sexta-feira, 13 de novembro de 2020

LGPD para concessionárias: como adaptar seu negócio às novas regras

Tempo de leitura: 10 minutos

Em 17 de setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor no Brasil, mudando a forma como empresas capturam, armazenam e processam dados pessoais. Há muito o setor automotivo conta com a coleta de dados para gerar oportunidades de vendas, mas se engana quem pensa que não há impactos gerados pela LGPD para concessionárias e revenda de veículos.

Inspirada no Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que entrou em vigor na Europa em 2019 e obrigou grandes empresas, como Google e Apple, a serem mais transparentes em relação ao uso de dados pessoais, a LGPD também traz mudanças profundas. 

E, embora a fiscalização e penalidades decorrentes — como multas e até cancelamento do direito de coleta de dados pessoais –, só entrem em vigor a partir de agosto de 2021, empresas brasileiras já podem ser alvo de ações judiciais.

No caso do varejo automotivo, revendedores de veículos precisam fazer uma revisão completa na forma como os dados pessoais fluem dentro da empresa. Desde a simples exibição de um formulário no site da concessionária até a impressão e circulação de documentos físicos com essas informações.

Mas, em vez de inconveniência, a LGPD deve ser vista como uma oportunidade para sua concessionária cumprir as leis de proteção de dados e provar aos clientes que considera os interesses deles.

Neste artigo, vamos conversar de forma direta — sem juridiquês! — sobre o que é a LGPD e sobre como a sua empresa pode começar a se adaptar a ela. 

Ah, mas um aviso! 

A LGPD tem muitas facetas, nem todas podem ser contempladas por uma postagem de blog. Por isso, recomendamos que você entre em contato com o jurídico da sua empresa. Especialistas em direito são os únicos capacitados para guiar sua empresa sobre as regras e sobre exatamente o que você precisa fazer para se tornar e permanecer 100% adequado à nova lei.

Homem tocando cadeados virtuais com o dedo indicador.
Se engana quem pensa que não há impactos gerados pela LGPD para concessionárias.

O que diz a LGPD ?

1. Sobre os dados pessoais 

A Lei nº 13.709/2018 tem como objetivo regular o uso de informações coletadas de pessoas físicas impedindo que empresas abusem dessas informações ou exponham os usuários. 

Um dos conceitos mais importantes da LGPD diz respeito ao dado pessoal, que, na prática, significa: 

“Se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal.”

Fonte: Serpro/Governo Federal

Assim, informações como nome, RG, CPF, gênero, telefone, endereço, localização via GPS, fotografias, prontuários, cartões bancários, renda, histórico de pagamentos, IP (protocolo de internet) e cookies, entre outros, são considerados dados pessoais.

Para concessionárias, a LGPD significa garantir a segurança e ser transparente quanto aos processos de:

  • Coleta de dados pessoais;
  • Classificação de dados pessoais;
  • Processamento de dados pessoais;
  • Armazenamento de dados pessoais;
  • Utilização de dados pessoais;
  • Transferência de dados pessoais.

Algo importante a salientar é que a LGPD protege o proprietário do dado de qualquer violação, tenha ela ocorrido em meios digitais (pela internet) ou não. Ou seja, vazamentos de informação offline (ou seja, em documentos físicos) também são alvo de penalidade pela nova lei.

2. Sobre os papeis

Outro aspecto importante para compreender sobre a LGPD são os papeis. Na prática, eles explicitam a sua relação (enquanto empresa ou pessoa física) com os  dados pessoais. 

Existem, em geral, quatro papeis principais:

Vamos utilizar o caso da AutoForce e das empresas que atendemos para que você possa entender com mais facilidade.

Hoje, a AutoForce é operadora dos dados, e as concessionárias que atendemos são as controladoras dos dados

Isso porque a concessionária que contrata a nossa solução, o Autódromo, consegue gerenciar as informações dos leads por conta própria e decidir o que fazer com eles (se entrará em contato por email, telefone, se irá excluir etc.). 

Cada concessionária deve ter seu próprio encarregado, também chamado de DPO, responsável por atuar como ponte entre o titular do dado (visitante ou lead que converter no showroom digital) e o controlador (concessionária).

Resumo textual sobre titular, operador, controlador e encarregado.
A AutoForce é a operadora e as concessionárias são as controladoras dos dados.

3. Sobre os direitos

Por fim, a LGPD também é bastante clara quanto aos direitos que a empresa precisa assegurar ao titular dos dados.

De acordo com a lei, o controlador dos dados deve permitir ao titular:

  • Confirmar a existência dos dados pessoais;
  • Acessar os dados pessoais;
  • Corrigir dados pessoais incompletos, inexatos ou desatualizados;
  • Anonimizar, bloquear ou eliminar dados pessoais desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto na LGPD;
  • Fazer a portabilidade dos dados pessoais para outro fornecedor de um serviço ou produto, sujeito à regulamentação da autoridade nacional;
  • Apagar ou anonimizar os dados pessoais tratados com base no seu consentimento, exceto quando a lei autorizar a manutenção destes dados por outro fundamento;
  • Revogar o seu consentimento (quando o tratamento dos dados tenha sido feito com base no consentimento do titular).

De forma geral, as regras da LGPD para concessionárias são relativamente diretas e é difícil argumentar contra seu objetivo dar mais controle para os proprietários dos dados pessoais. 

Infelizmente, com sistemas e processos profundamente incorporados ao longo de muitos anos, as concessionárias agora enfrentam uma quantidade significativa de trabalho para se tornarem compatíveis com a proteção de dados.

Como sua concessionária pode se adaptar à LGPD?

Erra quem pensa que a LGPD é apenas mais uma burocracia. Na verdade, ela protege titulares (e empresas!) contra problemas relacionados ao tratamento de dados. 

Vazamentos de dados também já ocorreram no setor automotivo. Em fevereiro de 2019, a Toyota e a Lexus confirmaram que até 3,1 milhões de dados confidenciais de clientes podem ter sido violados após um ataque às concessionárias das marcas no Japão.

Para que você evite situações como essa, separamos 5 passos para que você inicie o  processo de adaptação à LGPD para sua concessionária ou revenda. Veja abaixo:

1. Documente tudo!

Comece documentando seus sistemas internos e identificando onde os dados pessoais são armazenados (seja em arquivos físicos ou online). 

Crie uma lista dos softwares usados em sua concessionária e verifique com os fornecedores se eles estão em conformidade com a LGPD e quais dados eles estão extraindo de seus usuários.

2. Consentimento importa

O consentimento do usuário para coleta e tratamento de dados pessoais é um dos aspectos mais importantes da LGPD para concessionárias

Reveja como você gerencia e registra os dados pessoais de seus clientes para marketing e CRM. 

A partir de agora, o processo de captura de dados não pode ser escondido e você precisará de um método simples para os clientes retirarem o consentimento.

É provável que você colete dados de clientes, como nomes, endereços de e-mail e datas importantes por meio do site da concessionária e de aplicativos da web. Os formulários usados ​​para isso e o método pelo qual são armazenados precisarão ser revisados ​​para estarem em conformidade com a LGPD. 

O consentimento nunca deve ser previamente assumido e deve sempre ficar claro por que você está solicitando dados e o que fará com eles.

Se você já armazenou dados de clientes em seu CRM, eles também precisarão de revisão para consentimento. 

Você pode contatá-las para perguntar se elas ainda consentem com suas práticas de marketing (e dando-lhes a opção de cancelar, se não).

Esta tarefa deve ser realizada o mais rápido possível, porque deve deixar você com um banco de dados limpo e agradável que contém apenas pessoas que forneceram consentimento explícito e registrado para ter seus dados armazenados.

3. Crie um processo

Organize um processo de gerenciamento de documentos para que todos os dados pessoais sejam protegidos desde a criação até o descarte. Identifique, por exemplo, quais documentos devem ser mantidos, por quanto tempo e como eles devem ser armazenados.

O processo de captura de dados não pode ser escondido e você precisará de um método simples para os clientes retirarem o consentimento.

4. Nomeie um encarregado (DPO)

Sempre que possível, nomeie alguém em sua concessionária para assumir a responsabilidade pela conformidade com a proteção de dados. 

O encarregado, como explicamos mais acima, é o profissional responsável por fazer a ponte entre o titular dos dados e o controlador. Assim, pedidos feitos pelos titulares para exclusão ou edição dos dados deverão chegar pelo encarregado.

É essencial que a concessionária disponibilize para os usuários um canal de contato com o encarregado, seja por e-mail, telefone ou endereço físico.

Algumas empresas, quando não têm como indicar um colaborador para assumir o cargo, contratam especialistas externos como encarregados.

5. Registre as violações de dados

Se ocorrer uma violação de dados, você precisa estabelecer a probabilidade e a gravidade do risco resultante aos direitos e liberdades das pessoas. Qualquer violação ou risco de violação deve também ser relatada ao encarregado de dados nomeado.

DICA BÔNUS: Utilize soluções digitais adaptadas à LGPD

Enquanto empresa de tecnologia especialista no setor automotivo, a AutoForce se preocupou, desde o início de 2020, em adaptar suas soluções às novas diretrizes da LGPD para concessionárias.

A plataforma Autódromo, solução por onde nossos clientes gerenciam seus showrooms digitais, landing pages e portais, ganhou novas funcionalidades focadas na proteção de dados. Uma delas é a aba “Política de privacidade”, por meio da qual o cliente pode inserir sua política personalizada, gerando uma página dentro do site, e ativar um popup de consentimento nos seus sites.

Também revisamos nossa política de privacidade, informando ao mercado como nossa solução realiza a captura e tratamento dos dados e nosso compromisso com a LGPD.

Nos próximos meses, também trabalharemos para que os canais gerados pelo Autódromo permitam que o usuário acesse e gerencie seus dados pessoais por conta própria, sem a necessidade de intermediação da concessionária.

Conclusão

A LGPD é a maior mudança com relação à proteção de dados no Brasil em décadas. Se você aderir às regras e se preparar, evitará o risco de multas pesadas e relações públicas ruins que podem vir com o não cumprimento.

Não se engane em pensar que o prazo até agosto de 2021 é tempo de sobra para adequar a LGPD para concessionárias. O ideal é instituir um plano de ação desde já, atendendo aos requisitos mínimos de conformidade. 

E, sim, isso vai além de uma simples notificação de “atualizamos nossa política de privacidade” ou da exibição de um popup sobre a política de cookies no seu site.

Ressaltamos que contratar um especialista em LGPD ou uma equipe jurídica para acompanhar um processo de implementação é um investimento importante para as concessionárias de automóveis.

Para garantir a conformidade total com a LGPD, você precisará deles para realizar uma auditoria de informações que abrange registros digitais e em papel.

Conheça mais sobre como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no varejo automotivo com os materiais que preparamos.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Como um chatbot pode transformar as vendas e o atendimento da sua concessionária

Tempo de leitura: 5 minutos

A tecnologia chatbot está se tornando cada vez mais presente em nossas vidas, seja enquanto consumidores, seja enquanto gerente de negócios. Além disso, o chatbot tem potencial para transformar as vendas e o atendimento da sua concessionária gerando mais leads qualificados e melhorando a experiência do seu cliente.

A transformação digital no setor automotivo já era uma realidade antes da pandemia da covid-19. No entanto, ela foi acelerada pelo atual momento, já que forçou a redução do atendimento físico nas concessionárias e deu mais espaço para o digital.

Assim, os consumidores estão gastando mais tempo online do que nunca e a concessionária que não foca na presença online está, certamente, perdendo clientes em potencial. 

Os clientes podem facilmente encontrar informações no seu site, mas aqueles mais curiosos, ou até mesmo aqueles que já se encontram em um estágio próximo da compra, não querem mais perder tanto tempo navegando em busca do que procuram.

Isso quer dizer que, se antes um formulário e um telefone bem posicionados no site bastavam para o público, hoje a realidade é outra. Pois, cada dia mais, os clientes se mostram envolvidos com comunicadores sociais como WhatsApp, Messenger e até mesmo os chatbots em sites.

Afinal, o consumidor quer informação e respostas rápidas sobre os produtos e serviços que desejam consumir. E é nesse momento que o chatbot entra em ação captando o real interesse do seu cliente, seja este em um produto ou serviço oferecido pela concessionária.

Dois homens de terno de frente um para o outro. No meio deles, vemos um robô virtual.
O chatbot é um mecanismo de bate-papo automatizado que funciona como um robô.

Como é um chatbot na prática?

O chatbot é um mecanismo de chat (bate-papo) que age sozinho, pois é possível programar uma conversa simulada com o seu cliente. Assim, o bot (uma espécie de robô) realiza perguntas que ajudarão o seu cliente a chegar onde quer mais rapidamente.

Isso porque o bot reponde imediatamente as suas dúvidas em uma conversa muito semelhante a que ele teria com um ser-humano.

Assim sendo, os chatbots promovem um engajamento eficaz com os visitantes online e são capazes de qualificar seu lead sem nenhum esforço. Este é, então, um dos segredos do chatbot: fazer com que o usuário inicie uma conversa!

Tudo começa com a inserção de frases chamativas como “Vamos encontrar a melhor oferta para você?”. O chatbot, então, chama a atenção do cliente e sugere o início de uma conversa convidando os visitantes do seu showroom digital para tirar dúvidas e saber mais sobre seus produtos e serviços.

Portanto, a oportunidade para as concessionárias automotivas de envolver os seus clientes é imensa! Além disso, o atendimento via chatbot fica ativo 24 horas por dia, 7 dias por semana para que os clientes interajam e sejam atendidos quando quiserem.

O chatbot alinhado com seu time de vendas

Outra grande vantagem de se utilizar um chatbot é que não é preciso contratar e treinar agentes humanos para responder às dúvidas básicas do visitante, já que estas podem simplesmente ser implementadas via chatbot.

No caso de consultas complexas, os chatbots são capazes de captar as informações necessárias e os contatos do lead permitindo, assim, que a conversa possa evoluir para um atendimento humano.

Além disso, os históricos de bate-papo podem ser gravados e integrados com a ferramenta de CRM já utilizados pela sua empresa.

Dessa maneira, sua equipe de atendimento já tem conhecimento das demandas do lead e, ao entrar em contato com ele, as chances de a interação evoluir em um negócio concretizado se torna maior.

Portanto, é possível aprimorar o relacionamento com o lead, gerar novas vendas e ainda otimizar o trabalho dos seus colaboradores.

Homem de terno apontando para gráficos em um papel sobre uma mesa.
Chatbots otimizam o trabalho do time de vendas.

Utilize chatbots para sua estratégia de marketing e vendas

Como vimos, ter um site e/ou mídias sociais não são mais suficientes para envolver seus visitantes online. Por isso, se sua empresa deseja aumentar a base de clientes, é importante ir além.

Isso não quer dizer que investir em redes sociais, marketing digital e anúncios pagos não seja importante. Afinal, isso é de suma importância para otimizar o tráfego para o seu site ou landing page e ser visto pelo consumidor. Porém, o grande segredo para atingir os seus clientes é o envolvimento!

Em algum momento, você já deve ter se deparado com o fato de o site da sua concessionária de veículos possuir um volume significativo de visitantes todos os dias, mas ter um baixo engajamento.

As vendas de carros geralmente envolvem várias etapas, com compradores em potencial expressando interesse em um determinado carro, buscando informações adicionais, fazendo agendamento de um test drive, entendendo suas opções de financiamento e garantindo que estão obtendo o melhor preço. 

O chatbot irá complementar a sua estratégia agilizando a resposta ao seu cliente com um alto nível de envolvimento e auxiliando a sua equipe a qualificar melhor os leads.

Conclusão

A transformação digital modificou a maneira como o consumidor interage e busca veículos online. As concessionárias se veem com um grande número de visitas em seus sites, mas com baixa geração de leads qualificados.

Para melhorar a experiência do seu cliente e otimizar o trabalho do time de atendimento, as estratégias utilizadas pela concessionária exigem uma avaliação regular das ações de marketing.

Nesse sentido, a ideia é acompanhar as preferências do cliente, cada dia mais voltado para plataformas que lhe permitam respostas rápidas.

Assim, a experiência com chatbots mostra que a estratégia é eficaz na coleta de novos leads, pois desempenham um papel vital em várias áreas como atendimento, agendamento de serviços e vendas.

Desse modo, tornar o chatbot um recurso padrão nos sites das concessionárias é um passo lógico e inteligente a ser seguido.

Buscando aprimorar os resultados dos clientes da AutoForce, a Duotalk fechou uma parceria com a empresa. A Duotalk é uma plataforma que fornece chatbots especializados para o mercado automotivo. Crie, personalize seu chatbot e gere cerca de 3 vezes mais leads para que sua equipe de vendas. 

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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

AutoForce reafirma parceria com a Mitsubishi para transformar as vendas online de veículos

Tempo de leitura: 3 minutos

A parceria Mitsubishi e AutoForce tem o objetivo de profissionalizar ainda mais as concessionárias Mitsubishi e Suzuki por meio dos showrooms digitais e da plataforma Autódromo. A ideia é entregar uma experiência de compra diferenciada aos consumidores.

Tudo isso é parte do projeto RENARO (Rede Nacional de Revendedores Online), que tem o intuito de levar inovação para as concessionárias Mitsubishi e Suzuki. 

E também da missão da AutoForce de promover a transformação digital no setor automotivo brasileiro. Assim, a startup reafirmou sua parceria com a montadora e a homologação de seu layout.

Além disso, a parceria Mitsubishi e AutoForce oferece sites em acordo com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), com preços diferenciados e uma série de benefícios.

Selo da homologação da AutoForce como parceiro Mitsubishi.
Selo da homologação da AutoForce como parceiro Mitsubishi.

Benefícios da AutoForce para concessionárias Mitsubishi e Suzuki

Sites personalizáveis

As concessionárias Mitsubishi e Suzuki podem contar com um layout homologado pela montadora e totalmente personalizável a partir da plataforma Autódromo da AutoForce.

Com ela, os concessionários têm autonomia para montar e gerenciar seus sites e transformá-los em verdadeiros showrooms digitais especializados na geração de negócios para o seu público consumidor.

Assim, é possível ter uma solução de vendas mais especializada e aproveitar melhor as oportunidades geradas pela internet.

Integração com HPE Play

A parceria Mitsubishi e AutoForce também se reflete na integração do sistema HPE Play com o Autódromo. Além, claro, de diversas soluções do mercado. E isso vai desde APIs de estoque de veículos até plataformas de chat em tempo real, chatbot etc.

As integrações são realizadas rapidamente com o auxílio do time de suporte e, em alguns casos, até mesmo o concessionário pode realizá-las facilmente via Autódromo ganhando, assim, autonomia e agilidade.

Acompanhamento de performance e suporte

Além de todas essas vantagens, o concessionário recebe orientação frequente do time de sucesso do cliente e de suporte à plataforma.

Assim, ele pode acompanhar a performance do seu showroom digital e receber insights para melhorar ainda mais o processo de vendas online de veículos.

Por fim, para fechar o atendimento personalizado, há – ainda – o apoio do time de suporte técnico via chat ou telefone para resolução de dúvidas e problemas.

Showrooms adequados à LGPD

Preocupada em se manter de acordo com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), um ponto crucial da parceria Mitsubishi e AutoForce foi ajustar o layout para as novas regras e manter um espaço no qual o próprio concessionário pode inserir sua política de privacidade.

Desse modo, o cliente final tem mais transparência e segurança na sua navegação.

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Sobre o Autódromo

A plataforma Autódromo é um CMS (Content Management System), que permite ao cliente construir e editar o conteúdo de seu site online. Com ela é possível segmentar categorias de vendas (novos, seminovos, vendas diretas, peças e acessórios etc.) e, inclusive, fazer ofertas exatamente como no showroom físico.

Além disso, dentro da própria plataforma – ou por meio de integrações -, é fácil gerenciar leads e estoques de seminovos. O cliente pode montar o seu showroom virtual da maneira que melhor se adequar a sua operação com facilidade e de maneira intuitiva.

Sobre a AutoForce

A AutoForce é uma startup com pouco mais de 5 anos de existência, que atende mais de 300 concessionárias brasileiras. Teve um papel fundamental durante o início da pandemia do corona vírus educando o mercado e promovendo a discussão no setor automotivo por meio do blog e do grupo SOS Concessionárias no WhatsApp.

Agora, com o foco na renovação da parceria Mitsubishi e AutoForce, muitas novidades e vantagens para os donos de concessionárias Mitsubishi e Suzuki foram incluídas. Uma forma de reafirmar a sua missão de transformar as vendas online de veículos no país.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Concessionária Digital: o que você deve saber sobre o novo modelo de negócios do setor automotivo

Tempo de leitura: 9 minutos

As mudanças que acontecem no segmento de vendas automotivas hoje, apesar de mais aceleradas, não surgiram de repente. Na verdade, o modelo de concessionária digital (ou concessionária 2.0) é uma resposta às transformações comportamentais do comprador de carros, que pertence à Era Digital e é um indivíduo mais conectado, melhor informado.

Assim sendo, a transição da concessionária para um novo modelo de negócios é quase uma imposição, visto que gradualmente foi fazendo mais sentido interagir com os clientes por meio das ações no universo online.

Outro fator por trás das mudanças foi a crise do setor automotivo em 2012. Os impactos da transformação digital logo começaram a ser sentidos a partir dessa retração econômica. A consequência foi a redução nas vendas, que se desdobrou no fechamento de mais de 2 mil pontos de redistribuição.

Pensando na necessidade de adaptação às novas regras do mercado, para o post de hoje, selecionamos, então, os principais pontos quando o assunto é o novo modelo de negócios guiado pelos avanços da tecnologia.

Também vamos entender melhor o modelo de concessionária 2.0, ou concessionária digital. Acompanhe para conhecer mais!

Entenda a transição do varejo automotivo

Os métodos tradicionais de venda de veículos dependem exclusivamente da visita do comprador ao showroom físico da loja, mas – com o tempo – ficou mais difícil manter essa lógica de funcionamento, já que esse tipo de visita à concessionária foi sendo reduzida drasticamente.

O modus operandi da Era Digital implica a possibilidade de resolver demandas de forma mais rápida, sem deslocamento e por meios de dispositivos móveis de tecnologia.

Assim, essa dinâmica se refletiu no comportamento do comprador de carro principalmente pela incorporação da prática de pesquisa online. Afinal, hoje, o indivíduo lê, consulta, compara, acessa sites de classificados de veículos, de montadoras, de fabricantes.

Além disso, o comprador ainda acompanha as marcas nas redes sociais. E é a partir desse emaranhado de interações que ele formula análises para fundamentar suas escolhas, pois ele já sabe o que quer quando chega à loja de carros.

Os compradores estão cada vez mais online

A pesquisa Global Executive Survey 2019 – Brazilian Chapter, realizada pela consultoria KPMG Brasil, indica que 96% dos consumidores brasileiros percorre a maior parte da jornada de compra visitando sites e blogs online.

Diante dessa mudança, e também em razão da crise que vinha afetando o segmento automotivo nacional, as empresas de venda de veículos foram despertando. Mas não só para a necessidade de lidar com o novo perfil do comprador, afinal de contas as novas ferramentas de tecnologia também se têm ganhado atenção, já que elas trazem grandes possibilidades de inovação.

Tudo isso porque, em vez do produto, foi a experiência do cliente que passou a estar em foco. Isso significa que, para vender um carro, o mais importante é entender o que o comprador precisa. Desse modo, atendê-lo satisfatoriamente em sua jornada de compra tem sido mais do que simplesmente apresentar os benefícios que o carro tem.

Como boa parte da jornada de compra do cliente passou a se desenvolver na internet, é nesse meio que as concessionárias precisam estar. Daí a necessidade de implementar tecnologia e adotar uma estratégia de atuação online. Esse é o caminho para converter para o modelo de concessionária digital.

Mãos seguram uma prancheta com gráficos e uma caneta pontando para eles.
Implementar tecnologia e adotar uma estratégia de atuação online é o caminho.

Por que uma concessionária digital?

Porque é preciso estar na internet para continuar a vender.

Frente a cenários de crises e de mudanças comportamentais do público consumidor, adaptar-se ao digital é a alternativa para manter a sustentabilidade do negócio de venda de veículos. Mas primeiro é preciso saber por onde começar.

No entanto, operar a concessionária no digital é mais do que apenas comunicar isso para seu público, pois se trata, também, de mudar a mentalidade dentro da concessionária. E só então repercutir essa postura nas redes sociais e páginas da loja.

A mudança interna vem antes, já a forma como a empresa se apresenta ao mercado para ser vista pelos clientes vem depois.

Até porque o ambiente digital complementa o físico e vice-versa. Isso significa que os dados das ações de marketing da concessionária digital devem fazer diferença no mundo real de operação da loja.

Leads têm de converter em vendas. E, por isso, a estratégia de marketing deve conseguir trazer resultados palpáveis e mensuráveis.

A loja que promove a mudança para se tornar uma concessionária digital não orienta seus colaboradores a diferenciar cliente do varejo online e cliente da loja física.

Afinal, todos são clientes e todos têm suas jornadas de compra, que são peculiares, mas todos devem receber atendimento de excelência.

O que é o modelo Concessionária 2.0

O modelo da concessionária 2.0 é aquele que utiliza os canais digitais como principal estratégia para atração de negócios. Esse modelo reúne, no processo de venda, a autonomia do online e assessoria pessoal na loja física.

A concessionária 2.0 tem instalações menores, equipes enxutas e operações mais eficientes. Além disso, investe em marketing digital e geração de leads para o time de vendedores online, responsáveis por fechar as vendas na loja física.

Com os dados gerados por marketing e vendas, a concessionária 2.0 consegue embasar sua estratégia de negócios e tomar decisões mais assertivas.

Outras características da concessionária 2.0

Outras características da concessionária 2.0 são:

  • tem instalações menores, por ter estoque e quadro de colaboradores reduzido;
  • investe em showroom digital, uma página responsiva, com inúmeros recursos de interação e com alto potencial de conversão de visitantes em leads;
  • desenvolve e ajusta sua própria estratégia de marketing digital;
  • tem setor específico para gerir as vendas online, que administra o Contact Center e atende os leads gerados pelas páginas;
  • utiliza a metodologia encantamento de leads, focada na conversão de leads em clientes;
  • monitora e mensura seus próprios resultados online;
  • usa sua presença digital para gerar oportunidades de venda na loja física.
Moça sentada em uma mesa em uma sala de reuniões. Ela está usando o computador. Ao seu lado está um telefone celular. Ao fundo, vemos seus colegas em reunião.
Utilize a metodologia de encantamento de leads para converter leads em clientes.

Entenda a mudança do modelo de negócios

Dos cerca de 1004 consumidores e 256 executivos do mercado automotivo que foram consultados no referido estudo da KPMG, 51,17% responderam que concordam plenamente com a afirmação:

o modelo vigente de negócios da indústria automotiva, baseado puramente em produzir e vender veículos, vai mudar radicalmente no Brasil nos próximos dez anos.

Ou seja, a forma como a concessionária cria, entrega e captura valor, isto é, o seu modelo de negócio, já está em franco processo de transformação.

O modelo de negócio tradicional, focado apenas nas vendas do showroom físico, foi criado há anos. Ele perdura em muitas lojas ainda hoje, mas não tem mais espaço no mercado atual.

Essas concessionárias, que podemos chamar de analógicas, têm suas operações engessadas, com poucas possibilidades de articulação diante de mudanças bruscas no mercado.

Elas possuem gastos exorbitantes com infraestrutura e armazenamento. E, além disso, elas dependem de colaboradores que exerçam técnicas agressivas de persuasão e negociação de preço para efetuar vendas.

A ideia, então, é que aconteça uma transição do modelo analógico para o modelo de concessionária digital. Mas não se trata apenas de implementar um novo software, criar uma página na internet ou publicar nas redes sociais. É preciso desenvolver toda uma mentalidade voltada para o digital.

O que está por vir

Se você ainda tem dúvidas sobre as mudanças do presente, talvez olhar para o futuro acelere as suas conclusões. A expectativa é que o modelo de negócio das concessionárias evolua a um ponto em que todo o processo de venda possa ser realizado pela internet.

A lojas, consequentemente, teriam dimensões ainda mais reduzidas, não só no tamanho, mas em seus custos de distribuição. E a dinâmica seria toda baseada na oferta de carros e serviços pelo e-commerce de veículos

Neste momento, no mercado nacional, estamos mais próximos dessa realidade do que se imagina. Em países como os Estados Unidos, por exemplo, esse é um modelo plenamente desenvolvido.

Quando o público consumidor brasileiro notar a possibilidade de total autonomia para comprar um carro online, assim como já faz com outros produtos e serviços, a realidade do mercado vai dar o giro definitivo.

E as concessionárias serão cada vez mais cobradas para entregar a experiência em atendimento entregue por gigantes do varejo digital como a Amazon.

Homem sentado em uma mesa com um laptop diante de si. Ele está sorrindo. Ao fundo vemos três colegas de trabalho dele em pé também sorrindo.
Em breve, veremos a transição do modelo analógico para o modelo de concessionária digital.

Conclusão

Como vimos, o segmento automotivo foi bastante impactado em um período relativamente curto de anos. A partir disso, as empresas do setor têm tentado se adaptar ao contexto da Era Digital, apoiando seus esforços em tecnologia.

Mais do que aderir a uma novidade ou outra, a análise ampla deixa evidente que se trata de uma verdadeira mudança no modelo de negócio das concessionárias.

No entanto, não basta acessar as informações sobre o que mudou se isso não se refletir no seu negócio de venda de automóveis.

Estudar as transformações vai impelir os primeiros passos rumo ao mundo digital, mas há cada vez menos tempo a perder.

Agora que você já conhece melhor o panorama de alterações e percebe a urgência da transição para o modelo concessionária 2.0, confira nossa Webinar Concessionária 2.0 e elimine as dúvidas que ainda restam.

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LGPD para concessionárias: como adaptar seu negócio às novas regras

Tempo de leitura: 10 minutos Em 17 de setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor no Brasil, mudando a forma...