estradas sinuosas são pura diversão com essa Kawasaki: ela parece não ter limites nas curvas. Se for à noite, é possível notar a ajuda dos faróis direcionais, que se acendem conforme a inclinação e iluminam o lado interno das curvas.

ConclusãoMais equipada e com eletrônica de última geração, nova Versys 1000 GT agora é páreo para rivais europeias, como a BMW S 1000XR e Ducati Multistrada 1260

Mesmo sem grandes mudanças na ciclística e no motor, a Kawasaki conseguiu aprimorar a Versys 1000 GT com a ajuda da eletrônica e a instalação de diversos equipamentos que a deixaram mais apta para quem quer viajar, no asfalto. Pois as rodas e os pneus esportivos, e de largas medidas, realmente prejudicam seu desempenho na terra.

Os modos de pilotagem, a unidade inercial e a suspensão eletrônica elevaram o patamar do modelo da marca japonesa. Bem equipada com um completo conjunto de malas e outros acessórios, a Versys 1000 GT agora pode encarar de igual para igual outras fortes representantes do segmento, como a Ducati Multistrada 1260 e a BMW S 1000 XR.Malas laterais têm 28 litros de capacidade cada, e baú comporta 47 litros

As concorrentes europeias oferecem motores potentes, bom nível de equipamentos e muita eletrônica embarcada, mas por um preço mais elevado. Enquanto a Kawasaki comercializa a Versys 1000 GT por R$ 66.990, a Ducati pede R$ 87.900 pela Multistrada 1260 S e a BMW, R$ 72.900 pela também tetracilíndrica S 1000XR. (texto: Arthur Caldeira / fotos: Renato Durães)

Kawasaki Versys 1000 GT
Motor quatro cilindros em linha, 1043 cm³, DOHC, com refrigeração líquida
Potência 120 cv a 9.000 rpm
Torque 10,4 kgf.m a 7.500 rpm
Câmbio seis marchas com quick-shifter
Transmissão final corrente
Alimentação injeção eletrônica
Quadro Diamond
Suspensão dianteira garfo telescópico invertido de 43 mm de diâmetro e 150 mm de curso com ajuste eletrônico
Suspensão traseira monoamortecedor a gás com 152 mm de curso e ajuste eletrônico
Freio dianteiro disco duplo de 310 mm com pinças monobloco de quatro pistões fixadas radialmente e ABS
Freio traseiro disco de 250 mm com pinça de pistão simples
Pneus 120/70-ZR17 (dianteiro)/180/55-ZR17 (traseiro)
Dimensões 2.270 mm x 950 mm x 1.530 mm (C x L x A).
Distância entre eixos 1.520 mm
Distância do solo 150 mm
Altura do Assento 820 mm
Peso em ordem de marcha 257 kg
Tanque 21 litros
Cores verde
Preço R$ 66.990



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Ph - Lave seu carro como um profissional! DEU RUIM - Part 2

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domingo, 18 de agosto de 2019

Ph - QUAL O MELHOR PARA O ZÉ-FRISINHO?

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Yamaha Lander 250 nas alturas: levamos a trail ao Pico das Agulhas Negras

Uma trail versátil, como a Lander 250 ABS, é ideal para um roteiro como esse

Um destino interessante e de fácil acesso, para quem mora em São Paulo ou Rio de Janeiro, é o Parque Nacional do Itatiaia. Fundado em 1937 é o parque mais antigo do Brasil e se estende pelos municípios de Itatiaia (RJ), Bocaina de Minas e Itamonte, ambas em Minas Gerais. A região montanhosa é um verdadeiro paraíso para quem curte escaladas, trilhas, observar pássaros, enfim, atividades ao ar livre.

Algumas regiões do parque podem ser alcançadas por estradas asfaltadas, porém o mais legal para quem curte montanhismo é a sua parte alta. Para chegar lá é necessário encarar os 17 km da BR-485, a estrada mais alta do Brasil. Apesar de ser uma estrada federal ela não é asfaltada e exige muito das motos e veículos que trafegam por ela. Mas vale a pena, principalmente se você estiver com uma moto versátil como a nova geração da Yamaha Lander 250 ABS.BR-485, estrada mais alta do Brasil,  é um desafio off-road

A maioria dos veículos que sobem a montanha leva turistas ao Pico das Agulhas Negras, com altitude de 2.791 metros acima do nível do mar – praticamente a mesma de Machu Pichu, no Peru, a 2.430 m. No inverno as temperaturas despencam e chegam perto dos dez graus negativos. Dependendo das condições atmosféricas chega a nevar na região, como aconteceu em 1985 quando foi registrada a maior nevasca. Se você não conseguir curtir a neve, no mínimo, verá placas de gelo na estrada.Ao fundo, o Pico das Agulhas Negras, a 2.791 m acima do nível do mar

Distante 280 km de São Paulo e cerca de 220 km do Rio de Janeiro, o Pico das Agulhas Negras pode ser alcançado a partir do “KM 0” da BR-385 – que parte da Dutra, altura do km 34, em direção a cidade de Caxambú (MG). O local oferece muitas atrações que vão de simples caminhadas pelas trilhas – que podem durar alguns minutos ou dias. Para as trilhas mais longas, conhecidas como travessias, que podem chegar a dois dias numa caminhada até Visconde de Mauá, é importante estar acompanhado de um guia credenciado.

Subir a montanhaProcure um guia experiente e use equipamentos de segurança se quiser escalar o pico

Porém quem está com pouco tempo e busca apenas um motivo para viajar com sua moto ou encarar um fora de estrada leve, os 17 km da BR-485 justificam o passeio. A estrada vai margeando a montanha e tem uma inclinação bem forte em algumas partes. Quem viajar durante o inverno tem que se proteger muito bem – principalmente as mãos e pés que sofrem bastante. Mas o visual acima das nuvens compensa o frio.

No trajeto quem desligar a moto e estiver de ouvidos atentos poderá curtir o canto dos raros Saíra da Terra ou Saí Andorinha, aves típicas da região que abriga mais de 350 espécies de pássaros. A flora também é rica com mais de 400 espécies já catalogadas. Além de pássaros e flores, muitos animais são comumente vistos, como o Macaco Prego ou o Quati, por exemplo.O guia Rafael Fernandez com um pedaço de gelo: no inverno as temperaturas chegam abaixo de zero

Ao chegar no Posto do Marcão é necessário pagar R$ 17 e em algumas épocas do ano é possível estacionar a moto no Abrigo Rebouças – distante 3 km da portaria. A partir daí é preciso caminhar para conhecer a Cachoeira das Flores ou forçar as pernas até chegar ao Maciço das Prateleiras.

Aqui vale um alerta, apesar da formação das Prateleiras estar mais baixas que o Pico das Agulhas Negras, também é uma escalada que oferece risco. Quem alerta é o guia Rafael Fernandez (@fernandezagulhas) “existe muito mais exposição no que chamamos de Zona Vermelha, onde é necessário o uso de equipamento de segurança e tem alta periculosidade, pois se acontecer algo por lá, a retirada da pessoa é extremamente difícil”, ressalta o guia de 36 anos e duas décadas de experiência no parque.Nas nuvens: da parte alta do parque a vista é incrível

Independentemente do que você quer fazer em Agulhas Negras, seja um passeio nas trilhas ou a escalada da montanha, chegar lá já pode ser considerado uma pequena aventura. Antes de ir embora, passe nas lojinhas da Garganta do Registro e leve para casa filé de truta defumado e pinhões, assim você poderá matar a saudade de um lugar tão legal, pitoresco e pouco conhecido.

Como se saiu a Yamaha Lander 250 ABSRoda aro 21 na dianteira e 27 cm de vão livre do solo são atributos no off-road

Uma moto on-off como a nova Yamaha Lander ABS (com preço sugerido de R$ 16.990 sem frete) é a companheira ideal para uma viagem como essa. Ela atingiu a velocidade máxima de 140 km/h durante o trajeto, porém o ritmo de viagem mais indicada fica entre os 100 e 110 km/h. Nessa condição o motor de um cilindro 20,1 cv de potência está girando na faixa dos 7.000 rpm.

Rodar nessa velocidade também traz economia de combustível. O consumo médio (rodando abastecido com gasolina) foi de 28 km/litro. Durante o trajeto a reserva abriu após percorrer 266 km e, como o tanque tem capacidade para 13,6 litros, poderia chegar aos 380 km. Por outro lado, ao acelerar forte a reserva abriu com exatos 200 km percorridos, mostrando que o consumo aumentou para 21 km/litro. Ou seja, não vale a pena acelerar demais.

Em função da altitude e do frio, é comum se formar gelo na estrada

Além do ganho em autonomia, outro fator positivo da nova Lander, em relação à versão anterior, é o conforto. O banco permite percorrer trajetos de até 250 km sem cansaço ou incomodo – algo que não acontecia no modelo anterior que castigava “as partes baixas do piloto” após 150 km percorridos.

No fora de estrada
Estava curioso para saber como seria o comportamento da Lander ABS na estrada de terra. Confesso que me surpreendi com sua maneabilidade em meio às pedras, valetas e lama. Bastava ficar em pé nas pedaleiras para desviar ou superar os obstáculos. As rodas raiadas, aro 21 na frente e 18 atrás, calçadas com pneus Metzeler Tourance se mostraram adequados à proposta do modelo. O freio ABS, só na dianteira, transmitiu confiança enquanto o freio traseiro serviu como “leme” para direcionar a Lander nas frenagens mais agressivas, principalmente no off-road.Mesmo equipado, o frio incomodou o jornalista Cicero Lima

Claro que não usei a moto no limite, afinal estava sozinho e não queria arriscar um tombo sob o risco de danificar suas laterais, tanque ou quebrar os comandos o que acabaria com a “brincadeira”. Outro fator positivo é a distância livre do solo, de 27 cm, que permite rodar pelas estradas sem medo de danificar o motor – embora as pedras soltas possam furar os dutos de passagem do óleo. Se a moto fosse minha investiria num protetor de cárter e dos dutos de óleo. (texto e fotos: Cicero Lima)

Onde se hospedar
Acampamento – É possível acampar no Parque (R$ 19 a diária) ou mesmo se hospedar no Abrigo Rebouças (R$ 32 a diária) que, como o nome diz, é apenas um abrigo para montanhistas. Não há banho quente ou roupas de cama. Para reservas e autorização para acampar é preciso entrar no site https://ift.tt/18Zg4GD

Hotel São Gotardo – No KM 0 da BR-354 é um hotel sofisticado e agradável com um vista maravilhosa das montanhas. As diárias para duas pessoas com meia pensão (almoço e jantar) custam a partir de R$ 450 e podem chegar a R$ 750 na suíte máster. https://ift.tt/2L5KAIj

Yellow House Hostel – Fica a 11 km da Garganta do Registro e a 8 km de Itamonte (MG). É um ambiente acolhedor e agradável sempre repleto de montanhistas e adeptos de caminhadas. O hostel também vale a pena pelo custo benefício (R$ 45 com café da manhã). Fone (35) 9885-0598 ou https://ift.tt/2MmWQXJ



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sábado, 17 de agosto de 2019

Ph - O BRILHO QUE ESTRAGA!

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Conheça o BMW M8 carrão escolhido pela MotoGP para ser o Safety Car

Baseado no BMW M8 Competition, novo Safety Car tem 625 cv de potência

No final de semana passado, no Grande Prêmio da Áustria de MotoGP, a principal atração para os fãs da motovelocidade foi o duelo entre o espanhol Marc Marquez da Honda e o italiano Andrea Dovizioso da Ducati, que acabou vencendo o líder do campeonato nas últimas curvas. Mas antes da largada, os mais atentos devem ter notado uma novidade de quatro rodas na pista: o recém-lançado BMW M8 também fez sua estreia como o Safety Car Oficial da MotoGP. Motor V8 4.4 pode levar o M8 a 306 km/h de velocidade máxima

O carro baseia-se no BMW M8 Competition, apresentado pela marca alemã no final de junho. Equipado com um motor V8 de 4,4 litros que, na versão esportiva da nova Série 8, produz nada mais nada menos do que 625 cv de potência máxima. Toda essa força é transmitida para as quatro rodas por meio de uma transmissão automática de oito marchas. O conjunto motriz é capaz de levar o novo M8 Safety Car da MotoGP a 100 km/h em apenas 3,2 segundos e a velocidade máxima é de 306 km/h. Cockpit do novo BMW M8 Safety Car MotoGP

A escolha do novo M8 Competition não foi por acaso, afinal o carrão precisa acelerar na frente das motos da categoria, que tem mais de 250 cv de potência, pesam bem menos de 200 kg e chegam a insanos 350 km/h. E vão de zero a 100 km/h em cerca de 2,5 segundos. Claro que não se trata de uma corrida entre as máquinas da MotoGP e o Safety Car alemão, mas o M8 Competition não faz feio na pista. Afinal, é equipado com o mais potente motor já fabricado pela BMW para um carro série M. Tem quatro rodas, mas é uma bela máquina, não acham? (Por Arthur CaldeiraVersão de série recebe adaptações para rodar na pista



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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Ph - PAINEL COM CARA DE NOVO!

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Harley-Davidson de Elvis Presley pode ser sua por R$ 8 milhões

A Electra Glide 1976 tem apenas 202 km rodados e será leiloada

A última motocicleta de Elvis Presley, uma Harley Davidson Electra Glide FLH 1200 de 1976, será leiloada no final deste mês pela GWS Auctions, e deve ser arrematada por cerca de U$ 2 milhões, algo em torno de R$ 7,98 milhões. Caso o lance estimado se concretize, a Harley do “Rei do Rock” será a moto mais cara já vendida em um leilão público. O recorde anterior era de R$ 3 milhões (US$ 929 mil), pagos por uma rara Vincent HRD Black Lightning de 1951.A moto tem motor V2 de 1.200 cc e foi a última moto de Elvis

Além do dono famoso, o alto valor se justifica pela baixa quilometragem da Harley. A Electra Glide só foi pilotada com parcimônia por Elvis, e irá a leilão mostrando apenas 126 milhas (202 km) no hodômetro. A moto está em exibição no Museu Pioneer Auto, em Murdo, Dakota do Sul, há mais de 30 anos.Quase “zero”: apenas 126 milhas no hodômetro

Embora também tenha pertencido a Elvis, a Electra Glide de 1976 não é a moto mais famosa do astro. Sua moto mais conhecida é uma Harley-Davidson KH de 1956, que está exposta no museu da marca em Milwaukee, Winsconsin, nos Estados Unidos. É o mesmo exemplar com o qual Elvis apareceu na capa da revista “The Enthusiast” na década de 1950. 

O Rei com sua H-D mais famosa, uma KH de 1956, em exposição no museu da marca em Milwaukee

Ficou interessado e quer ter uma lembrança do Rei em casa? Basta ter cerca de US$ 2 milhões para gastar em uma antiga cruiser V2 e participar do leilão de Artefatos de Hollywood e Música da GWS Auctions, que acontece em 31 de agosto. (texto: Arthur Caldeira / fotos: GWS Auctions e Reprodução)



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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

AutoForce entra para o time Scale-Up Endeavor 2019

Tempo de leitura: 4 minutos

A startup potiguar AutoForce foi selecionada para participar do Scale-Up 2019, programa de aceleração realizado pela Endeavor, a maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo. Com esta conquista, a empresa terá a oportunidade de se conectar a alguns dos maiores nomes e negócios do país e aumentar seu impacto no ecossistema empreendedor nacional, participando de diversas atividades com lideranças corporativas. 

O programa da Endeavor é uma plataforma de aceleração para empreendedores que estão à frente de negócios com alto índice de crescimento. Nele, os selecionados terão acesso a alguns dos mais renomados empresários do país por meio de mentorias e workshops, e poderão participar dos principais eventos da instituição, como o Day1 e o Scale-up Summit. Diversas empresas de destaque já passaram por ele, como a Rock Content, Resultados Digitais, Pipefy e MaxMilhas. A AutoForce agora terá a oportunidade de fazer parte deste seleto grupo. 

O Scale-Up é focado em empresas que já comprovaram possuir um modelo de negócios escalável, ou seja, com crescimento de pelo menos 20% ao ano em funcionários e receita. Essas empresas representam apenas 0,5% de todos os negócios do país, embora respondam por quase 70% de todos os empregos gerados anualmente. Para a Endeavor, scale-ups são negócios que possuem maior potencial para gerar transformações na sociedade.

Esse é o caso da AutoForce. A autotech criou o Autódromo, plataforma de marketing digital que, em conjunto com a metodologia Encantamento de Leads, auxilia mais de 400 concessionárias brasileiras a venderem mais veículos a partir da internet.

A aprovação foi divulgada no último dia 26 julho, após um processo seletivo no qual avaliou-se o faturamento da empresa, a quantidade de clientes, a maturidade do produto e o perfil dos sócios. Em seguida, uma entrevista foi realizada entre o agente da Endeavor e o CEO da AutoForce, Tiago Fernandes, para esclarecimento de alguns pontos sobre a operação do negócio. A última etapa foi a análise por uma banca de 5 jurados que decidiram pela validação da startup no programa.

A conquista representa muito para o Rio Grande do Norte e para o desenvolvimento do seu ecossistema de startups potiguares, pois trará visibilidade para este nicho que vêm crescendo nos últimos anos. 

Participar do Endeavor Scale-up 2019 significa muito para a AutoForce. É o reconhecimento do mercado e dos nossos clientes no excelente trabalho que estamos fazendo.

Tiago Fernandes – CEO da AutoForce

Para Tiago Fernandes, o programa de aceleração proporcionará o aprendizado e a conexão com algumas das empresas e empreendedores mais importantes do país. 

A startup potiguar receberá apoio do escritório regional da Endeavor no Ceará, assim como as startups Access One, Izicash e 7Cantos. A próxima etapa agora é o “apadrinhamento”, quando se inicia a relação entre startups aceleradas e mentores.

A AutoForce nasceu para ser uma empresa inovadora que gera valor para os clientes, colaboradores e a sociedade no geral. Com as mentorias da Endeavor poderemos organizar de forma mais estruturada e rápida o caminho para essa visão.

Tiago Fernandes – CEO da AutoForce

Fase de expansão

A plataforma da AutoForce, o Autódromo, permite que concessionárias e montadoras gerenciem seus sites de forma autônoma, aproveitando melhor as oportunidades de venda geradas pela internet. Em pouco mais de quatro anos de mercado, a empresa já atende mais de 400 concessionárias brasileiras, gerando mais de R$ 500 milhões em faturamento para o setor automotivo. Entre 2016 e 2019 saltou de 4 para 25 funcionários e ampliou sua sede em Natal. Além de participar do Scale-Up Endeavor, a startup liderada pelos sócios Tiago Fernandes, Isaiane de Mendonça, Clênio Cunha e Mateus Araújo também participou durante o primeiro semestre de 2019 do programa de aceleração InovAtiva Brasil, do Ministério da Economia.

Sobre o Scale-Up

O Scale-up é o programa de aceleração anual de startups da Endeavor, organização mundial de fomento ao empreendedorismo. O programa conecta empresas inovadoras à maior comunidade de empreendedores do país. No Brasil desde o início dos anos 2000, a Endeavor já acelerou 235 empresas, promovendo um crescimento de mais de 106% e a geração de mais de três mil empregos. Saiba mais em https://endeavor.org.br/scaleup/.

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sábado, 3 de agosto de 2019

Avaliação: BMW R 1250 GS tem motor novo para retomar liderança

Aceleramos a versão Premium + HP, cotada a R$ 82.950, no asfalto e na terra

Modelo mais vendido da BMW em todo o mundo desde que foi lançada, em 2004, a R 1200 GS ganhou um novo motor, de maior capacidade cúbica e mais potente em sua nova geração. O propulsor de dois cilindros opostos (boxer) agora tem 1.254 cm³ de capacidade, comando de válvulas variável e é a principal novidade da recém-lançada R 1250 GS, que chega agora em agosto às concessionárias da marca no Brasil.Estilo HP inclui, além da roupagem tricolor, rodas douradas com raios externos e pneus sem câmara

A moto alemã está à venda na versão Premium + nas roupagens Exclusive e HP. Cotada a R$ 82.950, a R 1250 GS Premium + traz o pacote eletrônico mais completo com controle de tração DTC, suspensões ajustáveis eletronicamente e sistema de partida Keyless (sem chave). Tive a oportunidade de rodar 240 km com a versão Premium + HP, que ainda traz rodas com raios externos e pneus sem câmara. Veja como ela se saiu.

Motor mais forte e suaveBoxer agora tem 1.254 cm³ e produz 136 cv de potência

“Não se trata apenas de um motor ‘maior’. Há diversos componentes novos internamente, e a tecnologia ShiftCam, que proporciona mais torque em baixos giros”, afirma Emilio Paganoni, gerente sênior de treinamento da BMW do Brasil. O executivo refere-se ao comando de válvulas variável.

O sistema, batizado de ShiftCam pela BMW, oferece uma melhor entrega de potência e torque ao longo de todas as faixas de rotação do motor. Com uma menor abertura das válvulas de admissão o motor economiza combustível e tem um funcionamento mais suave; quando o comando abre mais as válvulas em altas rotações privilegia a entrega de potência.Comando de válvulas variável oferece torque em todas as faixas de rotação

O torque máximo, por exemplo, aumentou de 12,7 kgf.m a 6.500 rpm para 14,6 kgf.m a 6.250 giros, ou seja, mais força em uma rotação mais baixa. Já a potência, passou de 125 cv para 136 cv a 7.750 rpm.

Na prática, ouve-se menos vibrações e ruídos, além de oferecer força para retomadas em qualquer marcha. Basta girar o acelerador em quarta marcha, que o motor responde prontamente: os giros sobem e os três dígitos aparecem no belo – e completo – painel digital com tela de TFT colorida.Belo e completo painel digital com tela colorida de TFT e conexão Bluetooth

Equipada com sistema quick-shift bidirecional, que permite subir ou descer as seis marchas do câmbio sem usar a embreagem, a nova R 1250 GS se comporta quase como uma moto esportiva em acelerações na larga Rodovia dos Bandeirantes rumo ao interior do Estado de São Paulo. É preciso atenção para não ultrapassar os limites de velocidade.

Na terraApesar do porte, ciclística robusta e eletrônica ajudam a domar a GS no off-road

Depois de cerca de 80 km de asfalto, entramos no habitat natural da R 1250 GS: uma estrada rural, de terra, e com pedras pelo caminho. Na parte ciclística, não houve grandes mudanças. Apenas acertos nos amortecedores dianteiro e traseiro, que são ajustados eletronicamente e semi-ativos, ou seja, adaptam-se às condições do solo e à pilotagem em milissegundos. A novidade é o ajuste automático da pré-carga da mola: sensores reconhecem o peso de piloto, piloto e garupa e já regula o amortecedor traseiro adequadamente.

Apesar do porte avantajado e do peso elevado – 249 kg – a R 1250 GS mantém a valentia da sua antecessora no fora-de-estrada. As pedaleiras largas permitem uma confortável pilotagem em pé, enquanto as rodas raiadas e os pneus de uso misto mantêm a moto na trajetória.Sistema ABS Pro garantem frenagens precisas e seguras até na terra

A eletrônica ajuda a controlar o ímpeto do motor e o funcionamento das suspensões. Dotada de quatro modos de pilotagem – rain, road, dynamic e enduro – ela se ajusta conforme as condições. Para a terra, o modo enduro enrijece os amortecedores, diminui a intervenção do controle de tração e deixa o ABS mais permissivo.

Vale destacar o novo ABS Pro, que leva em consideração a inclinação da moto para evitar o travamento das rodas. Há ainda um sistema para frenagens emergenciais, que fecha o acelerador e aciona o freio traseiro em determinadas situações. Isso sem falar no assistente de partida em subida, que agora tem acionamento automático. Um auxílio e tanto para uma moto desse porte.

Vale salientar que todos os controles podem ser desligados, mas isso se você for um piloto profissional. Afinal, as maravilhas da tecnologia funcionam muito bem para domar essa bigtrail no fora-de-estrada.

ConclusãoNova R 1250 GS ganha fôlego para assumir o topo das vendas entre as bigtrails

Sem dúvida, o motor é o destaque da R 1250 GS. Não que a bigtrail precisasse de mais potência, mas porque seu funcionamento é muito mais suave e há, de fato, mais torque em todas as faixas de rotação. Na terra, por exemplo, era possível manter a terceira marcha até mesmo em subidas mais íngremes.

Outra vantagem, segundo a BMW, é que o propulsor está cerca de 4% mais econômico. Durante a avaliação, o painel da R 1250 GS indicou consumo médio de 17,6 km/litro na terra e até 19,8 km/litro no asfalto. Uma boa média para um motor de 136 cv: e que resulta em uma autonomia de mais de 350 km.Na traseira, suspensão eletrônica tem ajuste automático da pré-carga

Com as mudanças no motor e a adoção de mais tecnologia embarcada, a R 1250 GS pretende retomar a liderança entre as bigtrails. Atualmente liderado pela Triumph Tiger 800 em suas diversas versões com 1.691 unidades neste ano. Em dois meses – junho e julho – o modelo alemão já emplacou 343 unidades.

Em setembro, também chega às lojas, a versão Sport, que tem rodas de liga-leve e menos eletrônica embarcada. Mais em conta, a GS Sport será vendida por R$ 69.950, o que deve ajudar ainda mais os números de vendas do modelo.

BMW R 1250 GS Premium + HP
Motor boxer bicilíndrico, arrefecimento líquida
Capacidade cúbica 1.254 cm³
Potência máxima 136 cv a 7.750
Torque máximo (declarado) 14,6 kgf.m a 6.250 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Eixo-cardã
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro multitubular separável tipo treliça
Suspensão dianteira Telelever com sistema de amortecimento central com 190 mm de curso
Suspensão traseira Monobraço oscilante de alumínio Paralever de 200 mm de curso
Freio dianteiro Discos duplos de 305 mm de diâmetro, pinça monobloco de quatro pistões e ABS
Freio traseiro Disco simples de 276 mm de diâmetro, pinça flutuante de dois pistões e ABS
Pneus 120/70-19 (dianteira) /170/60-17 (traseira)
Comprimento 2.207 mm
Largura 952 mm
Altura 1.430 mm
Distância entre-eixos 1.525 mm
Distância do solo Não disponível
Altura do assento 850 / 870 mm (ajustável)
Peso em ordem de marcha 249 kg
Tanque de combustível 20 litros
Cores HP (branca com detalhes em azul e vermelho) e Exclusive (cinza)
Preço sugerido R$ 82.950



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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Ph - VOLVO C30 2009: Trato na viatura! 😎

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Yamaha R3 2020 chega mais esportiva com preço a partir de R$ 23.990

Modelo de 300 cc tem novo design, suspensão invertida e painel digital

Com mudanças profundas e atualizações importantes, a nova Yamaha YZF-R3 acaba de desembarcar no Brasil. Uma das principais atrações da marca durante o EICMA 2019, o Salão de motos de Milão, que aconteceu na Itália, em novembro passado, a pequena esportiva foi praticamente toda revista pelos engenheiros da marca. O preço parte de R$ 23.990.Novas carenagens foram desenvolvidas no túnel de vento

A começar pela carenagem que foi totalmente renovada para melhorar a aerodinâmica da moto que leva inspirações da família R, como a YZF-R6 e a superesportiva YZF-R1. De acordo com a Yamaha, toda a carenagem foi desenvolvida com alta tecnologia em túnel de vento. O pára-brisa, inteiramente redesenhado, está mais arrojado e promete diminuir a turbulência ao redor da área do capacete de quem a pilota.Mais proteção aerodinâmica e velocidade final maior, segundo a Yamaha

O resultado de todas essas mudanças foi o ganho de até 8 km/h na velocidade final da nova R3 em relação à geração anterior. A nova altura do tanque de combustível coopera para o feito, já que foi reduzida em 20 mm, permitindo que o piloto consiga baixar mais o tronco, reduzindo a resistência e o arrasto do vento. Ele permanece com capacidade de 14 litros.Suspensão invertida privilegia pilotagem esportiva

As novas carenagens, de fato, levam a R3 para mais perto das irmãs maiores, e sugerem bons momentos na pista – além da sua já conhecida habilidade entre os carros, nas ruas. Pensando nos pilotos de fim de semana, a Yamaha também mudou o duto de ventilação para o radiador, alterando a entrada de ar e melhorando o arrefecimento do motor.Além da cor azul, R3 2020 será vendida com pintura vermelha fosca

A mesa superior também foi redesenhada e agora apresenta visual similar ao da R1M. O modelo traz painel 100% digital com novo layout, mais limpo e com leitura mais fácil. O mostrador tem indicador de combustível, marchas, conta-giros, indicador de consumo instantâneo e médio, hodômetro total e 2 parciais, relógio, indicador de troca de óleo e temperatura do líquido de arrefecimento.Painel agora é todo digital

Por fim, todo o jogo de luzes foi alterado. A nova Yamaha YZF-R3 sai de fábrica com belas luzes de LED, além de nova suspensão invertida na dianteira, com 130 mm de curso. O motor bicilíndrico foi mantido sem alterações e continua com 321 cc e seus bons 42 cv e 3 kgfm de torque.Versão MotoGP Edition custa R$ 24.990

A nova YZR-R3 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha nesta primeira semana de agosto e terá três opções de cores. O vermelho fosco metálico (Red Velvet), o azul metálico (Racing Blue) e a Monster Energy MotoGP Edition, combinação do preto metálico com o azul brilhante. Para as versões vermelho e azul, o preço público sugerido será de R$ 23.990, enquanto para a Monster Energy MotoGP Edition, R$ 24.490 (ambas sem frete). Todas as versões contam com quatro anos de garantia. (Por Ícaro Bedani)



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LGPD para concessionárias: como adaptar seu negócio às novas regras

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