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quarta-feira, 31 de julho de 2019
terça-feira, 30 de julho de 2019
10 blogs automotivos que vale a pena conhecer
Tempo de leitura: 8 minutos
Seja para ajudar na decisão de compra do carro novo, saber da últimas tendências, conhecer dicas de segurança ou ler curiosidades, consultar blogs automotivos é um hábito bem-vindo ao consumidor.
O tema “carro” é popular no país, então a oferta de conteúdo é bem diversificada. Mas vale a pena filtrar as páginas com informações relevantes, antes de ler tudo o que aparece pela frente.
Pensando nisso, analisamos e listamos 10 blogs automotivos interessantes para conhecer, algumas páginas são mais abrangentes, outras têm informações mais específicas. Mas, como em toda página, ter um layout atrativo, organização, clareza e ser um conteúdo que ajude o leitor conta pontos a favor. Confira a nossa lista!
1. Notícias Automotivas
Com uma linguagem mais típica de blogs automotivos e ativa há mais de 10 anos, a página conquistou credibilidade. Divulga notícias sobre o mercado nacional e internacional, contando com jornalistas e colaboradores especializados, que vão a eventos e produzem conteúdo exclusivo. Publica também conteúdo de outras páginas, referenciando a fonte.
Disponibiliza um extenso menu lateral de tags com modelos de carros de todas as marcas, o que facilita uma busca mais específica do leitor. Em geral, os textos sobre um determinado modelo tratam de preços, consumo, versões e expõem detalhes técnicos.
No menu superior, as abas são diversificadas, permitindo refinar a busca por marca e apresentando uma seção para comparativos, outra para lançamentos e até para destacar usados, com textos colaborativos do tipo “opinião do dono”.
2. Automotive Business
A página inicial dá enfoque às notícias, mas o site é conhecido por disponibilizar estudos e estatísticas do setor automotivo.
O Automotive Business também dispõe o conteúdo em revista digital, com download gratuito. Pública comparativos entre modelos, rankings das marcas e matérias que se propõem a discutir desafios do mercado nacional.
As notícias possuem tags que, se clicadas, levam a um compilado de outras publicações dentro do tema.
Clicando em “autopeças” é possível encontrar e baixar um documento com nomes de fornecedores nacionais de peças de um determinado modelo de carro. Então, o leitor pode conhecer, por exemplo, o nome do fornecedor dos bancos e da moldura das lanternas do T-Cross, o SUV compacto da Volkswagen.
O site disponibiliza, ainda, artigos de opinião de vários colunistas.
3. AutoIndústria
A página reúne as principais notícias do mercado automotivo, apresentando um layout contemporâneo, com imagens dinâmicas e subdivisões para agrupar conteúdos sobre mercado, produto, empresa ou indústria, entre outros temas.
A linguagem é mais profissional e impessoal, com textos curtos e objetivos. O site disponibiliza também entrevistas e artigos de colunistas.
4. Motor1.com
É uma página com hospedagem no portal de notícias UOL (UOL host). Possui um layout atrativo, com grande oferta de fotografias de boa qualidade.
Pública comparativos, fala de lançamentos e conta com jornalistas especializados para escrever avaliações sobre testes em determinados veículos.
Embora o menu superior da página seja bastante resumido, clicando nas subdivisões você tem acesso a informações e vídeos.
Na seção “testes”, por exemplo, é possível ler sobre primeiras impressões e “por que comprar?”, indicando que a página está mais voltada para o usuário em busca de informações que auxiliem em sua jornada de compra.
5. Autos Segredos
Aqui, o conteúdo é mais voltado para quem gosta de conhecer os últimos lançamentos das marcas. O enfoque é nos flagrantes de modelos de carros em fase de testes. A relação com a palavra “segredos” certamente decorre desse enfoque.
Os posts têm atualizações frequentes, com predominância de imagens e pouco texto, porém são disponibilizados também artigos sobre avaliações de carros e comparativos entre modelos.
Pode ser divertido ler o conteúdo da aba “Nostalgia” no menu superior da página, pois lá são relembrados automóveis antigos e um pouco da história desses veículos é contada, inclusive com fotos.
Informações úteis são encontradas na subdivisão “Acessórios”, com artigos sobre casos de recall de determinados modelos.
Em geral, apresenta matérias que ajudam a orientar a compra, comparando veículos em versões básicas com versões completas.
6. De 0 a 100
Com presença também no Facebook, possuindo grande número de likes, o blog é assinado por Renato Parizzi e reúne textos que resultam de um combinado entre notícia e opinião.
A linguagem é mais informal e pessoal, o que acaba aproximando o leitor e sendo mais convidativo para a interação.
Os textos são detalhados e quando se propõem a avaliar um modelo de carro, são categóricos ao recomendar, ou não, uma compra, apresentando os argumentos para justificar a opinião.
7. Blog de Carros da InfoMoney
Com publicações de periodicidade mais espaçada, o blog reflete a opinião de Raphael Galante e trata-se de uma subdivisão do já conhecido site InfoMoney, que aborda notícias da área econômica.
Pela relação com o tema economia, os artigos de opinião são mais voltados para análises do mercado automotivo e podem abranger desde argumentações sobre mudanças nas regras de trânsito do Brasil, até pontos de vista sobre o comportamento de consumo do comprador de carros no país.
8. Autopapo
Nem todos os blogs automotivos têm uma vida longa na internet, afinal é um meio versátil e a manutenção de uma página demanda dedicação. Em muitos casos, os artigos de opinião podem vir de colunas mantidas em sites de notícias do mercado de automóveis, como vimos em exemplos citados acima.
No Autopapo, os textos são assinados pelo jornalista Boris Feldman, que também acumulou experiência por manter um programa de rádio sobre o assunto. Muitos artigos apresentam dicas e curiosidades relacionadas à manutenção de veículos.
No meio on-line, orientações de quem tem experiência no mercado sempre contam a favor da credibilidade.
9. Best Cars
Embora não tenha a estrutura de blog, com linguagem mais próxima do leitor, a página tem uma coluna de Editorial, com assinatura de Fabrício Samahá, onde constam artigos de opinião com textos elucidativos que abordam, por exemplo, a definição do modelo SUV, tão em evidência no mercado nacional ultimamente.
10. WardsAuto
Para sair um pouco da circulação de notícias e temas do mercado nacional, vale a pena visitar páginas estrangeiras.
No menu superior do site WardsAuto, é possível ficar à par de eventos do setor automotivo realizados nos EUA, um país de grande mercado e com forte influência sobre o setor de automóveis no Brasil.
Além da página que aborda o noticiário automotivo do mundo, existe também a versão de conteúdo em revista digital, cuja visualização é gratuita e o download é opcional, não sendo necessário baixar para acessar o conteúdo da revista.
Tópico bônus: AutoForce Blog
Uma grande variedade de assuntos abordados nem sempre é vantagem, por isso no blog da AutoForce o foco tem sido disponibilizar conteúdo útil e relevante sobre soluções tecnológicas e marketing digital, tornando-se referência nos temas para o segmento automotivo.
As mudanças têm chegada à galope consumidores e players do mercado, sabemos que não é fácil assimilar todas as transformações e que as dúvidas podem assustar. Por isso, o blog preocupa-se em publicar informação com responsabilidade e a partir de uma linguagem acessível, informando o público ansioso para conhecer melhor as transformações que o marketing digital é capaz de operar no setor.
Conclusão
Apresentar um conteúdo conectado a temas contemporâneos é um diferencial para quem publica on-line sobre o mercado de automóveis. Afinal, hoje em dia temos modelos de híbridos com energia solar e a constante ascensão dos automóveis elétricos, crescendo na preferência do consumidor e das indústrias.
Entre outros temas, blogs automotivos e sites podem optar pela abordagem sobre veículos esportivos, carros de luxo, salões de automóveis em diferentes lugares do mundo, orientações de segurança para motoristas e até orientações financeiras para aquisição de um veículo.
Se sua intenção ao recorrer aos blogs automotivos é desvendar um pouco melhor as práticas do marketing digital tão em alta no setor, baixe nosso e-book 15 dicas práticas de marketing digital para concessionárias e mantenha os seus conhecimentos atualizados!
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segunda-feira, 29 de julho de 2019
domingo, 28 de julho de 2019
Triumph Scrambler 1200 XE é aventureira com visual clássico por R$ 59.990
Modelo tem motor cheio de fôlego e suspensões robustas para encarar a terra
Algumas receitas são impossíveis de dar errado. É como misturar leite condensado com chocolate ou macarrão com carne moída e molho de tomate. Por mais que você não seja um finalista do Master Chef, com certeza ficará bom. O mesmo acontece com algumas misturebas feitas pelas marcas de motocicletas: não tem como dar errado a união de um excelente motor de 1.200 cc com um design vintage e conjunto de suspensões Öhlins.
Nova Scrambler 1200 XE chega na cor azul e branca
Essa é a receita da nova Triumph Scrambler 1200 XE, uma moto que tem como premissa ser confortável no asfalto e implacável na terra graças a um conjunto de suspensão de alto nível e motorização indefectível. A moto chega ao Brasil por R$ 59.990, antecipando sua versão XC, que será vendida em meados de agosto por R$ 55.990.
A Scrambler XE é a versão mais completa dessa linha que usa como base o mesmo chassi tubular em aço e motor de 1.200 cc com resfriamento líquido e dois cilindros paralelos da Thruxton R. Neste caso, porém, são 90 cv a 7.400 rpm (7 cv a menos do que a Thruxton) à disposição do piloto e 11 kgf.m de torque a 3.950 rpm. Apesar dessa diferença, é justamente a força, principalmente em baixas rotações, que mais chamam a atenção na Triumph Scrambler 1200.
Asfalto e terra
Bom motor bicilíndrico tem 90 cv e 11 kgf.m de torque
Em um dia de rodagem com a moto, aceleramos por 150 km, sendo 70 km de terra batida e areia. Colocamos à prova a estrutura robusta da motocicleta que traz todas as características das antigas scramblers, moda que teve início no fim dos anos 1950, quando as próprias Triumph Bonneville recebiam peças off-road para encarar a terra.
Suspensões são da grife Öhlins totalmente ajustáveis e com bastante curso
Seu desenho lembra as antigas motocicletas que faziam jus ao sobrenome scrambler (que, em inglês, significa misturar). Os traços vintage ficam claros no tanque alongado de 16 litros que recebe faixas em sua pintura metalizada (azul ou branca, nessa versão) e no banco de couro inteiriço.
Assento é charmoso, porém pouco confortável
O assento a 87 mm do solo é charmoso, mas pouco confortável para longas distâncias e nos trechos de terra. Para sobrepor os traços clássicos a Triumph caprichou em itens como faróis e lanterna de LED e o painel super moderno de TFT que requer algumas horas de atenção para ser desvendado.
Painel de TFT tem controle da GoPro e conexão Bluetooth
No painel colorido com duas opções de layout há uma novidade interessante: o suporte nativo para os sistemas da câmera portátil GoPro que permite, via Bluetooth, utilizar o painel da moto para controlar a câmera, além de total conexão com o celular para, por exemplo, visualização de trajetos no GPS. Essa tecnologia vendida como acessório, contudo, não está disponível nas primeiras unidades da moto vendida no País e a previsão para sua chegada é janeiro.
O escape duplo feito de aço escovado posicionado na linha horizontal e um tipo de number plate que serve também para impedir o calor implacável do motor são traços marcantes de qualquer modelo scrambler.
Motor de respeito
Roda aro 21 na dianteira e motor ‘torcudo’ ajudam a rodar na terra
O fôlego da Scrambler, mesmo em marchas intermediárias e com rotação baixa, surge com sobra para trazê-la de volta. Característica importante na terra, quando uma boa tração é a única forma de fazer com que a moto mantenha sua trajetória, sem pestanejar.
Com 1.200 cc e arrefecimento líquido, bicilíndrico fio herdado da Thruxton
Fora isso, a moto na versão XE vem equipada com suspensão Öhlins totalmente ajustável. Na dianteira, o curso de 250 mm do garfo de 45 mm de diâmetro garante uma estabilidade considerável na terra, mas longe de ser uma Tiger, por exemplo, que pode fazer mudanças de direção mais rápida e precisamente. Além de ter, de fato, os requisitos reais para encarar aventuras fora de estrada.
Especificações off-road: Roda raiada aro 21 (diant.) e pneus de uso misto
A Triumph vende a Scrambler 1200 como uma aventureira clássica. De fato, a moto tem equipamentos de sobra para oferecer e um design inquestionável para quem estiver disposto a pagar por estilo. Mas é preciso colocar no papel que a Tiger 1200 XR parte de R$ 60.700 e pode entregar, de fato, um pacote muito mais completo e útil para trechos on e off-road, mas com um motor de 141 cv (texto Ícaro Bedani / fotos Divulgação).
Triumph Scrambler 1200 XE
Motor dois cilindros, SOHC, 8 válvulas e arrefecimento a líquido
Capacidade cúbica 1.200 cm³
Potência máxima 90 cv a 7.400 rpm
Torque máximo 11 kgf.m a 3.950 rpm
Alimentação Injeção eletrônica
Câmbio Seis marchas
Embreagem Multidisco banhada a óleo
Transmissão final corrente
Partida Elétrica
Suspensão dianteira Garfo invertido Showa regulável com 250 mm de curso
Suspensão traseira Duplo amortecedor Öhlins regulável com 250 mm de curso
Freio dianteiro Disco duplo de 320 mm de diâmetro, pinças monobloco Brembo de 4 pistões, ABS
Freio traseiro Disco de 255mm, pinça flutuante Brembo de 2 pistões
Pneus 90/90-21 (diant.)/ 150/70-17 (tras.)
Largura 905 mm
Altura 1.250 mm
Distância entre-eixos 1.570 mm
Altura do assento 870 mm
Peso a seco 207 kg
Tanque de combustível 16 litros
Cores Azul metálico e branco fosco
Preço R$ 59.990 (frete incluso)
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sábado, 27 de julho de 2019
Dia do motociclista: 10 motivos para andar de moto
Para comemorar nosso dia, veja dez motivos por que uma moto nos faz tão felizes
Hoje, 27 de julho, comemora-se o Dia do Motociclista. Com uma frota de cerca de 27 milhões de motocicletas e com mais de 28 milhões de motociclistas, já há uma legião de apaixonados por esses veículos de duas rodas. E por tudo que eles podem nos proporcionar. Para comemorar nossa data, fizemos uma lista com 10 motivos para andar de moto.
Liberdade
Está aí uma palavra que não sai da cabeça de quem anda de moto. Ir e vir para qualquer lado e a qualquer hora é um dos sentimentos mais comuns entre os motociclistas e, para a maioria, é o mais próximo do que se pode chegar de ser livre. Sem falar na sensação do vento no “rosto”, mesmo que seja por debaixo do capacete.
Mobilidade
Você pensa em visitar seu amigo que não vê faz tempo, mas pegar trânsito, procurar uma vaga para estacionar ou ter que enfrentar ônibus e metrô fazem você desistir da ideia? Mais um motivo pelo qual preferimos ir de moto. Subir na moto e sair rodando é indiscutivelmente mais rápido e, com certeza, menos estressante. Afinal, nada como a agilidade das duas rodas para escapar do trânsito. Sem ter de se preocupar muito onde estacionar…
Economia
Motocicletas têm custo de manutenção mais baixo e ainda são capazes de lhe dar muitas alegrias ao lado da bomba de combustível comparadas aos outros meios de transporte. Mesmo que você não tenha nascido em uma família de motociclistas para incentivá-lo nessa escolha, seu bolso certamente agradecerá. Ainda há seguro obrigatório, IPVA e licenciamento que irão acompanhá-lo pela vida toda, fazer o quê? De carro, também seria necessário pagar esses tributos anuais.
Socializar
A motocicleta é um importante instrumento de socialização. A principal prova disso é a quantidade de moto clubes existente. São grupos de motociclistas que se reúnem para pegar a estrada e rodar juntos. É um momento de curtir a paisagem, tirar ótimas fotos e colecionar boas histórias com pessoas que, por mais diferentes que sejam, partilham a mesma paixão que você: a motocicleta.
Hobby
O motociclismo também é um hobby relativamente mais em conta se compararmos a outros parecidos, como náutica e automobilismo. Na ponta do lápis, uma motocicleta topo de linha com equipamento especializado sai bem mais barata que os gastos para se manter um carro esportivo ou uma lancha, por exemplo. Além disso, já foi comprovado que quem tem um hobby é mais feliz.
Esporte
Se o assunto é esportividade, há várias formas de uma moto acabar sendo a escolha mais óbvia. Em duas rodas, é possível aproveitar toda a adrenalina de uma superesportiva andando próximo aos 300 km/h dentro de um autódromo, algo que, de carro, não é tão simples – ou barato. Ou, então, sentir a terra – literalmente – ao curtir os saltos de uma pista de motocross ou simplesmente fazer uma trilha no final de semana com os amigos.
Personalidade
Quem tem moto tem personalidade. E tem sido assim desde que ela foi inventada. Mesmo a loucura das grandes cidades martelando na cabeça de todo mundo que moto significa – unicamente – perigo, ter uma motocicleta na garagem continua sendo sinônimo de renúncia aos padrões. Ninguém aqui está falando em ir contra a lei, mas, sim, em ir contra o senso comum, que coloca quem tem carro em um degrau acima dos outros, como se os seres humanos tivessem evoluído apenas para ficar atrás de um volante.
Estilo
Nenhum outro veículo diz tanto sobre quem você é como uma motocicleta. E não é só uma questão de cor. Dentro de uma mesma faixa de preço, é possível encontrar motos naked, esportivas, custom e trails. A preferência por um determinado estilo diz muito sobre o perfil e os hábitos de um motociclista, uma vez que ele não está tão preso à questão do valor e ao estigma do “foi que eu consegui comprar com meu dinheiro.”
Viajar
Para quem leva a vida sobre duas rodas, um dos maiores prazeres é poder viajar de moto. Poderíamos ficar horas para poder explicar o que cada um sente, mas o maior consenso é a forma como você vê o caminho. Em uma viagem de carro ou ônibus – por mais prazerosa que seja – você sempre verá a paisagem pela janela, enquanto a moto lhe oferece a chance de fazer parte dela, sem um vidro que os separa.
Mototerapia
Pilotar uma moto é um dos momentos mais intimistas que uma pessoa pode ter. Sem a interferência de música ou outros barulhos – fora o ronco do motor e o vento, claro – o capacete se torna um ótimo lugar para fazê-lo não pensar em outra coisa a não ser o caminho que você está seguindo e colocar as ideias em ordem. Assim, não é raro ouvir de um motociclista que andar de moto é uma terapia, o que, inclusive, já foi tema de comercial de montadora. (por Arthur Caldeira)
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sexta-feira, 26 de julho de 2019
quinta-feira, 25 de julho de 2019
quarta-feira, 24 de julho de 2019
Nova Kawasaki Z 400 versão naked da Ninjinha chega por R$ 22.990
Mais leve e potente, nova geração tem novidades no motor, chassi e design
A Kawasaki anunciou hoje a chegada da Z 400 ao Brasil. O nova geração da naked usa o motor de dois cilindros e 399 cc que equipa a sua “irmã” esportiva Ninja 400, mas não tem carenagem. A Z 400 chega ao Brasil em meados de agosto com preço sugerido de R$ 22.990. O modelo tem como atrativo a facilidade de pilotagem, design imponente e peso reduzido.
A nova moto da Kawasaki mostra que o fabricante está um passo a frente das concorrentes no segmento das compactas premium. No Brasil, a Z400 terá a concorrência da Yamaha MT-03 que usa motor de dois cilindros, porém com 42 cv e a KTM 390 que tem 44 cv potência, mas é equipada com um monocilíndrico.
Apesar do motor maior, a Z 400 pesa 167 kg, 3 kg a menos do que sua antecessora, a Z 300
O motor de dois cilindros paralelos da Z 400 tem 399 cm³ e atinge a potência máxima de 48 cavalos. Porém o grande atrativo é o torque próximo de 4 kgf.m. Tal característica facilita a pilotagem, pois não exige muita aceleração nas arrancadas ou ultrapassagens. Outra novidade herdada da Ninja 400, que tem câmbio de seis marchas, é a embreagem deslizante que evita derrapagens em caso de reduções fortes ou engates errados de marchas.
Ciclística e Peso
Z 400 será vendida em duas opções de cores: verde e vermelha e preta
O quadro de aço em treliça remete ao desenho da superesportiva H2 e usa o motor como elemento estrutural. O entre-eixos curto (1.369 mm) e o centro de gravidade baixo facilitam a pilotagem em velocidades reduzidas e as mudanças de direção em meio ao trânsito travado.
A suspensão usa garfo telescópico na dianteira (curso de 120 mm) e monoamortecedor na traseira com cinco regulagens e 130 mm de curso. O conjunto de freios tem disco dianteiro de 310 mm e 210 mm na traseira com sistema ABS de série.
Painel da nova Z 400 segue desenho de modelos maiores, como a Z 650
As rodas de liga ganharam novos desenhos e têm 17 polegadas de diâmetro. Elas usam pneus 110/70, na dianteira, e 150/60, na traseira. Segundo a Kawasaki, o design mais afilado da Z400, suas novas rodas e até o conjunto de escape mais “enxuto” foram capazes de manter o peso de 167 kg. “Baixo considerando o porte da moto”, informa a empresa em seu comunicado à imprensa.
Na busca por uma posição confortável de pilotagem o fabricante instalou um guidão largo, pedaleiras não tão recuadas e assento a somente 78 cm do solo.
Assento da Z 400 fica a apenas 78 cm do solo
O enorme painel tem design inovador e de fácil leitura ao misturar mostradores analógicos e digitais. O mostrador destaca a marcha engatada e ainda avisa se o piloto está sendo econômico em sua tocada, o tal aviso “ECO”.
A julgar pelos dados técnicos da Kawasaki Z400 ela tem tudo para fazer o mesmo sucesso experimentado pela sua “irmã menor”, a Z 300. Ela vendeu mais do que a Ninja 300 no Brasil. Sua principal concorrente será a Yamaha MT-03, a mais vendida do segmento, mas que tem motor menor, menos potência e preço um pouco inferior, R$ 22.290. Mas como sabemos “cilindrada” e potência são fortes apelos de venda junto aos motociclistas brasileiros. (Cicero Lima e Arthur Caldeira)
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terça-feira, 23 de julho de 2019
segunda-feira, 22 de julho de 2019
Cinco dicas sobre o óleo lubrificante da sua moto
Aprenda qual óleo usar, quando trocar e o que fazer para evitar prejuízos
O óleo lubrificante é fundamental para a “saúde” do motor da sua moto. Ele tem a função de diminuir o desgaste das peças e também auxilia na refrigeração do motor. O lubrificante cria uma camada que diminui o atrito entre componentes como as engrenagens, pistões, anéis e mancais, por exemplo.
Por ser fundamental para a durabilidade do motor, os fabricantes dedicam um capítulo especial no Manual do Proprietário informando os cuidados e prazos de troca de óleo. Apesar disso, muitos proprietários não se preocupam e podem ser surpreendidos com sérios problemas no motor da moto. Veja como evita prejuízos:
Qual tipo de óleo usar
Ideal é usar óleo recomendado pelo fabricante ou com as mesmas especificações
Fique atento às especificações do lubrificante indicada pelo fabricante da sua moto. A especificação determina a viscosidade e outras características do produto que são adequadas às necessidades do motor. A Honda CG 160, por exemplo, usa produto com especificação 10W-30. Não misture marcas e produtos com especificações diferentes e NUNCA use óleo de automóveis em motocicletas.
De olho no nível
Verifique o nível do óleo semanalmente
A verificação do nível do óleo deve ser feita com o motor aquecido e com a moto na posição vertical – para se certificar sobre como fazer a medição, consulte o manual do proprietário da sua motocicleta. Limpe a vareta medidora e a encaixe no bocal (sem rosquear). O nível do óleo deve estar entre as duas marcas. Ao completar o lubrificante não ultrapasse o limite máximo, pois o excesso de óleo também prejudica o bom funcionamento do motor.
Quando trocar
Troque o óleo no intervalo recomendado no Manual do Proprietário
Dependendo da marca e do modelo da moto, a troca pode ser obrigatória a cada 3.000 km ou até 10.000 km rodados. Mas, fique atento, pois óleo também tem data de validade, que costuma ser de seis meses. Ou seja, mesmo que você não tenha atingido a quilometragem máxima, é preciso substituir o lubrificante, caso o prazo de validade tenha vencido. As informações sobre os intervalos de troca de ólee para cada modelo estão no Manual do Proprietário.
Mas é importante ressaltar que o motociclista deve estar atento ao nível do óleo e completar se necessário, porém sempre com o produto da mesma marca e especificações. Infelizmente, muita gente esquece de verificar o nível de óleo periodicamente. Outro erro comum é achar que só é necessário se preocupar com o lubrificante quando a moto atingir a quilometragem recomendada no Manual.
Trocar com 1.000 km é bobagem?
Uso severo ou gasolina ruim exigem troca de óleo em intervalo menor
Um hábito difundido pelos motociclistas profissionais e mecânicos é a necessidade da troca do lubrificante aos 1.000 km rodados. “Infelizmente, a péssima qualidade da nossa gasolina, pode contaminar o óleo o que pode ocasionar carbonização e outros problemas no moto”, relata o mecânico Renato Resende, da oficina Bike Trail, de Atibaia (SP). Segundo ele, a troca dentro do prazo estipulado pelo fabricante depende de um proprietário “extremamente cuidadoso com o nível do óleo e que só use combustível de ótima qualidade”. Por conta desses riscos, muitos clientes preferem trocar o óleo a cada 1.000 km e nem se preocupam em verificar ou completar o lubrificante, informa o profissional.
Filtro
Não se esqueça de substituir o filtro de óleo periodicamente
Além de acompanhar o nível e o prazo de troca do lubrificante, é fundamental manter os filtros limpos ou substituí-los no prazo informado pelo fabricante. No caso da CG 160, o filtro é do tipo centrifugo que deve ser limpo a cada 12.000 km. Já as motos que usam filtros de óleo, como a Yamaha Fazer 250, a troca do filtro deve ser feita a cada 10.000 km. (Por Cicero Lima)
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domingo, 21 de julho de 2019
Qual é a moto que Tom Cruise pilota em Top Gun 2
Na última quinta-feira, foi divulgado o trailer de “Top Gun: Maverick”, sequência do clássico filme de 1986 com o astro Tom Cruise. Além das belas cenas de jatos de aviões caças dando rasantes e executando manobras incríveis, chama a atenção – dos motociclistas e amantes da velocidade – a cena em que o protagonista Maverick, vivido por Tom Cruise novamente, acelera uma moto superesportiva em uma pista de decolagem. Sem capacete, como no primeiro filme, o ator recria o take clássico em que ele próprio, mas há 30 anos, acelerava a primeira moto a receber o famoso “sobrenome” Ninja.
No primeiro trailer de “Top Gun: Maverick”, Tom Cruise recria a cena do filme original, mas agora com uma Ninja H2
No primeiro Top Gun, o personagem guia uma Kawasaki GPZ 900, lançada em 1985 e considerada a primeira Ninja da linhagem de motos esportivas.
Agora em “Top Gun 2”, Maverick guia uma Ninja de novo, mas o novo modelo H2 – simplesmente a moto de rua mais potente do mundo.
Em “Top Gun – Ases Indomáveis”, o ator pilotou uma GPZ 900R, a primeira Ninja da história
A primeira Ninja tinha motor de quatro cilindros e 113 cv de potência máxima. A nova H2 tem motor de quatro cilindros também, mas com 243 cv de potência em função do supercharger que fornece mais ar ao motor e “bomba” seu desempenho.
Kawasaki GPZ 900R: motor de quatro cilindros, 90occ e 113 cv
Algumas curiosidades sobre a primeira Ninja, escolhida pelo ator, fã confesso de motos e adrenalina, para ser sua moto em “Top Gun – Ases Indomáveis”. Conta-se que foi o diretor de marketing da Kawasaki nos EUA, Mike Vaughan, quem teve a ideia de inscrever “Ninja” na carenagem da esportiva, inspirado na série de TV nipoamericana Shogun.
Outro fato curioso é que o sucesso da GPZ 900 foi tanto em seu lançamento, que a Kawasaki não cedeu a moto à produção do primeiro filme. Mesmo assim, Tom Cruise insistiu e duas unidades foram compradas para as filmagens.
Kawasaki Ninja H2: motor de quatro cilindros, 1.000 cc e 243 cv
Não há detalhes sobre a H2 utilizadas em Top Gun 2, mas ela mostra como as esportivas e o personagem Maverick envelheceram bem. Mesmo mais potente, uma esportiva hoje é ainda mais segura. Mas, assim como o personagem, mais experiente 30 anos depois, continua oferecendo emoção em alta velocidade, como mostram as cenas do trailer.
Maverick, vivido por Cruise, envelheceu, mas não perdeu a paixão por velocidade e adrenalina
“Top Gun: Maverick”, nome oficial do segundo filme, chega aos cinemas somente em julho de 2020. Mas a Ninja H2 pode ser adquirida, por encomenda, aqui no Brasil. O preço: módicos R$ 168.000 (por Arthur Caldeira)
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sábado, 20 de julho de 2019
Conheça a moto que quase desbancou jipe em viagens do homem à Lua
Cientistas da NASA testam a “moto lunar” em avião que simulava a ausência de gravidade
Em 20 de julho de 1969, os tripulantes da missão Apolo 11 chegavam à Lua. “Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”, foram as célebres palavras do astronauta Neil Armstrong, o primeiro ser humano a pisar no satélite natural da Terra. Armstrong e Buzz Aldrin caminharam por cerca de duas horas e quinze minutos na superfície lunar, enquanto Michael Collins permaneceu em órbita lunar no módulo de comando Columbia.
Astronauta testa a moto elétrica no edifício da NASA em Houston
Mas o que poucos sabem é que, por pouco, ao invés de o primeiro veículo a rodar na Lua ser um buggy, os astronautas americanos quase se locomoveram sobre a superfície da Lua em uma moto. É o que revelam fotos divulgadas em 2012 pela NASA. Em 1969, a agência espacial norte-americana chegou a construir um protótipo de veículo de duas rodas que seria utilizado, caso o buggy não ficasse pronto a tempo de ser levado pela Apollo 15, a quarta missão tripulada a chegar à Lua em 1971.
Testes para ver se era possível pilotar com uma roupa de astronauta começaram com uma Honda CT 90 em 1969
O projeto da “moto lunar” começou com as pequenas Honda CT 90, disponíveis comercialmente, e usadas pela NASA para avaliar a possibilidade de pilotar motos em trajes espaciais. De acordo com o livro “Apollo: The Lost and Forgotten Missions“, vários modos de transportes de astronautas na superfície lunar foram avaliados para o programa Apollo.
A Nasa então construiu sua própria minimoto (foto que abre esse post) para testes a bordo de vôos com gravidade zero, para replicar a gravidade lunar. A moto era elétrica e ostentava um motor de 0,625 hp de potência e uma bateria de 30 amperes, supostamente o mesmo sistema que a Boeing e a GM desenvolveram para o buggy lunar, chamado de Lunar Roving Vehicle, usado na missão Apollo 15 que chegou à Lua.
Lunar Roving Vehicle, o buggy utilizado em outras missões, herdou o motor elétrico da moto
A minimoto, construída, até chegou a ser cogitada para ser levada como veículo complementar em outras missões lunares, que, no fim, foram canceladas. Por isso, ainda está por vir o dia no qual uma motocicleta irá rodar na Lua. Quem sabe em 2024, quando os Estados Unidos planejam voltar ao satélite natural? (Por Arthur Caldeira)
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quarta-feira, 17 de julho de 2019
terça-feira, 16 de julho de 2019
segunda-feira, 15 de julho de 2019
Yamaha Tracer 900 GT chega com mais tecnologia e conforto por R$ 49.390
Aventureira-esportiva tem controle de tração, quick-shift e nova ergonomia
A Yamaha anunciou hoje a chegada da nova Tracer 900 GT ao Brasil. A aventureira esportiva usa o mesmo motor de três cilindros, 847 cm³ e 115 cv, que também equipa a MT-09, mas traz diversas mudanças nessa nova geração. A moto ganhou mais tecnologia e itens de conforto para quem quer viajar. A nova Tracer 900 GT, versão mais completa da Tracer 900, chega às concessionárias Yamaha nesse mês de julho em duas opções de cores – preta e azul – com preço público sugerido de R$ 49.930 (sem frete).
Carenagem frontal tem novo desenho e para-brisa ficou maior
Visualmente, a Tracer 900 GT tem linhas mais elegantes, com um novo desenho da carenagem frontal, das entradas de ar e um para-brisa mais amplo. Os protetores de mão, de série, ficaram mais estreitos e a roupagem traseira também é nova.
Assentos ficaram mais amplos e ganharam espuma de maior densidade para aumentar o conforto
Mas é na ergonomia, com um guidão mais estreito e assentos mais amplos, que estão as principais mudanças para ampliar o conforto do motociclista. Além de maiores, os assentos bipartidos têm uma espuma de maior densidade e o banco do piloto pode ser ajustado em duas posições. A garupa também vai melhor acomodada, já que as pedaleiras estão mais baixas e as alças de apoio, maiores.
Controle de tração e quick-shift
Motor tricilíndrico de 847 cm³ produz 115 cv e tem quick-shift
Na parte eletrônica, a Tracer 900 GT recebeu mudanças que aumentam a segurança – e o conforto. Cruise control (piloto automático) e aquecedores de manopla agora são itens de série na versão GT, a mais sofisticada do modelo e a única que será vendida no Brasil. Assim como sua irmã naked, a MT-09, a Tracer 900 2020 ganhou controle de tração (em três níveis) de série, sistema eletrônico que se junta aos três mapas de aceleração e aos freios ABS na lista de tecnologia embarcada do modelo. Um belo painel digital com tela TFT colorida completam as comodidades do modelo.
Tracer 900 GT será vendida em duas cores: azul (acima) e preta metálica
Outra novidade muito bem-vinda é o sistema quick-shift, que permite subir as marchas sem usar a embreagem no câmbio de seis velocidades. Nas reduções, a embreagem assistida e deslizante tem acionamento mais leve e cômodo do que a antiga Tracer 900.
Novo painel tem tela colorida de TFT
Na parte ciclística, destaque para a nova balança traseira, mais longa, que aumentou a distância entre-eixos para 1.500 mm e, segundo a Yamaha, melhorou a estabilidade da aventureira esportiva. As suspensões – garfo invertido na dianteira e monoamortecida na traseira – agora são completamente ajustáveis.
Tracer 900 GT oferece posição de pilotagem trail, mas tem rodas de liga-leve aro 17 e suspensões esportivas
Segundo a Yamaha, a nova Tracer 900 GT chega para brigar pela liderança do segmento de aventureiras médias para destronar Triumph Tiger 800 XRx (R$ 48.890) e BMW F 850 GS Premium (R$ 50.950), embora as rodas de 17 polegadas e a vocação mais off-road a coloquem como uma aventureira esportiva para brigar com Ducati Multistrada 950 e BMW F 750 GS. Para vender bem a Yamaha aposta na lista de equipamentos do modelo e o preço “competitivo” – a antiga MT-09 Tracer custava R$ 45.990, mas não trazia tantos equipamentos. Entretanto, diferentemente da Europa, a Tracer 900 GT não traz as malas laterais rígidas como itens de série. De acordo com a Yamaha, isso elevaria muito o preço do modelo. Mas, infelizmente, a marca japonesa ainda não está vendendo as malas nem como opcional no Brasil. (Por Arthur Caldeira)
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